Roberto Rivellino, 75 anos. Parabéns " A Patada Atômica":-)
Esta é a 5ª publicação que faço sobre um dos melhores jogadores da História. Tive a sorte de acompanhar a sua carreira do início ao fim, e era um prazer ir ao Maracanã para ver ao vivo um dos meus ídolos de infância e adolescência espalhar a magia do seu futebol.
E para quem ainda não sabe, Rivellino era o ídolo de infância de Diego Armando Maradona ( ver AQUI ).
Os outros 4 posts que fiz sobre Rivellino clique AQUI .
Resolvi prestar esta pequena homenagem ao "Reizinho do Parque" com 3 vídeos.
Apesar da imagens não estarem em HD, o vídeo abaixo mostra claramente o futebol maravilhoso que Rivellino exibia nos campos de futebol. Se jogasse hoje em dia, era forte candidato a vencer a Bola de Ouro da France Football e certamente teria sido eleito o melhor do mundo muitas vezes.
E nos dois vídeos abaixo, alguns gols no FIFA 17, onde Rivellino faz parte de um time "muito fraquinho", que tem Michel Preud'homme na baliza ( Peter Shilton e Thomas Ravelli são os suplentes );
Na defesa tem Carlos Alberto Torres, Marius Tresor, Ronald Koeman e Giacinto Fachetti ( ou Leonardo );
no meio-campo jogam Boniek, Zico e Rivellino ( Bruno Conti e Abedi Pelé são os suplentes );
e no ataque tem Rudi Voeller, Eric Cantona e Jean Pierre Papin ( e Roger Milla, Hugo Sanchez, Hans Krankl, Amancio Amaro, Bum Kum Cha no banco de reservas ).
France Football fez revisão dos critérios, e pelas regras atuais, Pelé teria ganho 7 Bolas de Ouro
A capa da France Football com as 7 Bolas de Ouro seria mais ou menos parecida com isto:-)
Apesar de ser considerado o maior jogador de todos os tempos, Pelé nunca recebeu a Bola de Ouro, troféu que premia o melhor atleta de cada temporada. Isso porque, até 1995, apenas jogadores nascidos na Europa participavam da disputa.
Capa da revista France Football de 60 anos (Foto: Reprodução)
No entanto, em sua edição de 60 anos, arevista“France Football” – criadora do prêmio – revisou toda a lista, utilizando as regras atuais:
atletas de todos os países e de todos os clubes concorrendo ao prêmio.
Dessa forma, Pelé teria conquistado sete títulos, desbancando o argentino Messi, que tem quatro e, oficialmente, é o maior vencedor.
O Rei do futebol teria sido eleito, de forma consecutiva, entre os anos de 1958 e 1961, derrotando Raymond Kopa, Di Stéfano, Luis Suárez e Omar Sivori, respectivamente.
Em 1962, apesar de Pelé ter vencido todas as competições que disputou, o prêmio seria dado para Garrincha, que teve atuações soberbas na Copa do Mundo daquele ano, o que vem provar que a Copa do Mundo sempre teve um peso muito maior do que as competições de clubes.
Montagem de capas da France Football com os prêmios do Rei Pelé (Foto: Reprodução SporTV)
Nas próximas duas premiações, 1963 e 1964, Pelé voltaria a ser escolhido como o melhor do ano, derrotando Lev Yashin e Denis Law, respectivamente.
A última Bola de Ouro para o eterno ídolo brasileiro teria sido conquistada em 1970, derrotando o alemão Gerd Müller.
Na parte preta da página, o "novo palmarés" da Bola de Ouro
Por mais que alguns tentem diminuir, minimizar ou até ridicularizar o Rei do Futebol,
a verdade é que até mesmo o próprio futebol faz justiça a Pelé.
Com as regras e os critérios de hoje,
e se ele pudesse ter participado entre 1958 e 1970 seriam
7 Bolas de Ouro em 13 anos!!!
7 títulos em 13 possíveis!!!
Mais de 50%!!!
Os números não mentem e as estatísticas muito na moda hoje em dia, apenas confirmam que o melhor de todos os tempos é verdadeiramente o melhor de todos os tempos.
Pelé é considerado Rei não só pelo conjunto da obra inigualável que fez no futebol.
É também uma das 10 maiores celebridades do século 20, um dos homens mais conhecidos da História.
E mesmo nos dias de hoje, 4 décadas após ter pendurado as chuteiras, onde vai é recebido como se fosse um chefe de estado, uma estrela de cinema, um Rei.
Onde Pelé vai, há multidão e fotógrafos à volta.
Todo o mundo conhece ou já ouviu falar de Pelé, desde reis, rainhas, presidentes, estrelas de cinema e da música, velhos, novos, até o varredor de rua.
E desde sempre, quando surge uma nova estrela no futebol, a comparação inevitável é com o Rei, mas as novas estrelas sempre passa(ra)m de moda, e o Rei permanece como o alvo a abater.