FILME PELÉ ETERNO

FILME PELÉ ETERNO
A prova definitiva de quem é o melhor jogador de sempre
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domingo, 7 de abril de 2019

O BRASIL NÃO MERECE PELÉ!

Tom Jobim e Pelé
Tom Jobim, um dos gênios da música mundial do século XX, autor da música " Garota de Ipanema", disse uma vez a seguinte frase:

«"PELÉ é um esportista excepcional
e merece o título de Rei do Futebol.
Não teve sorte, porque nasceu no Brasil, onde o sucesso alheio é como uma ofensa pessoal."»




Nelson Rodrigues, maior cronista esportivo de todos os tempos no Brasil, escreveu em janeiro de 1959 (a crônica inteira pode ler AQUI):

«Mas eu vos digo: — “esquecer” não é bem o termo. Ou por outra: — o brasileiro pode “esquecer” da boca para fora. Mas na verdade um Pelé é inesquecível. Insisto: — apesar de toda a nossa ingratidão, Pelé é imortal. E por isso, ninguém pode enxotá-lo da nossa memória.»


Pois neste momento, em que o Rei do Futebol passa por um problema de saúde, 
TODOS OS  "SANTOS IMACULADOS" no Brasil JULGAM E "CONDENAM" O REI PELÉ na internet. 

Estes mesmos que "NUNCA TIVERAM PECADOS, NUNCA TIVERAM UM ERRO E NUNCA FIZERAM NADA DE MAL EM TODA A VIDA!"...

Este blog foi criado para mostrar aos leitores as razões pelas quais

PELÉ É O MELHOR JOGADOR DE FUTEBOL DE TODOS OS TEMPOS

A vida pessoal do Rei do Futebol sempre será respeitada aqui neste blog. 
Pelé é humano, cometeu erros em sua vida pessoal, mas ninguém tem o direito de julgá-lo e condená-lo, a não ser que Pelé tenha cometido um crime hediondo. 

Neste momento, o Brasil está cheio de "santos" e "anjos"... cheio de "santos" e "anjos" imaculados como se fossem todos eles a Madre Teresa de Calcutá. 

"Santos" e "anjos" que escrevem em sites e blogs julgando e condenando o Rei do Futebol, por qualquer mísero motivo... 
Esses mesmos "santos" que escrevem em sites e blogs, provavelmente nunca cometeram um mísero pecado, provavelmente nunca cometeram um mísero erro e provavelmente nunca fizeram nada de mal em toda a vida, por isso são pessoas que devem ter um passado limpo, uma alma pura e uma vida imaculada. 

Por estas razões é que estes "santos imaculados" sem pecados, erros e maldades, pensam que podem julgar e condenar qualquer erro do Rei do Futebol.

Deixando o sarcasmo de lado, neste momento as notícias que aparecem na internet é que Pelé está outra vez doente. 

E estes "santos imaculados" que escrevem e comentam em sites e blogs, pegam neste momento de dor para o Rei do Futebol para julgarem e condenarem a ele, sem dó nem piedade... 

No Brasil ninguém perdoa qualquer mísero erro ou deslize se a pessoa em causa é o Rei Pelé.


Por exemplo: Eu nunca vi ou li estes "santos imaculados" que escrevem em sites e blogs, por exemplo, julgando e condenando os políticos ou os empresários que cometem erros gigantescos, erros que roubam bilhões de dólares do dinheiro público da nação. 

E este erros gigantescos, por consequência, geram a pobreza em mais ou menos 70% da população brasileira. 

Por que estes "santos imaculados" não julgam e condenam estes políticos e empresários que roubam bilhões e bilhões de dólares ao país com a mesma dureza com a qual "julgam e condenam" o Rei do Futebol? 

Há tempos atrás, escrevi este post chamado "EU NÃO SEI SE É INVEJA, RAIVA, RACISMO OU TUDO JUNTO" ( ver AQUI ), e cada vez mais eu penso que Pelé deveria ter se naturalizado americano, porque nos Estados Unidos assim como em todo o planeta, Pelé é respeitado, é admirado, é recebido e tratado como Rei, como ele merece.



Aproveito esta crônica para desejar
muita saúde e rápidas melhoras ao Rei do Futebol 


E termino esta crônica como comecei, citando o genial Tom Jobim
que quando profetizou esta frase abaixo, estava cheio de razão.

"PELÉ é um esportista excepcional e merece o título de Rei do Futebol. 
Não teve sorte, porque nasceu no Brasil,  
onde o sucesso alheio é como uma ofensa pessoal."

quarta-feira, 3 de abril de 2019

MAIS MENINO IMPOSSÍVEL, por Afonso de Melo.

MAIS MENINO IMPOSSÍVEL
Crônica do jornalista português Afonso de Melo

O futebol anda fascinado pela juventude. Mbappé, Vinicius Jr, João Félix... «Young is beautiful!». Há neles o encanto da promessa, o chamado de um tempo que não tempo. Poderão ser o que quiserem até ao fim daquilo que imaginamos como fim das eras.

O problema é que, quando se fala em juventude, ou melhor, em infância, é impossível não falar em Pelé. Reparem: no dia 29 de Junho de 1958, o Brasil venceu a Suécia, no Estádio Raasunda, por 5-2. Pela primeira vez uma seleção vencia um Campeonato do Mundo num continente que não o seu; pela primeira vez uma seleção vencia uma final de um Campeonato do Mundo por goleada. Pelé tinha somente dezassete anos. Fixem o algarismo: 17

«Pelé é um menor total, irremediável», gritava Nelson Rodrigues ( o maior cronista esportivo de sempre no Brasil ) nas páginas da revista Manchete Esportiva. «Pelé não pode nem assistir a um filme da Brigitte Bardot. Ao receber o ordenado, é o pai que tem de representá-lo. Pois bem: – Pelé assombrou o mundo! Não se limitou a marcar os gols. Tratava de enfeitá-los, de lustrá-los. Ninguém é melhor do que ele. Tivesse jogado contra a Inglaterra, havia de driblar até a rainha Vitória».
PRIMEIRA CARICATURA


Nelson gostava de exageros. A Rainha Vitória há muito que se transladara para a aldeia das tabuletas. Já Edson Arantes do Nascimento, por extenso Pelé, era um menino que o departamento psicológico que apoiava o treinador Vicente Feola considerara absolutamente incapaz de envergar a camisa da seleção brasileira por total falta de maturidade. Aliás, o mesmo departamento aconselhou a não convocação de Mané Garrincha por fortes evidências de retardamento mental.

Feola era um tipo gorducho, bem humorado. Não deu nenhuma importância para a psicologia. Demorou a entregar a titularidade a Pelé e a Garrincha, mas a partir do momento que o fez o mundo pôde ver algo que nunca pensara existir: futebol para lá dos confins da imaginação e da criatividade.

Voltemos à incrível juventude de Pelé. E à forma como entrou num universo de adultos com o descaramento de Peter Pan, o rapazinho que nunca cresceu. E recuemos dois anos no tempo, se isso não vos incomoda.

Dia 7 de Setembro de 1956. Aos 20 minutos da segunda parte, o Santos vencia o Corinthians de Santo André por 5-0. Então, Lula, treinador do Santos, não teve dúvidas: tirou Del Vechio e fez entrar o menino que não completara ainda dezesseis anos. Por esses dias, Pelé já era Pelé, mas não muito. 

Havia quem o chamasse de Gasolina. Subiu ao relvado com a camisa nº 13. Quinze minutos decorridos, Raimundinho deu a bola para Tite e este passou a Pelé, à entrada da grande-área. Pelé deu um toque ligeiro, fez passar a bola por sobre a cabeça de um defesa e, apertado por outro, chutou por entre as pernas do guarda-redes adversário: o sexto gol de um encontro que o Santos venceria por 7-1.

 
Zaluar com a camisa de goleiro e o cartão de vista que mandou fazer,
orgulhoso der ter sido o 1º goleiro a sofrer um gol de Pelé:-)


Zaluar Torres Rodrigues: ficou para a história como o primeiro goleiro a sofrer um gol de Pelé  (Ver AQUI). 
Abandonaria a carreira pouco depois. «No primeiro gol, Pelé já era um craque», afirmou certa vez. 

Depois contou: «Eu poderia ter defendido. Mas fiquei meio sem saber o que fazer. Ele passou a bola por cima da cabeça do Mário e quando fui na direção das pernas fininhas do garoto já ele tinha marcado o gol por debaixo das minhas pernas».

15 anos!Não se esqueçam: este Pelé ainda tinha 15 anos. Não 19, 20 ou 21 como os miúdos que hoje estão na moda. Quinze! Com ponto de exclamação. Zaluar mandou fazer um cartão de visita. Com orgulho:
«Primeiro goleiro a sofrer um gol de Pelé».
 
O Rei Gustavo da Suécia ainda não sabia que estava cumprimentando um Rei:-)

Nelson Rodrigues: provavelmente o maior mestre da crónica futebolística que alguma vez se sentou em frente de uma máquina de escrever. Para falar de Pelé não é possível fugir a tudo aquilo que escreveu sobre Pelé. Vejam: 

«Dezassete anos! Na idade em que o pobre ser humano anda quebrando vidraça, ou jogando bola de gude, ou raspando perna de passarinho a canivete, Pelé torna-se campeão do mundo. 

Estava lá um rei, Gustavo, da Suécia. E viu-se, então, essa coisa que estaria a exigir um verso de Camões: – o rei desceu do seu trono e foi cumprimentar, foi apertar a mão do menino Pelé.

 Então, pergunto: – que experiência real teria o menino de cor? Havia de conhecer, no máximo, rei de baralho ou o Rei Patusco do gibi. Gustavo foi o primeiro rei autêntico que lhe mostrou os dentes num soberano sorriso».

Estão a ver? Pelé e o rei. Pelé que viria a ser o Rei. Ou o rei e o miúdo que chorou convulsivamente no final do jogo contra a Suécia. Isto é: chorou como um menino.



Não se convençam, no entanto, que a meninice de Pelé ficava distante das críticas. Nelson Rodrigues outra vez: «Um conhecido meu veio protestar: – ‘Pelé não pode ser craque! Com dezassete anos, ninguém pode ser craque!’. Na minha cólera, tive vontade de subir pelas paredes como uma lagartixa profissional.


Mas o meu consolo foi que, ao mesmo tempo, saía no Paris-Match, que é uma revista mundial, uma vasta, erudita e compacta reportagem sobre Pelé. Lá vinha escrito: – ‘Pelé, rei do Brasil’.


Enquanto, aqui, o brasileiro achava exagerado o próprio entusiasmo, uma revista parisiense punha o garoto brasileiro nas nuvens. Direi mais: – Paris-Match comportava-se diante de Pelé com a histeria de uma macaca de auditório* ( * macaca de auditório é o termo que Nelson Rodrigues criou para definir aquelas moças histéricas da platéia dos programas de rádio e TV transmitidos ao vivo com cantores e artistas nos anos 50)».

Pelé, com 15 anos de idade
já jogava na equipe titular do Santos FC.

A história repete-se com uma fatalidade digna do Destino. Mal João Félix começou a cintilar no céu vermelho do Benfica, li aqui e ali crónicas trocistas, algumas assinadas por quem devia ter juízo. 

Deus me livre de comparar Félix a Pelé, como me livre também a figura mor da Sagrada Família de comparar Mbapé ou Vinicius àquele que foi, para mim, sem discussão, o melhor jogador de todos os tempos.

Toda esta prosa veio ao ritmo de uma recordação. De cada vez que um fedelho de 18 anos entrar num estádio de Portugal, recordem-se do que foi o mais menino dos meninos sobre um relvado. Tinha 17 anos mal feitos quando o seu Santos venceu o América FC do Rio de janeiro, na época um grande clube no Brasil. Jogou barbaridades. E Nelson: 
«Examino a ficha de Pelé e tomo um susto: dezassete anos! Há certas idades que são aberrantes, inverosímeis. Uma delas é a de Pelé. Eu, com mais de quarenta, custo a crer que alguém possa ter dezassete anos, jamais. Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento. 
Olhem Pelé, examinem suas fotografias e caiam das nuvens. É, de fato, um menino, um garoto. Se quisesse entrar num filme de Brigitte Bardot, seria barrado, seria enxotado. Mas reparem: é um génio indubitável. Digo e repito: génio. Pelé podia virar-se para Miguel Ângelo, Homero ou Dante e cumprimentá-los, com íntima efusão: ‘Como vai, colega?’».

Pode ser que os miúdos estejam na moda. Pelé nunca sairá dela. 
No futebol não houve menino como ele.

domingo, 6 de janeiro de 2019

A RESPOSTA É SEMPRE A MESMA :-)

A RESPOSTA É SEMPRE A MESMA


Desde sempre que há discussão sobre quem é o melhor jogador de futebol da história. 

Por mais quem tentem dar voltas e voltas, com argumentos e mais argumentos, com estatísticas e mais estatísticas e 
etc etc etc, a resposta é sempre a mesma. 
Vejamos:

Com quem Messi é comparado?
Com quem CR7 é comparado?
Com quem Neymar é comparado?
Com quem Mbappé é comparado?
Com quem Eusébio foi comparado?
Com quem Cruyff foi comparado?
Com quem George Best foi comparado?
Com quem Maradona foi comparado?
Com quem qualquer estrela emergente do futebol foi comparada?

A resposta é sempre a mesma: PELÉ.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Querem roubar cerca de 500 gols de Pelé

Querem roubar cerca de 500 gols de Pelé.

OOPSS!!! Vou fechar a baliza para ver se param de roubar meus gols!!!
Senão, Qualquer dia fico sem nenhum!!!
É verdade. Querem subtrair um valor aproximado de meio milhar de gols ao maior de todos os tempos, com a justificativa de que foram marcados em jogos amistosos.

Pelé jogou num tempo onde os clubes não tinham patrocinadores, não recebiam qualquer dinheiro das redes de TV para transmissão dos jogos e não existia - pelo menos no Brasil não havia qualquer notícia - um calendário oficial da FIFA para agendamento de jogos amistosos "oficiais" dos clubes e seleções.


O Santos FC tinha no plantel o melhor jogador de todos os tempos, e tinha que "fazer dinheiro" para pagar o ordenado dele e do resto do plantel, num tempo onde quase 100% do dinheiro que os clubes arrecadavam vinham da bilheteria.

Para quem não sabe, no Santos FC daquele tempo metade da equipe era a base da Seleção Brasileira, que neste período de tempo venceu "apenas" 3 Copas do Mundo.


Por esta principal razão, o orçamento, o Santos FC fez inúmeros jogos amistosos pelo Brasil afora e por 59 países por todo o planeta, e "sacrificou" muitas vezes as competições continentais, nacionais e estaduais. Mesmo assim, dividindo o tempo entre competições e jogos amistosos, venceu 6 campeonatos brasileiros, 11 campeonatos paulistas. O Santos FC por vezes chegou a fazer 100 jogos em um só ano,

Nestes jogos amistosos, na maioria das vezes com estádios superlotados, Pelé era a principal atração, e as "histórias" de que Pelé marcou a maioria dos gols contra equipes fraquinhas é folclore, má fé, inveja e mentira.


Vejam estes exemplos:



SANTOS X BENFICA

(2) 15/06/1961 – Santos 6 x 3 Benfica (Portugal) – Torneio de Paris.
(2) 19/09/1962 – Santos 3 x 2 Benfica (Portugal) – Mundial Interclubes
(3) 11/10/1962 – Santos 5 x 2 Benfica (Portugal) – Mundial Interclubes
(1) 21/08/1966 - Santos 4 x 0 Benfica (Portugal) – Torneio de Nova York

Pelé jogou 7 jogos contra o melhor Benfica de todos os tempos e em 4 deles, marcou 8 gols.
Destes 7 gols, querem subtrair 3.


Outro exemplo:

SANTOS X NAPOLI

(1) 21/06/1968 – Santos 4 x 2 Nápoli (Itália) – Amistoso
(2) 26/06/1968 – Santos 6 x 2 Nápoli (Itália) – Amistoso
(2) 28/06/1968 – Santos 5 x 2 Nápoli (Itália) – Amistoso
(2) 05/03/1972 – Santos 3 x 2 Nápoli (Itália) – Amistoso

Pelé jogou 5 jogos contra o Nápoli, e em 4 deles, marcou 7 gols.
Destes 7 gols, querem subtrair... 7!!!!.


SANTOS X INTERNAZIONALE




(2) 05/06/1959 – Santos 2 x 3 Internazionale (Itália) – Amistoso
(4) 26/06/1959 – Santos 7 x 1 Internazionale (Itália) – Torneio de Valência
(1) 24/06/1961 – Santos 4 x 1 Internazionale (Itália) – Torneio Itália
(1) 04/09/1966 - Santos 4 x 1 Internazionale (Itália) – Amistoso

Pelé jogou 9 jogos contra o Inter de Milão, e em 4 deles marcou 8 gols.
Destes 8 gols, querem subtrair... 8!!!!.

SANTOS X BARCELONA


(2) 28/06/1959 – Santos 5 x 1 Barcelona (Espanha) – Amistoso
(1) 02/07/1960 – Santos 3 x 4 Barcelona (Espanha) – Amistoso
(1) 01/09/1974 – Santos 1 x 4 Barcelona – Torneio Ramon Carranza

Pelé jogou 4 jogos contra o FC Barcelona, e em 3 deles, marcou 4 gols.
Destes 4 gols, querem subtrair... 4!!!!.

SELEÇÃO NACIONAL BRASILEIRA

Na Seleção Brasileira, Pelé jogou 114 vezes e marcou 95 gols, segundo a estatística da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), e a razão desta estatística é simples: quando o Brasil fazia preparação para as Copas do Mundo, os jogos amistosos não eram marcados contra seleções nacionais de outros países, mesmo porque não havia os tais jogos amistosos "oficiais" programados previamente pela FIFA.


Era costume a Seleção Brasileira fazer jogos de preparação contra clubes e seleções estaduais do Brasil em vésperas das Copas do Mundo.

Neste caso da Seleção Brasileira, subtrairam nada mais nada menos que 18 gols(!!!) a Pelé.


Se Pelé imaginasse naquela época que iriam roubar 18 gols marcados a serviço da Seleção Nacional, certamente não teria ficado 2 anos sem jogar pelo Brasil.

O que é engraçado nesta história toda é que, hoje em dia marcar gols em jogos amistosos contra, com todo o respeito, países fraquíssimos no futebol como, por exemplo, as Ilhas Faroé, Malta, Andorra, Gibraltar, San Marino ou Kosovo é gol oficial, mas naquele tempo marcar gols contra o Atlético de Madrid ou Internazionale de Milão não é.

Certamente se a Seleção Brasileira, ao invés agendar jogos amistosos contra o Atlético de Madrid, Inter de Milão ou Malmoe da Suécia, tivesse agendado jogos amistosos contra os países acima citados, Pelé teria marcado pelo menos mais 50 gols jogando pela Seleção Brasileira.

 
Pelé eleito o Atleta do Século XX

A verdade é que os 1282 gols de Pelé são reconhecidos pela FIFA e pelo Guiness Book,
e que até a data de hoje ninguém conseguiu igualar. 

Podem subtrair os 18 gols pela Seleção Brasileira, podem subtrair mais 20 ou 30 gols marcados contra as chamadas equipes fraquinhas, mas no final, os números de Pelé continuarão a ser monstruosos, impressionantes, fantásticos, ou qualquer adjetivo semelhante.

E mesmo que subtraiam 500 gols, MESMO QUE SUBTRAIAM 1000 GOLS,
não conseguirão apagar que PELÉ foi eleito pelo COI o melhor ATLETA do Século XX,
ou seja, o MELHOR entre os MELHORES em todas as modalidades esportivas.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

FELIZ ANIVERSÁRIO REI PELÉ!!! 78 ANOS DE VIDA, 61 ANOS DE REINADO ABSOLUTO

Tudo já foi dito e escrito acerca do Rei Pelé. 

Nos últimos 61 anos qualquer estrela que surgiu no futebol mundial foi comparada com o Rei. 

O Rei Pelé, que parou de jogar em 1977, continua a ser a referência.

Nestas últimas 6 décadas, surgiram nomes como Cruyff, Messi, CR7, Zico, Maradona, Rivellino, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Zidane, Platini, Baggio, George Best, e atualmente, Mbappé e Neymar. 
Todos eles, sem exceção, foram comparados com o Rei.

Alguns deles superaram Pelé em um ou outro detalhe, mas no total, nenhum deles conseguiu sequer igualar o Rei, nem chegaram perto. E já não vão a tempo.

Kylian Mbappé é neste momento a estrela mais emergente que poderá igualar o Rei Pelé em Copas do Mundo, além de alguns dos seus companheiros de equipe na seleção da França, se eles conseguirem jogar nas próximas Copas do Mundo em 2022, 2026, 2030 e 2034. 

Mbappé venceu sua 1ª Copa do Mundo aos 19 anos de idade e se mantiver o alto nível que vem exibindo, se mantiver a forma física, e principalmente se usar o cérebro e não cair nas armadilhas que a vida certamente lhe trará, ainda terá pela frente, pelo menos, mais 3 ou 4 Copas do Mundo para jogar com 23, 27, 31 e 35 anos de idade. 
O tempo dirá se Mbappé conseguirá vencer mais 2 Copas do Mundo.
Ainda assim, faltaria a Mbappé marcar 93 gols por temporada nos próximos 10 anos para igualar o Rei em 1000 gols aos 29 anos de idade.

Mbappé neste momento com 19 anos de idade tem 69 gols marcados. 
Pelé com 19 anos de idade já havia marcado 277 gols.
Somando todos os gols de Messi, CR7 e Neymar quando tinham 19 anos de idade, o total não seria 277 gols. 
Por detalhes como este, Pelé é Rei há 61 anos.

Como escrevi no início, tudo já foi dito e escrito acerca do Rei Pelé. 
Ainda pensei em escrever um texto digno, mas o texto do ano passado diz tudo 
( ver AQUI ).


Não me canso de escrever esta frase do autor da música 
Garota de Ipanema, 
o genial Tom Jobim:


"PELÉ é um esportista excepcional 
e merece o título de Rei do Futebol. 
Teve azar, porque nasceu no Brasil,  
onde o sucesso alheio é como uma ofensa pessoal."

FELIZ ANIVERSÁRIO REI PELÉ!!!

domingo, 27 de maio de 2018

Crônica de Nélson Rodrigues sobre "o gol que Pelé não fêz" + VÍDEO

Em vésperas da Copa do Mundo, vamos falar do Rei de todas elas.
Pelé é famoso pelos seus mais de 1000 gols
muitos deles antológicos, feitos de todas as maneiras e para todos os gostos.


Mas Pelé também é recordado pelo seus "quase gols", (ver AQUI ) sendo que alguns deles fazem parte da história do futebol. Talvez seja também por isso que Pelé é incomparável, porque é o único jogador na história do futebol que será lembrado pelos gols que marcou, e também pelos gols que ele não marcou:-)



E esta obra-prima inacabada inspirou Nélson Rodrigues, o maior cronista esportivo de sempre no Brasil a escrever mais uma de suas únicas e inesquecíveis crônicas acerca de Pelé.


O grande sol do "scratch" brasileiro 

Nélson Rodrigues
*Crônica de Nélson Rodrigues publicada no jornal O GLOBO em 6 de junho de 1970, logo após o jogo Brasil x Tcheco-Eslováquia da Copa do Mundo de 1970, acerca d'o gol que Pelé não fêz'.

"Disse Rilke que a glória, o que chamamos glória, é a soma de mal-entendidos em torno de um homem e de uma obra. E não só a glória. Também a desonra pode ser outra soma de mal-entendidos."

Disse Rilke que a glória, o que chamamos glória, é a soma de mal-entendidos em torno de um homem e de uma obra. E não só a glória. Também a desonra pode ser outra soma de mal-entendidos. Qualquer um de nós já amou errado, já odiou errado. Eu próprio, certa vez, desprezei um homem, tive por esse homem a maior náusea ética. Não podia vê-lo sem que minha úlcera desse pulinhos de rã. Sem fazer segredo do meu horror, chamei-o, em público, de cadáver moral.

Eu teria, na ocasião, 17 anos. E o adolescente vive de falsos horrores. Tempos depois, verifiquei que estava errado, errado de alto a baixo. O homem que eu supunha infame era, na verdade, uma dessas nobilíssimas figuras exemplares, um falso defunto moral. Quase um santo.

Eis o que eu queria dizer: — dedico esta crônica aos equívocos que, em certos casos, inauguram a estátua e, em outros, desencadeiam a vaia. Começarei falando de Pelé, o divino crioulo.

Muitíssimas vezes, Pelé foi estátua e, muitíssimas vezes, foi vaia. Eu me lembro de um jogo do scratch brasileiro ( na época, a seleção brasileira também era chamada de o scratch ) em que jogou mal ou, como diz a gíria, jogou pedrinhas. E, no fim de certo tempo, explodia a ira da multidão. No futebol, a apoteose está sempre a um milímetro da vaia. Não sei se todos se lembram de um fato muito curioso. Num jogo Brasil x Inglaterra, aqui, no ex-Maracanã, ao ser anunciado o nome de Julinho, todo o estádio o  vaiou. Mas começa o jogo. Julinho fez uma série de jogadas perfeitas, irretocáveis. Em dez minutos, o que era humilhação passou a ser apoteose. E assim Julinho teve a fulminante reabilitação.

Volto a Pelé. Repito que, naquela tarde, ele foi pouquíssimo Pelé. E, então, começou a fúria popular. A ninguém ocorria que o super craque não precisa jogar bem. O perna de pau ( jogador ruim ) é que tem de se matar em campo. De mais a mais, o gênio pode ter as suas nostalgias da burrice. Em outro plano, Sartre, o grande Sartre, andou por aqui e disse coisas de que se envergonharia Luvizaro. Podia dizê-las, porque era Sartre. Por exemplo, afirmou o grande homem: — “O marxismo é inultrapassável”. O já citado Luvizaro não diria isso. Ele sabe que, daqui a quinze minutos, o marxismo pode estar ultrapassado por coisa muito melhor. Mas o que sabe Luvizaro Sartre pode ignorar, porque é Sartre.

E, em qualquer jogo de futebol, seja clássico ou pelada, Pelé pode fazer tudo, porque é Pelé. Se Pelé abrir a Revista do Rádio no meio do campo, ele estará usando um dos privilégios do gênio. Mas a multidão não perdoa, em Pelé, um passe errado. Se vinha o adversário e frustrava o seu drible, Pelé era quase apedrejado como uma adúltera bíblica. Éramos, ao todo, umas 150 mil pessoas. E dizíamos, uns aos outros, que Pelé já não era o mesmo. Houve um, mais afoito, que declarou: — “Pelé está morto.”

Ninguém protestou. Ou por outra, houve, sim, um protesto. Estava lá o Manoel Duque, que reagiu e gritou: — “Pelé continua sendo o maior jogador do mundo.” E, como um outro resmungasse, o Duque repetia: — “O maior jogador do mundo, em todos os tempos.” Mas, como ia dizendo: — vaiaram Pelé os noventa minutos. Posso dizer que influiu na vaia, além do mais, um certo cansaço, um certo tédio do mito. A multidão precisa destruir os mitos que promove.

A partir de então, não só o homem de arquibancada, também os “entendidos”, também os técnicos, também os cronistas começaram a meter a picareta na estátua de Pelé. Tem sido uma alegre demolição. O crioulo passou a ser o responsável por todos os males que afligiam a seleção. Fui a um sarau de grã-finos e lá ouvi alguém jurar: — “Pelé morreu para o futebol.”

Chegou a correr a notícia de que seria barrado do scratch e do Santos FC. Ou por outra: — do Santos FC, não, porque seu nome ainda é bilheteria. Cheguei a imaginar que, humilhado, ofendido, ele próprio saísse da seleção. Mas diz a minha vizinha gorda e patusca: — “Nada como um dia depois do outro.”

Já na classificação ( para a Copa do Mundo de 1970), Pelé teve momentos de Pelé. Mas insistíamos, obsessivamente: — “Não é o mesmo! Não é o mesmo!” E, para todo mundo, menos o Manoel Duque, já deixara de ser o maior jogador do mundo. Duque vivia repetindo: — “Mesmo jogando a metade do que sabe, ainda é o maior.” Até que chegou a primeira partida do Brasil, na Copa contra os tchecos. Ora, segundo todos os críticos de futebol, a Tchecoslováquia era um dos mais formidáveis concorrentes ao título mundial. Enquanto o Brasil se preparava em quinze dias, ela se cuidou durante quatro anos. Era assim uma potência da Jules Rimet.

Desde os primeiros momentos sentiu-se que o Rei era um falso defunto do futebol ou, mais do que isso, um salubérrimo defunto, a explodir de saúde. Aliás, recuando um pouco, eu poderia falar do jogo recente, aqui, no Mário Filho, contra a Áustria, onde Pelé foi maravilhosamente Pelé. Mas o que importa, de momento, é a nossa estreia de quarta-feira. Foi, em primeiro lugar, um homem isento de idade, isento de tempo, com uma vitalidade de 17 anos. Defendeu e atacou, estava em todas as posições ao mesmo tempo. Inventou jogadas que nenhum outro jogador faria, em qualquer tempo.

Foi no primeiro tempo? Não: — no segundo. Exatamente, no segundo tempo. l x l ainda no marcador. Recomeça a partida e Pelé estava ainda no campo brasileiro. Apanha a bola. E, súbito, recebe a visita do próprio gênio. Viu que o goleiro tcheco estava fora de posição, muito adiantado. Fez, então, o que não ocorreria a ninguém. De onde estava, deu um prodigioso tiro de cobertura. A TV, que não sabe fantasiar e tem o escrúpulo da mais exata veracidade, descreveu-nos o lance.

A câmera, numa tomada por trás do gol, mostra toda a curva implacável da bola. Por um momento, ninguém entendeu. Por que Pelé não passou? Por que atirava de tão espantosa distância? E o goleiro custou a perceber que era ele a vítima. Seu horror teve qualquer coisa de cômico. Pôs-se a correr, em pânico. De vez em quando, parava e olhava. Lá vinha a bola. Parecia uma cena d’Os três patetas. E, por um fio, não entra o mais fantástico gol de todas as Copas passadas, presentes e futuras. Os tchecos parados, os brasileiros parados, os mexicanos parados — viram a bola tirar o maior fino da trave. Foi um cínico e deslavado milagre não ter se consumado esse gol tão merecido. Aquele foi, sim, um momento de eternidade do futebol.

Pelé nunca foi tão alto no seu gênio. Mas por que fez isso? Simplesmente, ali o Rei se vingava das nossas vaias. E não só ele: — também o scratch, todo o scratch. Bem sei que as hienas da crônica ainda uivam contra a defesa. “Há falhas, há falhas”, rosnam as hienas (nas minhas crônicas as hienas rosnam). Lendo certos colegas, eu penso num velho episódio. Estava eu em Teresópolis, num edifício de apartamentos. Desci com a cachorrinha. Fazia uma diáfana manhã parnasiana, de um azul de soneto. No jardim, eu tremia. E, de repente, lá da janela, um vizinho pôs-se a esbravejar. Sabem por quê? Porque a cadelinha acabara de sujar o gramado. E, então, o sujeito achou que a porcaria mínima era mais importante, mais transcendente do que o céu, a floresta, a luz, as fontes, os pássaros. Assim fazem os cronistas que esquecem uma exibição deslumbrante para catar pequenas falhas que têm, cada uma, o tamanho de uma pulga.

Amanhã jogaremos com a Inglaterra. Eu sei que a Inglaterra é grande. Mas nós somos maiores, porque somos Brasil, imensamente Brasil, eternamente Brasil.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

FELIZ ANIVERSÁRIO REI PELÉ!!! 77 ANOS DE VIDA, 60 ANOS DE REINADO ABSOLUTO

Imagem retirada do site oficial do Santos Futebol Clube
Pois é, o REI faz aniversário. 
77 anos de uma vida preenchida de emoções. de glórias, de homenagens, de recordes e vitórias. 
É muito difícil tentar explicar o que Pelé fêz e conseguiu desde que se tornou o rei do futebol com apenas 17 anos de idade.

Já lá vão 60 anos de um reinado absoluto, onde vários pretendentes ao longo dos anos, em vão,  tentaram - e ainda tentam - destronar o "incomparável" Edson Arantes do Nascimento, como uma vez disse a Rainha Elizabeth II da Inglaterra.


O topo da Catedral de Brasília parece formar
uma coroa:-)

Predestinado, esta é a palavra que melhor pode definir Pelé.
E uma curiosidade engraçada em termos de estatística: 
Durante 21 anos de carreira, a média de Pelé é de 64 gols por ano.
Com 77 anos de idade, Pelé tem uma média de 16 gols por ano. 
Quantos futebolistas podem conseguem ter esta média?:-)

Não há muito mais o que dizer ou escrever sobre o Rei Pelé que já não tenha sido dito ou escrito. As imagens falam por si.


77 anos de idade, 60 anos de reinado.
Por mais que alguns, principalmente alguns argentinos e alguns europeus, 
e mesmo alguns brasileiros, tentem minimizar obra ímpar do Rei Pelé, 
não existem argumentos e provas suficientes para destronar
o melhor jogador de futebol de todos os tempos, 
e que até a data de hoje 
e enquanto o Atleta do Século XXI não for escolhido, 
é o maior atleta de todos os tempos*.
*( Para quem ainda não sabe, o Rei Pelé foi eleito O ATLETA DO SÉCULO pelo 
Comitê Olímpico Internacional, pela agencia Reuters e pela revista L'Equipe. )


Em sentido contrário ao que muitos escrevem na imprensa internacional, em blogs e em sites há anos, Pelé não precisa provar nada a ninguém.
Os jogadores que foram considerados os melhores do mundo desde que Pelé parou de jogar há 40 anos atrás até a data de hoje, é que precisavam pelo menos, 
tentar igualar o conjunto da obra de Pelé...

Alguns até conseguiram igualar e superar o Rei em alguns detalhes, como por exemplo os alemães Miroslav Klose e Gerd Muller ou o brasileiro Ronaldo, que fizeram mais gols que o Rei em Copas do Mundo, mas até a data de hoje, nenhum deles conseguiu sequer chegar perto de pelo menos igualar o total da obra do Rei Pelé.
É "apenas" por isso que PELÉ É O REI DO FUTEBOL!!!
 ENTENDE???

.. quando tinha 15 anos de idade, já jogava no time principal de um dos maiores clubes de futebol do seu país.


...quando tinha 16 anos de idade era a estrela principal desta equipe de futebol.

...quando tinha 16 anos de idade, jogava pela seleção principal de futebol do seu país,
 e logo no primeiro jogo, marcou o seu 1º gol pela seleção nacional.



...quando tinha 17 anos de idade, venceu uma Copa do Mundo FIFA, sendo um dos principais responsáveis pela conquista.


...quando tinha 19 anos de idade
foi pretendido por grandes clubes de todo o mundo.


...quando tinha 21 anos de idade, venceu uma Copa Libertadores da América...



...Venceu a Copa do Mundo FIFA pela segunda vez...





... Marcou o gol número 500 ...


...Venceu o Mundial Interclubes marcando 5 gols ao campeão europeu.



Com 22 anos de idade venceu a 
Copa Libertadores da América pela segunda vez.

Com 23 anos de idade, venceu o Mundial Interclubes pela segunda vez.




Com 29 anos de idade, Pelé marcou o gol nº 1000 na sua carreira...

...e venceu a Copa do Mundo FIFA pela terceira vez.

...aos 35 anos era uma estrela extremamente popular no maior país do mundo onde as pessoas não tinham qualquer interesse pelo futebol, 
e conseguiu popularizá-lo, atraiu multidões aos estádios 
e colocou o soccer em destaque nas TVs, jornais e radios.




...aos 57 anos de idade, foi condecorado Sir pela Rainha da Inglaterra.


....foi recebido na Casa Branca por 4 presidentes dos Estados Unidos da América.

...na história do Prêmio LaureusPelé ganhou o primeiro troféu, 
que foi entregue via satélite numa vídeo-conferência por Nelson Mandela.


 Foi recebido por 3 Papas.

Pelé parou 2 guerras na África.



...e quando tinha 35 anos de idade, adiou por uma semana uma guerra civil no Líbano.

...quando tinha  41 anos de idade, foi estrela de cinema em Hollywood, sendo um dos atores principais no melhor filme já realizado sobre futebol.

...que foi um sucesso mundial de bilheteria em 1981.

Atendendo a um pedido de Pelé, dois inimigos históricos esqueceram as diferenças e aceitaram tirar uma fotografia juntos...

...foi eleito o Atleta do Século XX.

...concorrendo contra os maiores atletas de todas as modalidades esportivas 
em todos os tempos...

...Reis, 

figuras políticas históricas, 

estrelas de Hollywood 

e celebridades foram ao vestiário cumprimentar Pelé.

Pelé foi galardoado com o título de Cidadão do Mundo pela ONU...

...e como embaixador da UNICEF...

Pelé compôs e cantou uma música que foi sucesso em todo o Brasil...



 É o cidadão brasileiro que tem mais biografias publicadas em todo o mundo.


Pelé é talvez o ser humano mais fotografado em toda a história da humanidade.

30 estátuas, pequenas estátuas e bustos de vários materiais diferentes foram esculpidas pelos mais diversos artistas de todo o planeta para homenagear e imortalizar o rei.



Há muito mais para mostrar sobre Pelécoisas que só acontecem aos predestinados
Hoje é dia de aniversário do melhor jogador de futebol de todos os tempos,
e que deveria ser oficializado como o Dia Mundial do Futebol.
E quando escrevi coisas que só acontecem aos predestinados,
eu estava pensando nesta foto abaixo.

O suor formou um coração perfeito bem no centro do peito...

há coisas que só acontecem aos predestinados.

FELIZ ANIVERSÁRIO REI PELÉ!!!





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