FILME PELÉ ETERNO

FILME PELÉ ETERNO
A prova definitiva de quem é o melhor jogador de sempre

domingo, 12 de agosto de 2018

VÍDEO - JOGANDO COM PELÉ NO FIFA 18 - GOLS DE PELÉ PARTE 4 e 5


Nos videogames FIFA da EA Sports, mesmo no modo mais difícil, mesmo jogando contra a PS4, mesmo sabendo que a PS4 transforma jogadores medianos, às vezes jogadores medíocres, em verdadeiros ases da bola, jogar com Pelé torna-se fácil.



Sendo o jogador mais valioso do jogo, com ranking de 98,  o Pelé do videogame FIFA é praticamente - senão exatamente - igual ao Pelé verdadeiro, reunindo todas as qualidades que o fizeram o melhor futebolista de todos os tempos.




Eu, para não perder tempo, escolho uma liga européia, no caso a liga portuguesa que tem 18 equipes, e substituo os clubes por seleções nacionais, para jogar 36 jogos no mesmo campeonato, no modo mais difícil do jogo. Das vezes que joguei desta forma, o resultado foi sempre parecido com a foto acima: Pelé sempre com a média de 2 gols por jogo.

Não é necessário enumerar - mais uma vez - as muitas qualidades que o Pelé verdadeiro tinha, basta comparar os lances e gols do Pelé do videogame com os lances e gols do Pelé verdadeiro e notar que a diferença não é muita. 
Jogar com Pelé é mais fácil, seja no vídeogame, ou na vida real:-)



PELÉ GOALS - FIFA 18 - PARTE 4


PELÉ GOALS - FIFA 18 - PARTE 5

terça-feira, 17 de julho de 2018

PARTE 6 - VAI SER MUITO DIFÍCIL IGUALAR PELÉ PORQUE...

Vai ser muito difícil igualar Pelé porque...
é verdade que a imprensa esportiva internacional precisa criar mitos, histórias e outras coisas mais para captar a atenção, mas a realidade é assim:
Mbappé não igualou Pelé. 

O Rei em sua primeira Copa do Mundo, aos 17 anos de idade, marcou dois gols na final em 1958, Mbappé aos 19, marcou um.

O Rei em sua primeira Copa do Mundo, marcou 6 gols em 4 jogos (com um hat-trick na semifinal contra a França), Mbappé marcou 4 gols em 7 jogos.



Também é verdade que Mbappé é um jovem com muito talento e com apenas 19 anos de idade, já teve a sorte de vencer uma Copa do Mundo na primeira vez que jogou o torneio mais importante do futebol. Messi e CR7 por exemplo, já jogaram 4 Copas do Mundo cada um e não tiveram a sorte de Mbappé. 

O que também é verdade é que mais uma vez a história se repete: a imprensa esportiva mundial não comparou Mbappé com Maradona, ou Di Stéfano, ou Cruyff, ou Messi, ou outro qualquer.
A referência para as comparações quando surge uma nova jovem estrela no futebol mundial continua a ser a mesma: o Rei:-)

PARTE 1 AQUI 
PARTE 2 AQUI 
PARTE 3 AQUI 
PARTE 4 AQUI 
PARTE 5 AQUI

sábado, 30 de junho de 2018

DE 4 EM 4 ANOS, A LENDA SE TORNA CADA VEZ MAIS FORTE ...e INATINGÍVEL...

Independente de qual país será o vencedor do Copa do Mundo da Rússia,
o mito ganhou ainda mais força e a sua lenda tornou-se ainda mais poderosa, espetacular e fascinante.



Um jogador disputar 4 Copas do Mundo e vencer 3 até pode acontecer outra vez,
mas eu duvido muito que aconteça.
Estamos falando sobre um período com um mínimo de 8 anos e um máximo de 12 anos para que qualquer jogadoe de futebol consiga vencer 3 Copas. 

É quase surreal, impossível, inimaginável...mas não para  ELE  :-)




Como escrevi há tempos atrás, a Copa do Mundo é um torneio que se disputa de 4 em 4 anos. Se você tem 20 anos de idade e falhar, só aos 24 anos de idade você terá outra chance, se conseguir lá chegar outra vez.

ELE com 17 anos de idade, venceu pela primeira vez e com 29 anos de idade venceu pela terceira vez. E até 2022, ninguém conseguirá chegar perto.



domingo, 3 de junho de 2018

A revista "Four-Four-Two" tem qualquer coisa contra Pelé: inveja, má fé, raiva ou tudo junto



A revista Four-Four-Two divulgou uma lista com os 25 melhores jogadores de todas as Copas do Mundo, e novamente colocou Maradona em 1º lugar e o Rei - desta vez - ficou em 2º lugar ( a mesma revista havia colocado Pelé em 3º lugar nos 100 melhores jogadores de todos os tempos, atrás de Messi, ver AQUI).

Os critérios esquisitos usados pela revista, onde não perdoaram nada a Pelé e perdoaram tudo a Maradona, foram questionados AQUI.

Pelé dominava todos os fundamentos do futebol: 
passes, chutes, visão de jogo ou dribles (com as duas pernas), jogo de cabeça, 
e quando foi necessário, jogou como goalkeeper por 4 ocasiões, já que naquela época não haviam substituições.



Além disso, segundo as palavras de vários companheiros de equipe durante 2 décadas, Pelé era uma "aberração" física para apenas 1,73 metros de altura.
Pelé tinha força, velocidade, impulsão vertical igual a do jogador de basquete Michael Jordan, visão periférica, instinto matador, etc etc etc, enfim, Pelé era um jogador completo.
Por isso é que o seu ranking final no videogame FIFA 18 é de 98, ou seja quase perfeito.


Quando a mesma revista descreve Pelé como "o mais completo e mais icônico" jogador da história e ao mesmo tempo o coloca atrás de Maradona, não se consegue perceber qual a razão. Só pode ser inveja, má fé, raiva ou tudo junto.

Só um exemplo: Maradona marcou 345 gols em toda a sua carreira. 
Pelé aos 20 anos de idade já havia havia marcado 350 gols ( ver AQUI ).



Como já escrevi várias vezes aqui, Pelé não tem que provar nada a ninguém. 
Os outros é que têm que tentar pelo menos igualar o que Pelé fez no futebol.
Poucos conseguiram igualar ou superar gols em determinadas competições, 
mas no cômputo geral, ainda está para nascer quem consiga igualar ou superar todos os recordes do rei do Futebol.

domingo, 27 de maio de 2018

Crônica de Nélson Rodrigues sobre "o gol que Pelé não fêz" + VÍDEO

Em vésperas da Copa do Mundo, vamos falar do Rei de todas elas.
Pelé é famoso pelos seus mais de 1000 gols
muitos deles antológicos, feitos de todas as maneiras e para todos os gostos.


Mas Pelé também é recordado pelo seus "quase gols", (ver AQUI ) sendo que alguns deles fazem parte da história do futebol. Talvez seja também por isso que Pelé é incomparável, porque é o único jogador na história do futebol que será lembrado pelos gols que marcou, e também pelos gols que ele não marcou:-)



E esta obra-prima inacabada inspirou Nélson Rodrigues, o maior cronista esportivo de sempre no Brasil a escrever mais uma de suas únicas e inesquecíveis crônicas acerca de Pelé.


O grande sol do "scratch" brasileiro 

Nélson Rodrigues
*Crônica de Nélson Rodrigues publicada no jornal O GLOBO em 6 de junho de 1970, logo após o jogo Brasil x Tcheco-Eslováquia da Copa do Mundo de 1970, acerca d'o gol que Pelé não fêz'.

"Disse Rilke que a glória, o que chamamos glória, é a soma de mal-entendidos em torno de um homem e de uma obra. E não só a glória. Também a desonra pode ser outra soma de mal-entendidos."

Disse Rilke que a glória, o que chamamos glória, é a soma de mal-entendidos em torno de um homem e de uma obra. E não só a glória. Também a desonra pode ser outra soma de mal-entendidos. Qualquer um de nós já amou errado, já odiou errado. Eu próprio, certa vez, desprezei um homem, tive por esse homem a maior náusea ética. Não podia vê-lo sem que minha úlcera desse pulinhos de rã. Sem fazer segredo do meu horror, chamei-o, em público, de cadáver moral.

Eu teria, na ocasião, 17 anos. E o adolescente vive de falsos horrores. Tempos depois, verifiquei que estava errado, errado de alto a baixo. O homem que eu supunha infame era, na verdade, uma dessas nobilíssimas figuras exemplares, um falso defunto moral. Quase um santo.

Eis o que eu queria dizer: — dedico esta crônica aos equívocos que, em certos casos, inauguram a estátua e, em outros, desencadeiam a vaia. Começarei falando de Pelé, o divino crioulo.

Muitíssimas vezes, Pelé foi estátua e, muitíssimas vezes, foi vaia. Eu me lembro de um jogo do scratch brasileiro ( na época, a seleção brasileira também era chamada de o scratch ) em que jogou mal ou, como diz a gíria, jogou pedrinhas. E, no fim de certo tempo, explodia a ira da multidão. No futebol, a apoteose está sempre a um milímetro da vaia. Não sei se todos se lembram de um fato muito curioso. Num jogo Brasil x Inglaterra, aqui, no ex-Maracanã, ao ser anunciado o nome de Julinho, todo o estádio o  vaiou. Mas começa o jogo. Julinho fez uma série de jogadas perfeitas, irretocáveis. Em dez minutos, o que era humilhação passou a ser apoteose. E assim Julinho teve a fulminante reabilitação.

Volto a Pelé. Repito que, naquela tarde, ele foi pouquíssimo Pelé. E, então, começou a fúria popular. A ninguém ocorria que o super craque não precisa jogar bem. O perna de pau ( jogador ruim ) é que tem de se matar em campo. De mais a mais, o gênio pode ter as suas nostalgias da burrice. Em outro plano, Sartre, o grande Sartre, andou por aqui e disse coisas de que se envergonharia Luvizaro. Podia dizê-las, porque era Sartre. Por exemplo, afirmou o grande homem: — “O marxismo é inultrapassável”. O já citado Luvizaro não diria isso. Ele sabe que, daqui a quinze minutos, o marxismo pode estar ultrapassado por coisa muito melhor. Mas o que sabe Luvizaro Sartre pode ignorar, porque é Sartre.

E, em qualquer jogo de futebol, seja clássico ou pelada, Pelé pode fazer tudo, porque é Pelé. Se Pelé abrir a Revista do Rádio no meio do campo, ele estará usando um dos privilégios do gênio. Mas a multidão não perdoa, em Pelé, um passe errado. Se vinha o adversário e frustrava o seu drible, Pelé era quase apedrejado como uma adúltera bíblica. Éramos, ao todo, umas 150 mil pessoas. E dizíamos, uns aos outros, que Pelé já não era o mesmo. Houve um, mais afoito, que declarou: — “Pelé está morto.”

Ninguém protestou. Ou por outra, houve, sim, um protesto. Estava lá o Manoel Duque, que reagiu e gritou: — “Pelé continua sendo o maior jogador do mundo.” E, como um outro resmungasse, o Duque repetia: — “O maior jogador do mundo, em todos os tempos.” Mas, como ia dizendo: — vaiaram Pelé os noventa minutos. Posso dizer que influiu na vaia, além do mais, um certo cansaço, um certo tédio do mito. A multidão precisa destruir os mitos que promove.

A partir de então, não só o homem de arquibancada, também os “entendidos”, também os técnicos, também os cronistas começaram a meter a picareta na estátua de Pelé. Tem sido uma alegre demolição. O crioulo passou a ser o responsável por todos os males que afligiam a seleção. Fui a um sarau de grã-finos e lá ouvi alguém jurar: — “Pelé morreu para o futebol.”

Chegou a correr a notícia de que seria barrado do scratch e do Santos FC. Ou por outra: — do Santos FC, não, porque seu nome ainda é bilheteria. Cheguei a imaginar que, humilhado, ofendido, ele próprio saísse da seleção. Mas diz a minha vizinha gorda e patusca: — “Nada como um dia depois do outro.”

Já na classificação ( para a Copa do Mundo de 1970), Pelé teve momentos de Pelé. Mas insistíamos, obsessivamente: — “Não é o mesmo! Não é o mesmo!” E, para todo mundo, menos o Manoel Duque, já deixara de ser o maior jogador do mundo. Duque vivia repetindo: — “Mesmo jogando a metade do que sabe, ainda é o maior.” Até que chegou a primeira partida do Brasil, na Copa contra os tchecos. Ora, segundo todos os críticos de futebol, a Tchecoslováquia era um dos mais formidáveis concorrentes ao título mundial. Enquanto o Brasil se preparava em quinze dias, ela se cuidou durante quatro anos. Era assim uma potência da Jules Rimet.

Desde os primeiros momentos sentiu-se que o Rei era um falso defunto do futebol ou, mais do que isso, um salubérrimo defunto, a explodir de saúde. Aliás, recuando um pouco, eu poderia falar do jogo recente, aqui, no Mário Filho, contra a Áustria, onde Pelé foi maravilhosamente Pelé. Mas o que importa, de momento, é a nossa estreia de quarta-feira. Foi, em primeiro lugar, um homem isento de idade, isento de tempo, com uma vitalidade de 17 anos. Defendeu e atacou, estava em todas as posições ao mesmo tempo. Inventou jogadas que nenhum outro jogador faria, em qualquer tempo.

Foi no primeiro tempo? Não: — no segundo. Exatamente, no segundo tempo. l x l ainda no marcador. Recomeça a partida e Pelé estava ainda no campo brasileiro. Apanha a bola. E, súbito, recebe a visita do próprio gênio. Viu que o goleiro tcheco estava fora de posição, muito adiantado. Fez, então, o que não ocorreria a ninguém. De onde estava, deu um prodigioso tiro de cobertura. A TV, que não sabe fantasiar e tem o escrúpulo da mais exata veracidade, descreveu-nos o lance.

A câmera, numa tomada por trás do gol, mostra toda a curva implacável da bola. Por um momento, ninguém entendeu. Por que Pelé não passou? Por que atirava de tão espantosa distância? E o goleiro custou a perceber que era ele a vítima. Seu horror teve qualquer coisa de cômico. Pôs-se a correr, em pânico. De vez em quando, parava e olhava. Lá vinha a bola. Parecia uma cena d’Os três patetas. E, por um fio, não entra o mais fantástico gol de todas as Copas passadas, presentes e futuras. Os tchecos parados, os brasileiros parados, os mexicanos parados — viram a bola tirar o maior fino da trave. Foi um cínico e deslavado milagre não ter se consumado esse gol tão merecido. Aquele foi, sim, um momento de eternidade do futebol.

Pelé nunca foi tão alto no seu gênio. Mas por que fez isso? Simplesmente, ali o Rei se vingava das nossas vaias. E não só ele: — também o scratch, todo o scratch. Bem sei que as hienas da crônica ainda uivam contra a defesa. “Há falhas, há falhas”, rosnam as hienas (nas minhas crônicas as hienas rosnam). Lendo certos colegas, eu penso num velho episódio. Estava eu em Teresópolis, num edifício de apartamentos. Desci com a cachorrinha. Fazia uma diáfana manhã parnasiana, de um azul de soneto. No jardim, eu tremia. E, de repente, lá da janela, um vizinho pôs-se a esbravejar. Sabem por quê? Porque a cadelinha acabara de sujar o gramado. E, então, o sujeito achou que a porcaria mínima era mais importante, mais transcendente do que o céu, a floresta, a luz, as fontes, os pássaros. Assim fazem os cronistas que esquecem uma exibição deslumbrante para catar pequenas falhas que têm, cada uma, o tamanho de uma pulga.

Amanhã jogaremos com a Inglaterra. Eu sei que a Inglaterra é grande. Mas nós somos maiores, porque somos Brasil, imensamente Brasil, eternamente Brasil.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

VÍDEO - PELÉ GOLS FIFA 18 (PARTE 3) - Se Pelé jogasse hoje em dia, seria assim...



Se Pelé jogasse hoje em dia, 
seria assim...

domingo, 25 de março de 2018

VÍDEO: FIFA 18 - GOLS de PELÉ (2) - Se Pelé jogasse hoje em dia seria assim...



Se Pelé jogasse hoje em dia, 
seria assim...

sábado, 24 de março de 2018

VÍDEO - Gols de Pelé no FIFA 18 (1)



Se Pelé jogasse hoje em dia, seria assim...

 

domingo, 18 de março de 2018

PARTE 6 - O que eles fizeram ou fazem hoje, Pelé já havia feito antes

BBC Sport Academy: Imagine um jogador com a velocidade de Michael Owen,
a capacidade técnica de Thierry Henry,
a capacidade de cabeceio de Alan Shearer
e a capacidade de finalização de Ruud van Nistelrooy.
Imaginou? Bem, este jogador que você imaginou é apenas 50% do que era Pelé:-)

Neste vídeo abaixo - mais um excelente trabalho do canal youtube BELLA KONA
- você vai ver jogadas de Zidane, Ronaldinho Gaúcho, Maradona e Dennis Bergkamp.

E vai notar que o que eles fizeram, que em muitas vezes foram chamados de gênios ou extraterrestres, Pelé já havia feito antes:-)



Da série 
"O que eles fizeram ou fazem hoje, Pelé já havia feito antes"

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Marketing: Pelé e Mastercard mostram poder unificador do futebol (vídeo)


A Mastercard desafiou 22 pessoas de 22 culturas a colocar as diferenças de lado e a jogar futebol em conjunto. A equipa vencedora receberia bilhetes para a UEFA Champions League, de que a Mastercard é patrocinadora.
O objectivo da iniciativa, que decorreu sob o mote #StartSomethingPriceless, é mostrar o poder unificador do futebol, capaz de juntar diferentes nacionalidades, formas de jogar e de encarar a modalidade.
A campanha “22 Languages” mostra o resultado do desafio lançado, que contou ainda com a colaboração de Pelé. O melhor jogador de todos os tempos foi convidado a partilhar com os participantes o momento da vitória e também o do fracasso.
«Apesar de todos adorarmos a competição, o que realmente importa é o que somos e fazemos, dentro e fora das quatro linhas. O futebol tem, sem dúvida, um poder unificador e estes momentos retratam na perfeição o mote #StartSomethingPriceless», 
refere Pelé, em comunicado.
Raja Rajamannar, director de Marketing e Comunicação da Mastercard, acrescenta que não existe melhor exemplo desta premissa do que a UEFA Champions League: 
«É verdadeiramente única no que se refere a ultrapassar fronteiras e a transformar a vida de jogadores e fãs.»

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