FILME PELÉ ETERNO

FILME PELÉ ETERNO
A prova definitiva de quem é o melhor jogador de sempre
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domingo, 6 de fevereiro de 2022

FOTO DO DIA: 🏆🏆🏆🏆🏆1962, o ano em que Pelé ganhou tudo o que disputou


 
🏆No ano de 1962, Pelé tinha 6 competições para disputar:
3 no Brasil ( Campeonato Paulista, Campeonato Brasileiro e o Torneio Rio-São Paulo )
e 3 fora do Brasil ( Libertadores da América, Campeonato Mundial Interclubes e a Copa do Mundo FIFA ).
Teve um aproveitamento de 100%, sagrando-se campeão em todas as 5 competições que disputou. 

👉*O Santos FC decidiu não participar do Torneio Rio-São Paulo daquele ano porque estava focado no principal objetivo do clube: ter tempo para treinamentos e estar muito bem preparado para tentar vencer a Copa Libertadores da América pela primeira vez.

sábado, 3 de julho de 2021

📹2012: Pelé, Zito, Pepe e Mazzola no adeus ao Estádio Rasunda na Suécia


Em 2012, Pelé, Zito, Pepe e Mazzola foram até Estocolmo na Suécia para se despedirem do Estádio Rasunda, palco onde em 29 de junho de 1958, conquistaram a 1ª Copa do Mundo para o Brasil.

👉Neste dia 29 de junho de 1958, Pelé com apenas 17 anos de idade, conseguiu dois recordes que até os dias de hoje ninguém igualou. E dificilmente alguém conseguirá:

- Mais jovem jogador a vencer uma Copa do Mundo
- Mais jovem jogador a marcar 2 gols em uma final de Copa do Mundo.

Dito isto, vamos à reportagem:

Emoção marca encontro de suecos e brasileiros veteranos da Copa de 58

Claudia Varejão Wallin

De Estocolmo para a BBC Brasil




Abraços, sorrisos e lembranças marcaram o reencontro emocionado de jogadores suecos e brasileiros, 54 anos depois da conquista do primeiro título mundial da seleção brasileira na Suécia.

A entrada dos jogadores brasileiros no estádio foi recebida, em tom de brincadeira, com uma sonora vaia de Agne Simonsson – o jogador que foi o autor do segundo gol sueco na final contra o Brasil. Aos risos, ele foi o primeiro a ser abraçado por Pelé.



"Sou um homem de três corações, mas é uma emoção grande estar aqui", disse Pelé numa referência à sua cidade natal de Três Corações (MG) ao voltar ao gramado de Råsunda junto a 11 finalistas da Copa de 1958 na Suécia.

"O Brasil começou aqui. Råsunda e a Suécia representam tudo para mim. A minha vida começou aqui. Agora, temos a grande responsabilidade de ganhar a nossa sexta Copa do Mundo", observou.

"Garrincha está lá no céu, olhando para nós aqui", acrescentou.



Entre os quatro campeões brasileiros da geração 58 presentes, o reencontro uniu, da esquerda para a direita, Pepe (77) Pelé (71 anos), Mazzola (74) e Zito, 80 anos. 

Os finalistas suecos eram oito senhores de cabelos brancos: Kurt Hamrin (77 anos), Agne Simonsson (77), Reino Börjesson (83), Sigge Parling (82), Bengt Gustavsson (84), Åke Johansson (84), Bengt Berndtsson (79) e o reserva Owe Ohlsson (74).



Hoje preso a uma cadeira de rodas, Agne Simonsson foi vítima de um derrame cerebral há três anos e fala com dificuldade. Mas ainda se lembra do gol: "Sim, sim", exclamou, entusiasmado, tentando expressar com gestos o que não conseguia dizer com palavras à BBC Brasil.

Emoções e reis

Debilitados pela idade, dois outros jogadores suecos entraram no estádio apoiados por bengalas - Åke Johansson e o ex-zagueiro Sigge Parling, que ainda se recorda da sensação que teve diante do mito Pelé:
"Quando Pelé marcou o quinto gol do Brasil, eu não queria mais marcá-lo. Só tinha vontade de aplaudi-lo.



Por outro lado, outro atacante sueco da final de 58, Kurt Hamrin, revelou não ter ficado tão impressionado assim com o camisa 10 brasileiro.

"Didi era o melhor. Primeiro, Didi. Em segundo lugar, Nilton Santos. Em terceiro, Bellini. Pelé era muito jovem e percebemos que iria se transformar em um grande jogador, mas na Copa de 58 ele não era o melhor. Depois, Pelé se transformou em um lendário jogador, e na minha opinião ele é a pessoa que mais fez pelo futebol na condição de embaixador do esporte", disse Hamrin, que hoje vive em Florença, na Itália – onde chegou a jogar em cinco clubes, incluindo Juventus, Fiorentina e A.C. Milan.

Já para o "rei do futebol", Pelé, a lembrança mais marcante daquele dia da final foi o encontro com o rei sueco, Carl Gustaf XVI:
"O que mais me impressionou foi que o rei desceu ao gramado para apertar a minha mão. Foi a primeira vez que um rei me cumprimentou", disse Pelé, que assim como Garrincha tinha começado a Copa de 1958 no banco dos reservas e terminado, aos prantos, como ídolo.



"O nome Råsunda nunca vai morrer no Brasil", proclamou o rei do futebol.

Ao entrar no gramado nesta terça-feira, Zito se surpreendeu:
"O estádio parece que foi feito de novo. Está novíssimo", disse ele, que divide com Pelé um dos momentos mais marcantes do dia da final de 58: "Foi quando o rei me abraçou".

Friends Arena

De Råsunda, os jogadores foram levados para conhecer a Friends Arena, o novo estádio que substituirá o antigo campo de 58.

"O novo estádio é fantástico. Pena que estou velho demais para jogar em uma catedral do futebol como essa", disse o ex-atacante Kurt Hamrin à BBC Brasil.




Em 1958, a final da Copa terminou com a torcida sueca aplaudindo a seleção brasileira, num Råsunda lotado por 50 mil pessoas.

Em torno do estádio nesta terça-feira, bandeirinhas comemorativas decoram as ruas com os dizeres "Suécia e Brasil, último duelo da seleção no Estádio Råsunda". Nesta quarta-feira, Brasil e Suécia se enfrentam em Råsunda numa espécie de reprise da final de 58, antes de o estádio ser demolido no ano que vem.

Segundo a Federação Sueca de futebol, praticamente todos os 33 mil ingressos para o amistoso já foram vendidos.




Único sobrevivente do Comitê Organizador da Copa daquele ano, Bengt Ågren de 82 anos, relembrou o dia da final.

"Eram seis horas da manhã quando me ligaram do (estádio de) Råsunda, e avisaram: está chovendo. Havia dois centímetros de chuva no gramado, tudo estava molhado. Falei um palavrão naquela hora. Havíamos tido 22 dias de sol, e justamente naquele dia, na final contra o Brasil, chovia. Mandamos gente às pressas para retirar a água. Mas quando a partida começou, a chuva tinha parado", diz

Ele conta que os suecos torciam por um milagre:
"Já era quase inacreditável termos chegado à final da Copa. Então, todos esperavam que um milagre pudesse acontecer: a Suécia vencer o Brasil."



Bengt lembra que o comitê sueco da Copa chegou a vaticinar a vitória brasileira, antes de a Suécia ter se classificado para a final:
"Eu e o restante do comitê sueco assistimos à semifinal entre Brasil e França (com placar de 5 a 2 para o Brasil), que em minha opinião foi a melhor partida de todas. No final, nós todos dissemos: os brasileiros vão vencer a Copa", conta Bengt.

Naquele momento, segundo ele, a seleção sueca disputava a semifinal contra a Alemanha em Gotemburgo, que garantiria a vaga na final contra o Brasil.

No dia da final em Råsunda, alguns jogadores estavam nervosos, lembra Bengt:

"Já outros, que haviam conquistado o terceiro lugar na Copa de 1950 no Brasil, eram mais experientes, estavam mais confiantes. Para o povo da Suécia, já tinha sido uma façanha ver a nossa seleção chegar à final. Mas havia esperança, entre todos nós."



Entre as tantas memórias daquele dia de 58, uma das que mais marcou tanto Kurt Hamrin como Bengt Åre foi a euforia brasileira:
"A imensa felicidade dos jogadores do Brasil, correndo em volta do estádio com uma enorme bandeira sueca, é inesquecível. Depois disso, Råsunda virou um lugar sagrado para o Brasil", disse Bengt Åre.

"Me entristece saber que Råsunda será demolido. Mas entendo que é necessário ter uma nova arena", pondera.


Tanta história junta nessa foto😉

VÍDEO
 

sábado, 26 de junho de 2021

📰TIME MAGAZINE, 14/06/1999 | 👑PELÉ entre as 100 pessoas mais importantes do Século XX

Em 14 de junho de 1999, a TIME MAGAZINE publicou uma edição especial com os 100 maiores heróis e ícones do Século XX.
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A mesma revista, na edição dos melhores da década de 26 de dezembro de 1969, já havia colocado o 1000º gol de Pelé entre os 10 eventos esportivos mais importantes da década de 60 (👉 AQUI ).

E sem surpresa nenhuma, Edson Arantes do Nascimento fêz parte deste seleto lote das 100 personalidades mais importantes do Século.
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Para escrever o texto de 3 páginas sobre o maior jogador de futebol de todos os tempos, a Time Magazine pediu a nada mais nada menos que o 2º homem mais poderoso do planeta ( o 1º, como é óbvio, é o presidente dos EUA ) entre 1969 e 1977, Henry Kissinger
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O 2º homem mais poderoso do planeta em 1975,
desceu ao campo de jogo só para cumprimentar o Rei.

Kissinger foi Secretário de Estado dos EUA entre 1973 e 1977 e Assistente do Presidente dos EUA para Assuntos de Segurança Nacional de 1969 a 1975, portanto era neste período o homem mais bem informado do planeta. É grande fã e amigo pessoal de Pelé. Foi um dos maiores responsáveis pela ida de Pelé para os Estados Unidos em 1975, tendo mesmo que intervir e usar toda a sua diplomacia junto do governo brasileiro. 

Vamos ao texto que Henry Kissinger "batizou" O FENÔMENO.
PELÉ: Ele dominou o futebol por 2 décadas com uma paixão igualada apenas pela de seus fãs em todo o mundo.
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Os heróis caminham sozinhos, mas tornam-se mitos quando enobrecem as vidas e tocam o coração de todos nós. Para quem ama o futebol, Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como Pelé, é um herói.

O desempenho de alto nível em qualquer esporte deve exceder a escala humana comum. Mas a performance de Pelé transcendeu a da estrela comum tanto quanto a estrela excede a performance comum. Ele marcou em média um gol em todos os jogos internacionais que disputou - o equivalente a um jogador de beisebol fazendo um home run em todos os jogos da World Series ao longo de 15 anos. 
Entre 1956 e 1974, Pelé marcou um total de 1220 gols - não muito diferente de fazer uma média de 70 home runs por ano durante uma década e meia.

Enquanto jogou, o Brasil venceu a Copa do Mundo, disputada quadrienalmente, três vezes em 12 anos. Ele marcou cinco gols em um jogo seis vezes, quatro gols 30 vezes e três gols 90 vezes. E não o fez com indiferença ou desdém - como fazem muitas estrelas modernas - mas com uma alegria contagiante que fez com que até as equipes sobre as quais triunfou compartilhassem seu prazer, pois não é nenhuma desgraça ser derrotado por um fenômeno que desafia a emulação.

Ele nasceu nas montanhas das grandes cidades costeiras do Brasil, na empobrecida cidade de Três Corações. Apelidado de Dico pela família, era chamado de Pelé pelos amigos do futebol, palavra cujas origens lhe escapam. Dico engraxou sapatos até ser descoberto aos 11 anos por um dos maiores jogadores do país, Waldemar de Brito.





Quatro anos depois, De Brito trouxe Pelé para São Paulo e declarou aos descrentes diretores da temática profissional santista; “Esse menino vai ser o maior jogador de futebol do mundo”. Ele rapidamente se tornou uma lenda. Na temporada seguinte, ele foi o artilheiro de sua liga. Como o ( jornal ) Times de Londres diria mais tarde, "Como se escreve Pelé? D-E-U-S" Ele é conhecido por interromper a guerra: ambos os lados na guerra civil da Nigéria estabeleceram um cessar-fogo de 48 horas em 1967 para que Pelé pudesse jogar uma partida na capital, Lagos.

Para entender o papel de Pelé no futebol, é necessária alguma discussão sobre a natureza do jogo. Nenhum esporte de equipe evoca o mesmo tipo de paixão primordial e universal como o futebol.

Durante a Copa do Mundo, os jogos das seleções nacionais de futebol impõem a programação da televisão ao ritmo de vida. No ano passado, participei de um jantar para membros importantes do estabelecimento britânico e convidados ilustres de todo o mundo na sóbria Spencer House em Londres. Os donos da casa tiveram o azar de terem escolhido a noite do jogo entre Inglaterra e Argentina - sempre uma rixa sangrenta, agravada nesta ocasião pela memória da crise das Malvinas.


O impecável público (ou pelo menos o suficiente para influenciar os apresentadores) fez questão de que os aparelhos de televisão fossem instalados em locais estratégicos, tanto na recepção quanto no jantar.

A partida foi para a prorrogação e exigiu uma disputa de pênaltis depois, de modo que o orador principal não conseguiu entregar sua mensagem até 23h E desde que a Inglaterra perdeu, o público não estava exatamente com humor para nada além de luto.

Quando a França finalmente venceu a Copa do Mundo, Paris ficou paralisada de alegria por quase 48 horas, o Brasil de desânimo por um período de tempo semelhante.


Eu estava no Brasil em 1962 quando a seleção nacional venceu a Copa do Mundo no Chile. Tudo parou por dois dias enquanto o Rio festejava um carnaval prematuro.

Não há nada comparável nos EUA. Nossos torcedores não se identificam com suas equipes dessa forma, em parte porque os esportes coletivos americanos são mais cerebrais e exigem um grau de habilidade que está além do alcance do leigo.


O beisebol, por exemplo, requer um conjunto de habilidades díspares: acertar uma bola lançada a 90 km/h, pegar uma bola voando na velocidade de uma bala e lançar longas distâncias com grande precisão.

O futebol requer um conjunto diferente de habilidades para cada uma de suas 11 posições. O espectador dos EUA, portanto, se vê vendo dois eventos distintos: o que está realmente acontecendo no campo de jogo e a tradução disso em estatísticas detalhadas e minuciosas. ele quer que seu time vença, mas também se comprometeu com o triunfo estatístico da estrela que ele admira. O herói do esporte americano é como Joe DiMaggio - uma espécie de Lone Ranger que caminha na solidão além do alcance da experiência comum, elevando-nos além de nós mesmos.

O futebol é um tipo de jogo totalmente diferente. Todos os jogadores devem possuir o mesmo tipo de habilidades - especialmente no futebol moderno, onde a distinção entre jogadores ofensivos e defensivos foi dissolvida. Sendo contínuo, o jogo não se presta a ser dividido em uma série de jogadas componentes que, como no futebol ou no beisebol, podem ser praticadas.

O beisebol e o futebol emocionam pela perfeição de suas repetições, o futebol pela improvisação de soluções para necessidades estratégicas em constante mudança. O futebol requer pouco equipamento, além de um par de sapatos. Todo mundo acredita que ele pode jogar futebol. E pode ser jogado por qualquer número de jogadores como um jogo de pickup.


Assim, o futebol fora da América do Norte é verdadeiramente um jogo para as massas, que podem se identificar com suas paixões, seus triunfos repentinos e suas desilusões inevitáveis. O beisebol e o futebol são uma exaltação da experiência humana; o futebol é sua encarnação.




Pelé é, portanto, um fenômeno diferente do astro do beisebol ou do futebol. As estrelas do futebol dependem de seus times, mesmo quando os transcendem. Alcançar o status de mítico como um jogador de futebol é especialmente difícil porque o pico de desempenho geralmente é bastante curto - apenas o menor número de jogadores tem o melhor desempenho por mais de cinco anos. Incrivelmente, Pelé teve um desempenho de alto nível durante 18 anos, marcando 52 goals em 1973, no seu 17º ano como profissional. As estrelas do futebol contemporâneo nunca chegam a 50 gols por temporada. Para Pelé, que tinha marcado três vezes mais de 100 gols por ano, era sinal de aposentadoria.

O status mítico de Pelé deriva também da forma como encarnou o personagem da Seleção Brasileira. Seu estilo afirma que virtude sem alegria é uma contradição em termos. Seus jogadores são os mais acrobáticos, senão sempre os mais competentes. Os times brasileiros jogam com contagiante exuberância. Quando aquelas camisas amarelas vão para o ataque - o que é na maioria das vezes - e seus torcedores vibram ao som inebriante das bandas de samba, o futebol se torna um ritual de fluidez e graça. Na época do Pelé, os brasileiros sintetizaram o futebol como fantasia.


Vi Pelé no auge apenas uma vez, na final da Copa do Mundo de 1970. O adversário do Brasil foi a Itália, que jogou sua defesa dura com arremetidas repentinas para empatar em 1 a 1, desmoralizando os brasileiros. A Itália poderia facilmente ter concentrado ainda mais sua defesa, até que seu frenético oponente começasse a cometer os erros que envolveriam sua ruína. Mas. liderado por Pelé, o Brasil não prestou atenção. Atacando como se os italianos fossem uma equipe de treino, os brasileiros jogaram no chão por 4 a 1.

Eu vi o Pelé algumas vezes depois, quando ele estava jogando pelo NY Cosmos. Ele não era mais tão rápido, mas estava exuberante como sempre. A essa altura, Pelé já havia se tornado uma instituição. A maioria dos fãs modernos nunca o viu jogar, mas de alguma forma eles sentem que ele faz parte de suas vidas. 
Ele fez a transição de superstar para figura mítica.



👉Nota do autor: Henry Kissinger, pelos cargos que ocupou entre 1969 e 1977 no governo dos EUA e como homem de confiança e conselheiro do Presidente dos Estados Unidos, era simplesmente o homem mais bem informado do planeta ( e provavelmente ainda é muito bem informado até hoje  ). 

O homem mais bem informado do mundo escreveu, na TIME MAGAZINE, que Pelé marcou 1220 gols entre 1956 e 1974
Se a estatística de "gol oficial e gol não oficial" existisse no tempo em que Pelé jogou futebol, Henry Kissinger certamente saberia, e certamente não teria escrito 1220 gols entre 1956 e 1974, certo?
Alguma dúvida?

TIME, 14/6/1999, REVISTA COMPLETA👉 AQUI

sábado, 6 de fevereiro de 2021

📜👑O 2º DIPLOMA que a FIFA conferiu a Pelé

O 1º Diploma que Pelé recebeu da FIFAassinado por Sir Stanley Rous, presidente da FIFA na altura, foi entregue a Pelé no vestiário do Estádio do Maracanã, momentos após o Rei ter marcado o gol nº 1000 na carreira, em 19 de novembro de 1969 ( ver AQUI ) 


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O 2º Diploma que a FIFA deu a Pelé foi este na foto original acima. 
Pelé e Franz Beckenbauer receberam este DIPLOMA da Ordem e Mérito, 
também assinado pelo presidente da FIFA na altura, Joseph Blatter, no dia 21 de maio de 2004 em Paris, por ocasião do Centenário da FIFA em 2004.

Aqui abaixo, a foto do Diploma foi melhorada para a leitura do texto com mais nitidez ( para quem sabe ler em inglês ). A parte do texto destacada em vermelho é sobre Pelé. O texto original no Diploma da FIFA foi escrito em inglês, mas logo abaixo da foto, tem a tradução para a língua portuguesa.
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Tradução do texto do Diploma:
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Milhões de dedicados fans do futebol nunca o viram jogar, mas os fans de todos os lugares ainda saúdam Edson Arantes do Nascimento, ou Pelé, como ele é conhecido no mundo inteiro, como o maior jogador de todos os tempos. O brasileiro tem escrito um importante e glorioso capítulo na história do futebol tudo por ele mesmo, ganhando as medalhas de vencedor da FIFA World Cup em 1958, 1962 e 1970, e marcando mais de 1000 gols em jogos competitivosSua destreza esportiva, senso de fair-play e modesto personagem fizeram dele um modelo a seguir para gerações de fans e jogadores.
Desde que encerrou a carreira, Pelé tem feito muitos valiosos serviços para o nosso jogo, tanto como Ministro dos Esportes como embaixador mundialmente reconhecido para o futebol.



Franz Beckenbauer é para a Alemanha o que Pelé é para o Brasil. Conhecido pelos media e pelos fans simplesmente como o Kaiser, Beckenbauer liderou a sua nação para a glória na Copa do Mundo FIFA em 1974 como jogador e em 1990 como treinador. Ele era um excepcional líbero, usando sua inimitável elegância no campo para guiar o FC Bayern de Munique em direção ao topo do jogo no mundo. Atualmente ele é um administrador de sucesso e figura de proa, enquanto sob sua presidência o Bayern tem ganho uma série de honrarias nacionais e internacionais. Beckenbauer aceitou a sua tarefa mais desafiadora até a data no verão de 2000, assumindo a Presidência do Comitê Organizador da Copa do Mundo FIFA 2006 na Alemanha. 

A FIFA está orgulhosa de conferir a Ordem de Mérito do Centenário da FIFA a duas das maiores personalidade que agraciam o nosso esporte, Pelé e Franz Beckenbauer.
Paris, 21 de maio de 2004. 

Além do Diploma, o Rei e o Kaiser receberam cada um, a Medalha de Ordem e Mérito do Centenário da FIFA.

Um Diploma, não pode jamais ser invalidado, é para sempre, até o fim dos tempos. 

Tal como o 1º Diploma de 1969, 
o 2º Diploma de 2004 menciona estas duas palavras:  1000 gols.

Ninguém pode contestar o conteúdo do texto deste diploma. 
Está escrito num documento oficial da FIFA assinado pelo presidente da FIFA. 
Ponto final.

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domingo, 21 de junho de 2020

Torneio de Paris: Santos FC goleou o campeão europeu por 6 x 3, em 15 de junho de 1961

Torneio de Paris: em 15 de junho de 1961, 
Santos FC goleou o campeão europeu por 6 x 3

1ª página do jornal "A Gazeta esportiva" de 16 de junho de 1961

Por Gabriel Pierin

No dia 15 de junho de 1961, quinta-feira à noite, o Santos goleava o Benfica, campeão português e europeu, por 6 a 3 e garantia a taça do Torneio de Paris pela segunda vez consecutiva. Um duelo com muitos gols entre o Santos FC do Rei Pelé e o Benfica do estreante Eusébio.

Jogado por quatro equipes, o Torneio de Paris convidava credenciadas equipes estrangeiras para uma disputa contra grandes times da França. Na estreia, diante de 40 mil pessoas, em jogo eletrizante, o Santos vencera o Racing, da França, por 5 a 4, e o Benfica passara pelo Anderlecht, da Bélgica, por 3 a 2.

Jornal da época com a reportagem sobre
os 5 x 4 entre o Santos e o Racing
Um ano depois de ter conquistado pela primeira vez o torneio parisiense, o Santos garantia novamente a vaga para a final. Para conquistar o bicampeonato a equipe brasileira tinha um grande desafio pela frente.

Apenas duas semanas antes do confronto, o Benfica sagrara-se campeão europeu. Além de melhor equipe da Europa, naquela noite, contra o temido Santos, o técnico húngaro Béla Guttmann faria estrear o moçambicano Eusébio, que já vinha para o time de Lisboa com a fama de ser um atacante fora de série.

Manchete de um jornal brasileiro da época com reportagem da UPI.

O técnico Lula escalou o time com uma formação que incluía o ataque mágico: Laércio, Mauro e Décio Brito; Getúlio, Brandão e Lima; Dorval, Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe. Béla Guttmann armou o Benfica com Barroca, Mário João, Germano e Ângelo (Mendes); Neto e Cruz; José Augusto, Santana (Eusébio), Águas, Coluna e Cavem.

O Santos foi implacável no primeiro tempo, abrindo uma vantagem de 4 a 0. O primeiro gol saiu dos pés de Lima aos seis minutos, após uma troca de passes com Coutinho. Aos 24, Pelé aproveitou uma cobrança de escanteio e finalizou de cabeça. Quatro minutos se passaram, Pelé avançou da intermediária para o ataque driblando todos os adversários e cruzou para Coutinho completar, também de cabeça. O quarto veio com a marca do ponta-esquerda, Pepe. O atacante chutou forte uma cobrança de falta sem chance para o goleiro.

O Santos FC voltou para o segundo tempo parecendo que ia repetir o feito. Logo aos quatro minutos da 2ª parte, Pelé comandou o ataque e deu passe para Pepe marcar seu segundo gol, o quinto para o time brasileiro.

Mas o Santos parou por aí. Acomodados, os brasileiros deram chance para o Benfica se reorganizar. O atacante moçambicano Eusébio substituiu Santana e incendiou o jogo. A jovem promessa de apenas 19 anos, que estreava no time português, confirmou a fama de goleador e marcou três gols na sequência.

Na opinião do jornal L'Equipe, o jogo entre o Santos FC e o Benfica foi a disputa extra-oficial do título mundial, na manchete do jornal brasileiro "A Gazeta Esportiva"
O Benfica poderia ter encostado no marcador. Eusébio ainda sofreu um pênalti e a cobrança foi desperdiçada. Augusto chutou mal e Laércio defendeu a penalidade. No final do jogo, o Santos confirmou sua superioridade de forma irrefutável. Aos 43 minutos, Pelé fintou toda a defesa do Benfica e tocou na saída do goleiro.

Diante de 40 000 torcedores que lotaram o Parc des Princes, o árbitro Pierre Achinte apitou o final da partida, confirmando o bicampeonato do Torneio de Paris para os brasileiros.

A MELHOR EQUIPE DO MUNDO, diz a foto do jornal "L'EQUIPE" em 1961

domingo, 20 de janeiro de 2019

Jornal L'Equipe: PELÉ, campeão do século (vídeo)


Jornalistas das 20 mais importantes publicações de esportes do mundo elegeram Édson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé o atleta do século. O resultado da votação foi publicado, em sete páginas, pelo jornal francês L'Équipe no dia 12 de julho de 1980. 


"Pelé campeão do século" - grafado em letras vermelhas -, era o título do suplemento especial de sete páginas, ao lado da figura desenhada do ex-jogador do Santos, Cosmos e seleção brasileira. Mais votado na pesquisa, Pelé teve 178 pontos, nove a mais que o atleta norte-americano Jesse Owens. Em terceiro lugar ficou o ciclista belga Eddy Merchx, com 99 pontos. 




A entrega do prêmio foi feita apenas no ano seguinte, no dia 15 de maio de 1981, em Paris, pouco antes do jogo Brasil e França, pelo jornalista Jacques Goddet, diretor do L'Équipe, na presença do embaixador do Brasil na França, Luís Gonzaga do Nascimento e Silva. 



O troféu, uma escultura representando um atleta de futebol com os braços erguidos, simboliza o triunfo desportivo. A cerimônia foi rápida e emocionante para Pelé. Ao dar a volta olímpica no Parc des Princes levantando o troféu, o jogador começou a chorar. Vestindo um terno bege, ouvindo aplausos e a torcida em coro gritando o seu nome, ele reviveu, por alguns momentos, as grandes emoções de sua carreira. 


Pouco antes de entrar em campo, e depois de ter cumprido um extenso e complicado programa de solenidades, ele passou rapidamente nos vestiários da seleção e recebeu do jogador Zico a promessa de que o gol número 500 seria marcado em sua homenagem. Depois da partida em que o Brasil venceu a França por 3 a 1, o tumulto de repórteres, jornalistas e torcedores foi tão grande que ele não conseguiu dar entrevistas. 



Na confusão, apenas gritou a frase "Obrigado por tudo, eu adoro vocês". Quase que carregado pelos agentes de segurança, ele deixou o estádio e seguiu para uma boate, onde foi concluído o programa de festividades pela entrega do troféu. 





A imprensa internacional, especialmente os jornais esportivos de Paris, dedicou bastante espaço a Pelé, com muitos artigos elogiosos. E o brasileiro, de bom humor, chegou a declarar aos jornalistas estrangeiros: "Se pudesse votar, também teria escolhido Pelé".

Até agora, as únicas imagens em vídeo que eu consegui da entrega do Troféu Atleta do Século ao Rei Pelé está no primeiro minuto do vídeo abaixo, no jogo amistoso entre Brasil e França de 15 de maio de 1981 em Paris. 
Provavelmente são imagens gravadas de VCR ( video cassete ), mas vale como registro.

*As pessoas às vezes se esquecem - alguns se esquecem de lembrar - que Pelé foi eleito o Atleta do Século pelo Comitê Olímpico Internacional, a instituição máxima do esporte mundial. E enquanto o Atleta do Século XXI não fôr eleito, Pelé é até a data de hoje, o único melhor atleta de todos os tempos. 


domingo, 26 de junho de 2016

Pelé ganha a mais alta condecoração Olímpica

Pelé ganha a mais alta condecoração Olímpica
Foi em Santos, a cidade do litoral do estado de São Paulo, que Pelé  recebeu nesta quinta-feira (16) a Ordem Olímpica, mais alta condecoração do Comitê Olímpico Internacional (COI). 
O rei do futebol recebeu a honraria das mãos de Thomas Bach, presidente do COI, em cerimônia no Museu Pelé. Tornou-se, assim, o terceiro brasileiro a ganhar tal reconhecimento, junto de Maria Lenk e Adhemar Ferreira da Silva. 
Embora Pelé nunca tenha participado dos Jogos Olímpicos, foi eleito ATLETA DO SÉCULO XX pelo COI.
A Ordem Olímpica é a segunda honraria que o Rei do Futebol recebeu do COI. 

“Eu estava na Inglaterra recentemente e pensaram em dar o prêmio lá. Pensaram também nos Estados Unidos, mas tinha que ser em Santos”
Pelé, sobre a cerimônia de condecoração da Ordem Olímpica.

Tres vezes campeão mundial de futebol com a seleção brasileira, Pelé jamais teve a oportunidade de disputar os Jogos Olímpicos. E tratou essa questão com bom humor:
 “Eu virei jogador muito cedo e, naquela época, o atleta profissional não podia disputar os Jogos. Então, costumo brincar que o Brasil só não ganhou a medalha de ouro no futebol porque eu não joguei.”




Bach destacou que o fato de não ter participado dos Jogos não reduz a importância de Pelé para o movimento Olímpico. 

“Tudo que foi feito por Pelé, dentro e fora do esporte, espalha os valores Olímpicos, excelência, amizade e respeito”, afirmou, brincando sobre a dificuldade que foi decidir se ele seria ou não premiado. 
“Essa decisão levou muitos, muitos... segundos.”



"Eu nunca tive a chance de ganhar uma medalha de ouro para o Confederação Brasileira de Futebol, porque na época os profissionais não podiam competir nos Jogos Olímpicos - e eu me tornei profissional aos 15 anos. Hoje, eu recebi uma Ordem Olímpica, a mais alta distinção do Olympic, pelo meu trabalho ao longo dos anos apoiando o Movimento Olímpico. Eu aceito este prêmio com grande orgulho e me sinto muito honrado por receber esta medalha (minha primeira medalha olímpica!) pelo Brasil e por toda a comunidade de atletas ao redor do mundo.

I never had the chance to win a Gold Medal for the Brazil National Team, because at the time, professionals could not compete in the Olympics - and I turned professional at 15. Today, I received an Olympic Order, the highest distinction from the IOC, for my work throughout the years in support of the Olympics Movement. I accept this award with great pride, and am honored to receive this medal (my first Olympic Medal!) for Brazil and for the entire community of athletes around the world."


Em seu discurso, o presidente do COI curvou-se a Pelé. 
“Eu comecei no esporte com o futebol. Não era ruim, mas tinha só uma perna, a esquerda. Então decidi seguir na esgrima, e assim me tornei presidente do COI”, disse o alemão, medalhista de ouro nos Jogos Montreal 1976. 
“Hoje, agradeço por isso, ou teria virado um bom jogador e perderia a chance de homenagear um dos meus ídolos”.

Carlos Nuzman, presidente do Comitê Rio 2016, também destacou a grandiosidade de Pelé: “Este é um momento para sempre. O homem que recebe essa honra não necessita ter sua história contada, é universalmente conhecido”.


sábado, 30 de janeiro de 2016

Parte 5 - Vai ser muito difícil igualar Pelé porque...

Vai ser muito difícil igualar Pelé porque...
...quando Pelé tinha 17 anos de idade,
já era Campeão do Mundo.
























E contribuiu decisivamente para a conquista da Copa do Mundo de 1958, 
marcando 6 gols nos 4 jogos que jogou
( 1 gol nas quartas de final, hat-trick na semi final 
e 2 gols na final).

Com a idade de 17 anos, entre 23 de outubro de 1957 e 23 de outubro de 1958, 
Pelé marcou 77 gols.
Juntando os 49 gols que Pelé marcou com a idade de 16 anos, 
dá um total de 126 gols em apenas dois anos de carreira profissional, 
com uma média de 63 gols por ano.

...enquanto estes abaixo com a idade de 17 anos,
ainda estavam dando os primeiros passos na equipe principal nos clubes onde jogavam...
como por exemplo Neymar e Messi (nº 14)...
...Cristiano Ronaldo e Gareth Bale...
...Zinedine Zidane e David Beckham, entre muitos outros exemplos na história do futebol. 

Diego Maradona aos 17 anos, já jogava na equipe principal do Argentinos Juniors e já era uma das estrelas do time, mas foi excluído da lista de jogadores para a Copa do Mundo de 1978, porque o treinador César Luis Menotti achou que Maradona ainda era muito jovem e imaturo, e assim sendo, Menotti decidiu optar por Norberto Alonso, grande craque do River Plate. E Menotti estava certo. 
A  Argentina venceu a Copa do Mundo da 1978.

Todos estes acima foram e são jogadores acima de média, porque não é qualquer um que entre os 16 e os 17 anos de idade, consegue passar das equipes de base diretamente para a equipe principal, consegue se firmar e ficar no plantel principal.

Mas comparando os números destes acima com os números de Pelé com a mesma idade, a diferença é simplesmente abissal...
Quando foi Campeão do Mundo pela primeira vez, Pelé ainda nem era adulto:-)
...esta é mais outra prova inequívoca de que vai ser muito difícil para qualquer um tentar igualar Pelé, que continua sendo o primeiro, o único e verdadeiro 
Rei do Futebol.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Parte 4 - Vai ser muito difícil igualar Pelé porque...

Vai ser muito difícil igualar Pelé porque 
quando Pelé tinha 16 anos já era titular indiscutível no clube, 
já havia marcado 49 gols em 60 jogos
já havia conquistado um título jogando na Seleção Brasileira de Futebol.
Pelé aos 16 anos de idade, estreiou e marcou seu 1º gol jogando pela Seleção Brasileira contra a Argentina, em 7 de julho de 1957 no Estádio do Maracanã, no 1º jogo da decisão da Copa Rocca.
A Argentina venceu o 1º jogo por 2 x 1. 

No segundo jogo, dias depois na cidade de São Paulo, Pelé também marcou um gol na vitória por 2 x 0,
e ajudou decisivamente o Brasil a vencer a Copa Rocca daquele ano,
conseguindo o seu primeiro título como profissional.

...enquanto que alguns deles, quando tinham 16 anos de idade, 
ainda jogavam nas equipes de base dos respectivos clubes e apenas podiam sonhar que um dia jogariam na equipe principal...

                         ...Messi e Neymar...                              

                     ...Cristiano Ronaldo e Gareth Bale...                       

                   ...Ronaldo Nazário e Ronaldinho Gaúcho ...                       

                                               ...Romário e Zico ...                                 


                             ...Zinedine Zidane e Johan Cruyff...                                

                            ...Eric Cantona Michel Platini ...                                 
Manuel Neuer

                                ...David Beckham  e Manuel Neuer ...                             


Há muitos mais exemplos, mas penso que os exemplos mostrados acima são bastante esclarecedores: 
enquanto que aos 16 anos de idade alguns dos "novos melhores de todos os tempos" ainda "usavam fraldas" nas equipes de base dos clubes, o Rei aos 16 anos de idade já era uma realidade e uma certeza, tanto no clube como na Seleção Nacional.

Maradona aos 15 anos estreiou na equipe principal
do Argentinos Juniors.
Pelé com 16 anos de idade fêz a estréia na
Seleção Brasileira.















Maradonaaos 16 anos de idadetambém foi exceção à regra. A exemplo de Pelé, Maradona estreiou na equipe principal do clube aos 15 anos (foto à direita) e aos 16 já jogava na equipe principal do Argentinos Juniors e da Seleção Argentina.

*Não consegui encontrar na internet ( até a data de hoje ) o total de jogos que Diego Maradona fêz na sua época de estréia em 1976/1977. Uns sites dizem que Maradona marcou 11 gols mas não mostram quantos jogos ele jogou nesta época. Outros sites dizem que ele marcou 2 gols em 11 jogos.

*Quem souber de um site onde esteja a lista de todos os jogos da carreira de Maradona
pode fazer a gentileza de escrever na caixa de comentários e desde já, obrigado a quem fizer.

Entretanto, basta comparar os números de Pelé quando tinha 16 anos de idade (na foto à esquerda), entre 23 de outubro de 1956 e 23 de outubro de 1957 ( ver AQUI ), com os números de Maradona ou de qualquer outro jogador de futebol quando eles tinham 16 anos de idade e...
...tirem as conclusões:-)

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