FILME PELÉ ETERNO

FILME PELÉ ETERNO
A prova definitiva de quem é o melhor jogador de sempre

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Pelé parabeniza Obama por aniversário: "Pessoas como você fazem o mundo melhor'...

Pelé parabeniza Obama por aniversário: 'Pessoas como voce fazem o mundo melhor'


Pelé, que normalmente usa seu Instagram para mostrar momentos da carreira vitoriosa no futebol, fez um raríssimo post de cunho mais pessoal para dar parabéns ao ex-presidente americano Barack Obama, que está completando 59 anos nesta terça-feira (4).

"Para mim, Barack Obama representa a capacidade do ser humano de mudar o mundo através das boas ideias. Eu te admiro profundamente, Barack", escreveu Edson Arantes do Nascimento, o eterno Rei do Futebol. "Pessoas como você fazem o mundo melhor. Feliz aniversário!", disse o craque.

Obama recebeu a visita do Rei em 2019, "a lenda viva" que o ex-presidente dos EUA sempre quis conhecer (ver AQUI)


Ele ilustrou seu post com uma imagem ao lado de Obama e dando para ele uma camisa da seleção brasileira com a dedicatória "Para presidente Obama, com abraço, Edson Pelé."

Nota do autor: Tanta grandeza e história em uma só foto:-)

sábado, 1 de agosto de 2020

FOTO DO DIA: PELÉ e KOBE BRYANT

Pelé e Kobe Bryant

PELÉ, TEOFILO CUBILLAS E KOBE na Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
Em 2014, 3 gigantes do esporte em uma só foto. Pelé, Teófilo Cubillas e Kobe Bryant.


O mundo perdeu um ìcone dos esportes, com a morte de Kobe Bryant. Um ícone, não só do basquete norte americano, mas como também do mundo todo.

Em 2013, Pelé enviou uma camisa
autografada para Kobe Bryant como
prenda de aniversário.
Mas apesar de toda a tristeza, o mundo pelo menos vai ter um grande legado de Kobe Bryant, que contou certa que vez ao jornal Folha de São Paulo, que Pelé e Oscar Schmdit, o inspiraram.

Em entrevista no ano de 2003, ao jornal Folha de São Paulo, Kobe Bryant, revelou que na verdade ele queria ser jogador de futebol, porém mesmo indo depois para o basquete, Pelé acabou inspirando a sua carreira.

Ele começa contando que certa vez os seus pais ouviram quando uma bola entrou voando pela janela de casa em Cireglio, na Itália, onde moravam.

Eles vieram para o quintal, correndo e gritando: “KOBE!”. Eu sabia que eu estava em apuros (risos).

“Você enlouqueceu! O que está fazendo?”

Kobe Bryant disse que naquela hora não tinha desculpas para apresentar.

“Não tinha para onde correr, onde me esconder. Olhei fundo nos olhos irados de minha mãe e falei: “Mãe, quero sero Pelé!”.

Ele ainda acrescentou, que mesmo não se tornando um jogador de futebol, no entanto ao tentar imitar o rei do futebol, isso acabou refletindo no seu jogo na quadra de basquete.


Pelé e Oscar Schmidt em evento da Gillete em 2014.
Além disso, nessa mesma entrevista, Kobe ressaltou ainda que Oscar Schmidt também foi uma grande referência para ele.


“Brasil, você não tem ideia de quanto impactou minha vida e carreira, desde Pelé até Oscar Schmidt, desde uma janela quebrada até uma partida de 81 pontos. Obrigado!” finalizou.



No vídeo abaixo, uma parte da entrevista de Kobe Bryant à ESPN. ( Ver AQUI )



RIP KOBE.

sábado, 25 de julho de 2020

FOTO DO DIA: Pelé e Ayrton, a cores


Esta foto de duas lendas do esporte mundial, foi tirada num dia muito feliz e inesquecível para o esporte brasileiro. 
Ver AQUI

sábado, 11 de julho de 2020

FOTO DO DIA: O Diploma enviado pela FIFA que consagrou o 1000º gol de Pelé

Na legenda da foto acima diz: "Ricardo Serran, editor de esportes de "O Globo", entregou a Pelé o
Diploma em que a FIFA consagra o recorde."
O Diploma estava assinado por Sir Stanley Rous, presidente da FIFA na época.

1ª página de "O Globo" de 20/11/1969, edição matutina.

No dia 20 de novembro de 1969, a 1ª página de um dos maiores jornais do Brasil, "O Globo", destacava meia página ao 1000º gol de Pelé, marcado na noite de 19/11/1969 no estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, na vitória sobre o CR Vasco da Gama por 2 x 1. Para os meus leitores de todo o mundo que não percebem a língua portuguesa, aí vão os textos escritos na 1ª página, destacados por 3 cores.

Na parte destacada em amarelo, o texto diz:
"Foi aos 32 minutos do 2º tempo, quando mais de 60 mil pessoas, no Maracanã, já desesperavam de ver ver o milésimo gol de Pelé. O CR Vasco da Gama tentava defender o empate a uma bola e o Santos FC pressionava. De repente, Pelé apareceu como um furacão na área do Vasco e Fernando não hesitou: fêz "penalty". Era a oportunidade e Pelé não a desperdiçou. Todo mundo parou para ver, até Andrada (goleiro do Vasco), que assim entrou para a história como o "goleiro mil". (ESPORTES)"

A parte destacada em verde diz:
"Foi uma noite de glória sem para para o Rei do futebol. Pelé começou por hastear a Bandeira Nacional (foto), e depois, em campo, perseguiu o milésimo tento com o maior afinco. Quando, finalmente, conseguiu a extraordinária façanha, foi o delírio, a apoteose: houve invasão de campo por fotógrafos e cinegrafistas, enquanto a platéia explodia de entusiasmo. O maior jogador de todos os tempos acabava de conseguir um recorde praticamente imbatível e a que O GLOBO, obtendo por antecipação o diploma da FIFA, dera foros de acontecimento não apenas nacional, mas mundial.  Agora para Pelé, só resta outra grande meta a atingir: a Copa Jules Rimet, em 70, com as "feras" do Saldanha. (Assim era chamada a Seleção Brasileira quando o treinador era João Saldanha.)

A parte destacada em azul apresenta a seguinte legenda:
RICARDO SERRAN, editor de esportes de "O GLOBO", entregou a Pelé o diploma em que FIFA consagra o recorde.
Mais abaixo, as manchetes em tamanho maior, com os textos escritos em português ( clicar para ampliar as imagens).


As fotos acima não são montagem, nem são falsas. 
Quem tiver qualquer dúvida da veracidade das imagens acima, vá ao arquivo do jornal "O GLOBO" na internet ( tem que ser assinante ) e procure o dia 20 de novembro de 1969.
Estão lá, digitalizadas, todas as páginas das edições matutina e vespertina.

Como podem ver com os próprios olhos, a FIFA estava a acompanhar os gols de Pelé, assim como todos os jornalistas e historiadores, brasileiros ou estrangeiros, daquela época. 

E já prevendo que mais cedo ou mais tarde o 1000º gol iria aparecer, a FIFA enviou em finais de outubro de 1969, um diploma assinado por Sir Stanley Rous, presidente da entidade naquela época, para consagrar o gol 1000 de Pelé, como foi publicado na página 25 da edição de 2 e 3 de novembro de 1969 do jornal Correio da Manhã do Rio de Janeiro ( no printscreen destacado em amarelo).

Diz o texto em sua 1ª parte, num total de 3 partes: 
"Nem mesmo a FIFA sabe dizer se algum outro jogador se aproximou, sequer, da marca dos 1000 gols. O diploma que Sir Stanley Rous enviou para ser entregue a Pelé, no dia em que ele completar a série, não menciona a palavra record, nem sugere que o feito é inédito. No entanto, a esta altura, em todas as partes do mundo, comenta-se a progressão que Pelé vem cumprindo no sentido de chegar ao milésimo gol. E não há referência a outro goleador que tenha chegado a tanto."

( Quem se interessar em ver o resto do texto e todas as reportagens ( escritas em português ) da página 25 sobre Pelé, e também todas as outras páginas, ver  AQUI ). 



NOTA do autor do blog: 
A História foi escrita em letras de ouro quando em 19 de novembro de 1969, 
Pelé atingiu a marca de 1000 gols na sua brilhante carreira, 
marca esta consagrada pela entidade máxima do futebol mundial, a FIFA.
Ponto final neste assunto.

sexta-feira, 3 de julho de 2020

FIFA 20 | PELÉ GOALS | PARTE 5

Se Pelé jogasse hoje em dia, seria assim:-)

Pelé não driblava para fazer malabarismos ou para humilhar os adversários. Pelé driblava com objetividade, com arte e na medida certa, sempre para encontar o caminho mais curto até a baliza adversária. Eu quando jogo com Pelé no FIFA 20, procuro tentar fazer as jogadas e os gols que eu vi ele fazer. Consegui algumas vezes no FIFA 19, ver AQUI. E com certeza ele faria assim, sem perder tempo com dribles desnecessários quando tem a chance de chutar e marcar gols.

Nota: Assim como em todos os vídeos anteriores que publiquei, no FIFA 20 as definições de jogo e dos jogadores na PS4 são sempre as originais de fábrica, nada foi alterado para melhorar a performance dos chutes, dribles, sprints ou outra coisa qualquer.

Mesmo porque se voce fizer "batota" para ganhar os jogos jogando contra a máquina, quando voce jogar online não poderá fazê-lo.

Fazer batota offline para marcar gols fantásticos e fazer jogadas espetaculares para publicar nas redes sociais é o mesmo que enganar a si próprio.
Porque ao fazer batota contra a máquina, você nunca poderá saber se é bom o suficiente para vencer jogos contra outros jogadores online.
Quem joga no FIFA 20 sabe disso muito bem.
Modo: o mais difícil. 6 minutos cada parte.


domingo, 28 de junho de 2020

Se misturarem as melhores qualidades de Messi e CR7 num só jogador, a resposta é simples




Por MarcosAOTeixeira em 2019.

Vira e mexe, aparecem polêmicas que tentam comparar jogadores diferentes, de épocas diferentes, a vaticinam que este é melhor que aquele e pronto. A mais nova é sobre o melhor jogador de todos os tempos — ou GOAT (Greatest Of All Times, de acordo com as redes sociais): Messi, Cristiano Ronaldo ou Pelé.
O estopim foi a fase de oitavas de final da Liga dos Campeões de 2019, quando Cristiano passou por cima do Atlético de Madri e fez os três gols que classificaram sua Juventus aos quartos da competição. Um luxo. A resposta de Messi foi uma atuação de gala (mais uma) no passeio sobre o Lyon, completada na soberba partida feita na goleada sobre o Bétis, pelo Campeonato Espanhol.

Nada de novo, portanto, do que ambos já vêm fazendo há pelo menos 12 anos.

O duelo entre eles é o que há de mais bonito no futebol mundial e ninguém, atualmente, sequer está próximo dos dois. O português é o maior artilheiro da Liga das Campeões, torneio que conquistou em cinco oportunidades, o mesmo número de Bolas de Ouro que possui. Seis tem o argentino, que venceu a maior competição de clubes do mundo quatro vezes. Isso fora o que fazem no dia a dia, o que não é pouco, ainda mais se considerarmos os feitos dos jogadores, com marcas atrás de marcas, hat-tricks aos montes e atuações monumentais nos principais palcos do mundo.

Aí vem a questão: eles já superaram o Rei? Bom, vamos a alguns fatos: Pelé, na maior competição do futebol, a Copa do Mundo, tem três títulos nas quatro Copas que jogou, o mesmo número de Copas que tiveram Messi e Cristiano em campo. Messi, finalista em 2014, tem seis gols em Copas, todos na primeira fase; Cristiano, semifinalista em 2006, quando foi um jovem coadjuvante do time que tinha Figo como principal expoente, tem um a mais, e nenhum a partir das oitavas. Pelé, que marcou 12 gols, só na Copa de 58 fez seis, três deles na semifinal com a França e dois na final, sobre a Suécia, sede daquela edição. Pelé, então coroado Rei, tinha 17 anos.




Há quem diga que Pelé enfrentou jogadores menos capazes do que a dupla de antagonistas do Século XXI, que “o Campeonato Paulista nem se compara com com La Liga ou com a Champions”. Ora, entre os anos 1950 e 1960 — que concentram as três primeiras conquistas mundiais pela Seleção, fora os títulos mundiais do Santos FC, em 62–63 — os melhores jogadores estavam no Brasil. Todos os campeões das Copas de 1958 e 1962 disputavam o Rio-S.Paulo, torneio em que Pelé deitava e rolava, como fazia em todos. Nem na Copa do Mundo de 1970 havia um forasteiro sequer. Eis as listas:


 


1958:
Goleiros: Castilho (Fluminense) e Gylmar (Corinthians);
Laterais: De Sordi (São Paulo), Djalma Santos (Portuguesa), Nilton Santos (Botafogo) e Oreco (Corinthians);
Zagueiros: Bellini (Vasco), Mauro (São Paulo), Orlando (Vasco) e Zózimo (Bangu);
Meio-campo: Dida (Flamengo), Didi (Botafogo), Dino Sani (São Paulo), Moacir (Flamengo) e Zito (Santos);
Atacantes: Garrincha (Botafogo), Joel (Flamengo), Mazzola (Palmeiras), Pelé (Santos), Pepe (Santos), Vavá (Vasco) e Zagallo (Botafogo).






1962:
Goleiros: Castilho (Fluminense) e Gylmar (Santos);
Laterais: Altair (Fluminense), Djalma Santos (Palmeiras), Jair Marinho (Fluminense) e Nilton Santos (Botafogo);
Zagueiros: Bellini (São Paulo), Jurandir (São Paulo), Mauro (Santos) e Zózimo (Bangu);
Meio-campo: Didi (Botafogo), Mengálvio (Santos), Zequinha (Palmeiras) e Zito (Santos);
Atacantes: Amarildo (Botafogo), Coutinho (Santos), Jair da Costa (Portuguesa), Garrincha (Botafogo), Pelé (Santos), Pepe (Santos), Vavá (Palmeiras) e Zagallo (Botafogo).






1970:
Goleiros: Ado (Corinthians), Felix (Fluminense) e Leão (Palmeiras);
Laterais: Carlos Alberto (Santos), Everaldo (Grêmio), Marco Antonio (Fluminense) e Zé Maria (Portuguesa);
Zagueiros: Baldocchi (Palmeiras), Brito (Flamengo), Fontana (Cruzeiro) e Joel Camargo (Santos);
Meio-campo: Clodoaldo (Santos), Gerson (São Paulo), Rivelino (Corinthians) e Piazza (Cruzeiro);
Atacantes: Edu (Santos), Dario (Atlético Mineiro), Jairzinho (Botafogo), Paulo Cesar Caju (Botafogo), Pelé (Santos), Roberto Miranda (Botafogo) e Tostão (Cruzeiro).

Ou seja, este argumento, que tenta colar que os campeonatos europeus eram mais fortes que o Campeonato Paulista ou o Carioca, não se sustenta.

Há os que dizem que o futebol era muito mais fácil, que os sistemas táticos não eram tão fechados e que o futebol não era tão físico e veloz como é hoje. Não deixa de ser verdade, mas a tal facilidade é discutível: o esporte, como tudo no mundo, evoluiu. Se há menos espaços, e não há folga mesmo, as condições são bem melhores. Pelé pegou gramados ruins, equipamentos rústicos, bola pesada e uma época em que a medicina esportiva era incipiente, além do fato de o jogo ser mais violento, sem tantas câmeras pegando as pancadas que os jogadores levavam. 


Messi e Cristiano, por sua vez, têm à disposição uma equipe de profissionais, tratamentos que atenuam o desgaste físico das partidas, programas de computador que ajudam a analisar o desempenho, bolas que começam e terminam o jogo com o mesmo peso, gramados em perfeitas condições, uniformes que não retêm suor, não terminam o jogo empapados ou, como a pelota, com uma parcela da chuva que eventualmente tenha caído.


Alguns fatores favoreceram o Rei, é bom destacar, como ter companheiros de seleção melhores, mas não serve como desculpa, principalmente para Messi, porque Maradona com piores companheiros de seleção do que Messi, levou a Argentina a duas finais de Copa do Mundo, em 1986 e 1990, e foi campeão do mundo 1986. 

O principal deles é que ele, assim como Messi, vestiu a mesma camisa durante toda a carreira (a passagem pelo Cosmos aconteceu após a despedida oficial pelo Santos), não precisando se adaptar a novas formas de jogo e à vida em outros sítios. Nos dias de hoje, e isso é um ponto a favor do argentino, é praticamente inimaginável que Pelé permanecesse no Santos FC nos dias de hoje.

Da mesma forma, não resta dúvida de que o Rei seria um jogador ainda mais completo, uma vez que nasceu com todo aquele enorme talento. Pelé, que media 1,73m (achou que fosse mais alto, né?), provavelmente, seria mais alto e mais forte, considerando o resultado da sua aplicação, combinada com a evolução humana e os avanços em todas as áreas, incluindo a esportiva.

Temporada após temporada, Messi e Cristiano se reinventam, tornam-se melhores porque Messi é e Cristiano faz de tudo para ser, e consegue. Um é arte pura. O outro, obstinação. E a pergunta inevitável é a seguinte: como seria um jogador com o talento de Messi e a determinação de Cristiano?

A resposta é simples: este é Pelé.

domingo, 21 de junho de 2020

Torneio de Paris: Santos FC goleou o campeão europeu por 6 x 3, em 15 de junho de 1961

Torneio de Paris: em 15 de junho de 1961, 
Santos FC goleou o campeão europeu por 6 x 3

1ª página do jornal "A Gazeta esportiva" de 16 de junho de 1961

Por Gabriel Pierin

No dia 15 de junho de 1961, quinta-feira à noite, o Santos goleava o Benfica, campeão português e europeu, por 6 a 3 e garantia a taça do Torneio de Paris pela segunda vez consecutiva. Um duelo com muitos gols entre o Santos FC do Rei Pelé e o Benfica do estreante Eusébio.

Jogado por quatro equipes, o Torneio de Paris convidava credenciadas equipes estrangeiras para uma disputa contra grandes times da França. Na estreia, diante de 40 mil pessoas, em jogo eletrizante, o Santos vencera o Racing, da França, por 5 a 4, e o Benfica passara pelo Anderlecht, da Bélgica, por 3 a 2.

Jornal da época com a reportagem sobre
os 5 x 4 entre o Santos e o Racing
Um ano depois de ter conquistado pela primeira vez o torneio parisiense, o Santos garantia novamente a vaga para a final. Para conquistar o bicampeonato a equipe brasileira tinha um grande desafio pela frente.

Apenas duas semanas antes do confronto, o Benfica sagrara-se campeão europeu. Além de melhor equipe da Europa, naquela noite, contra o temido Santos, o técnico húngaro Béla Guttmann faria estrear o moçambicano Eusébio, que já vinha para o time de Lisboa com a fama de ser um atacante fora de série.

Manchete de um jornal brasileiro da época com reportagem da UPI.

O técnico Lula escalou o time com uma formação que incluía o ataque mágico: Laércio, Mauro e Décio Brito; Getúlio, Brandão e Lima; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Béla Guttmann armou o Benfica com Barroca, Mário João, Germano e Ângelo (Mendes); Neto e Cruz; José Augusto, Santana (Eusébio), Águas, Coluna e Cavem.

O Santos foi implacável no primeiro tempo, abrindo uma vantagem de 4 a 0. O primeiro gol saiu dos pés de Lima aos seis minutos, após uma troca de passes com Coutinho. Aos 24, Pelé aproveitou uma cobrança de escanteio e finalizou de cabeça. Quatro minutos se passaram, Pelé avançou da intermediária para o ataque driblando todos os adversários e cruzou para Coutinho completar, também de cabeça. O quarto veio com a marca do ponta-esquerda, Pepe. O atacante chutou forte uma cobrança de falta sem chance para o goleiro.

O Santos FC voltou para o segundo tempo parecendo que ia repetir o feito. Logo aos quatro minutos da 2ª parte, Pelé comandou o ataque e deu passe para Pepe marcar seu segundo gol, o quinto para o time brasileiro.

Mas o Santos parou por aí. Acomodados, os brasileiros deram chance para o Benfica se reorganizar. O atacante moçambicano Eusébio substituiu Santana e incendiou o jogo. A jovem promessa de apenas 19 anos, que estreava no time português, confirmou a fama de goleador e marcou três gols na sequência.

Na opinião do jornal L'Equipe, o jogo entre o Santos FC e o Benfica foi a disputa extra-oficial do título mundial, na manchete do jornal brasileiro "A Gazeta Esportiva"
O Benfica poderia ter encostado no marcador. Eusébio ainda sofreu um pênalti e a cobrança foi desperdiçada. Augusto chutou mal e Laércio defendeu a penalidade. No final do jogo, o Santos confirmou sua superioridade de forma irrefutável. Aos 43 minutos, Pelé fintou toda a defesa do Benfica e tocou na saída do goleiro.

Diante de 40 000 torcedores que lotaram o Parc des Princes, o árbitro Pierre Achinte apitou o final da partida, confirmando o bicampeonato do Torneio de Paris para os brasileiros.

A MELHOR EQUIPE DO MUNDO, diz a foto do jornal "L'EQUIPE" em 1961

sábado, 13 de junho de 2020

ATLETA DO SÉCULO 20: PELÉ em 1º lugar | ATLETA DO SÉCULO 21: Messi e CR7 nem figuram no TOP 5

Em 2016, Pelé recebeu das mãos do
Presidente do COI a Ordem Olímpica,
a maior honraria entregue a um esportista.
Em 1999, no último ano do século 20, o Comitê Olimpico Internacional elegeu Pelé como o ATLETA DO SÉCULO

Pelé concorreu com os melhores atletas de todas as modalidades esportivas em TODAS as décadas que compuseram o século 20.

Resumindo: Pelé foi eleito o MELHOR de todos os MELHORES.

Em 2020, o jornal MARCA da Espanha fez uma lista dos melhores atletas do século 21, que só tem ainda 2 décadas, ou 20 anos. 

Em 1º lugar o jornal espanhol elegeu, com toda a justiça, o nadador americano Michael Phelps. 

Messi ficou em 7º lugar e CR7 em 10º lugar. 

Como alguém pode afirmar que Messi ou CR7 são melhores do que Pelé, se nem sequer conseguiram ficar no top 3 dos melhores atletas do século 21 que tem apenas 20 anos de vida? Ainda faltam 80 anos para este século acabar. 

Não sabemos se até 2099 surgirão novos gênios do esporte que possam superar Michael Phelps, Usain Bolt ou Roger Federer, nem esta é uma eleição oficial ou definitiva do COI, que é simplesmente a maior autoridade esportiva do planeta. 

Mas não restam quaisquer dúvidas que, no século 20, nenhum atleta de qualquer esporte foi melhor que Pelé.
E no futebol em particular, até a data de hoje, nenhum futebolista sequer igualou o Rei no conjunto da obra.


Um Rei entre reis.

A lista dos melhores do século 21 do jornal MARCA.
1.º Michel Phelps (Natação)
2.º Usain Bolt (Atletismo)
3.º Roger Federer (Ténis)
4.º Rafael Nadal (Ténis)
5.º Kobe Bryant (NBA)
6.º Tiger Woods (Golfe)
7.º Lionel Messi (Futebol)
8.º Lewis Hamilton (Fórmula 1)
9.º Valentino Rossi (Motociclismo)
10.º Cristiano Ronaldo (Futebol)

ATLETA DO SÉCULO 20: PELÉ, o 1º da lista
ATLETA DO SÉCULO 21: Messi  e CR7 nem figuram no TOP 5.

terça-feira, 5 de maio de 2020

VÍDEO | FIFA 20 - PELÉ GOALS - PARTE 4

Se Pelé jogasse hoje em dia, seria assim:-)

Pelé não driblava para fazer malabarismos ou para humilhar os adversários. Pelé driblava com objetividade, com arte e na medida certa, sempre para encontar o caminho mais curto até a baliza adversária. Eu quando jogo com Pelé no FIFA 20, procuro tentar fazer as jogadas e os gols que eu vi ele fazer. Consegui algumas vezes no FIFA 19, ver AQUI. E com certeza ele faria assim, sem perder tempo com dribles desnecessários quando tem a chance de chutar e marcar gols.

Talvez seja esta a enorme diferença de Messi e CR7 para Neymar. Messi e CR7 jogam com objetividade. Juntos ganharam 11 Bolas de Ouro e 9 Champions League.
Neymar joga para fazer malabarismo e humilhar os adversários.

Nota: Assim como em todos os vídeos anteriores que publiquei, no FIFA 20 as definições de jogo e dos jogadores na PS4 são sempre as originais de fábrica, nada foi alterado para melhorar a performance dos chutes, dribles, sprints ou outra coisa qualquer.

Mesmo porque se voce fizer "batota" para ganhar os jogos jogando contra a máquina, quando voce jogar online não poderá fazê-lo.

Fazer batota offline para marcar gols fantásticos e fazer jogadas espetaculares para publicar nas redes sociais é o mesmo que enganar a si próprio.
Porque ao fazer batota contra a máquina, você nunca poderá saber se é bom o suficiente para vencer jogos contra outros jogadores online.
Quem joga no FIFA 20 sabe disso muito bem.
Modo: o mais difícil. 6 minutos cada parte.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

VÍDEO | FIFA 20 - PELÉ GOALS - PARTE 3

Se Pelé jogasse hoje em dia, seria assim:-)

Nota: Assim como em todos os vídeos anteriores que publiquei, no FIFA 20 as definições de jogo e dos jogadores na PS4 são sempre as originais de fábrica, nada foi alterado para melhorar a performance dos chutes, dribles, sprints ou outra coisa qualquer.

Mesmo porque se voce fizer "batota" para ganhar os jogos jogando contra a máquina, quando voce jogar online não poderá fazê-lo.

Fazer batota offline para marcar gols fantásticos e fazer jogadas espetaculares para publicar nas redes sociais é o mesmo que enganar a si próprio.
Porque ao fazer batota contra a máquina, você nunca poderá saber se é bom o suficiente para vencer jogos contra outros jogadores online.
Quem joga no FIFA 20 sabe disso muito bem.
Modo: o mais difícil. 6 minutos cada parte.


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