FILME PELÉ ETERNO

FILME PELÉ ETERNO
A prova definitiva de quem é o melhor jogador de sempre

sábado, 31 de dezembro de 2022

🎇🎆Feliz 2023 a todos.🌠🌟🙏

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

👑REI PELÉ ETERNO!



 

sábado, 24 de dezembro de 2022

🎄Feliz Natal a todos!🌟 São os votos do Sir Pelé, The King Of Football. 💪👑Força REI!!!!🙏

 🎄Feliz Natal a todos!🌟

São os votos do Sir Pelé, The King Of Football!!!

💪👑Força REI!!!!🙏



quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

📰NEW YORK TIMES, 21/11/1969: ⚽O milésimo gol de Pelé no futebol dá aos brasileiros algo para comemorar

O milésimo gol de Pelé no futebol dá aos brasileiros algo para comemorar 

Por JOSEPH NOVITSKI 'Especial para o New York Times



Tradução do texto de inglês para português:
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RIO DE JANEIRO, 20 de novembro
—Um rico jovem industrial brasileiro chamado Edson Arantes do Nascimento mudou roupas em um subterrâneo camarim aqui ontem à noite e surgiu na grama do maior estádio do mundo como Pelé, o melhor futebolista do mundo.

Este é o material da heróica lenda em qualquer lugar do mundo. No Brasil, onde o futebol é o desporto nacional, o passatempo nacional e o orgulho nacional, a lenda local apelidado de Pelé marcou o milésimo gol em seus 13 anos de carreira profissional. 
A façanha foi mais do que o equivalente no futebol aos 714 home runs de Babe Ruth.

Foi um momento de alegria, feliz libertação para os brasileiros, algumas de cujas energias políticas, frustradas sob um severo regime militar, foram despejados no futebol. “Isso é mais importante do que qualquer coisa que está acontecendo na lua”, gritou um das dezenas de milhares de torcedores saindo do Estádio do Maracanã depois de Pelé, um dentro da esquerda, marcou seu gol em um jogo de outra forma sem importância.

Nenhum jogador moderno de futebol profissional, que atrai mais espectadores do que qualquer outro esporte do mundo, chegou perto da marca definida pelo preto curto e musculoso Brasileiro. Os brasileiros gritando e rindo no estádio, e os milhões ouvindo mais as transmissões de rádio, estavam orgulhosamente certos que o Pelé deles era o melhor do mundo.



Dançando nos assentos

A certeza sobre Pelé, que ficou rico investindo seus ganhos no futebol, parecia apenas uma parte do alegria que o gol causou pelo milhares de fãs dançando e torcendo pelos níveis de assentos de concreto no pegajoso calor do enorme estádio oval. Os sociólogos profissionais e amadores afirmaram que torcendo em um futebol jogo é uma libertação para os pobres, brasileiros famintos e para compatriotas de classe média. “Eu me virei e abracei um Negro ao meu lado que tinha um sorriso que nunca desiste”, um jovem secretário branco lembrou hoje. “Parece que você esquece qualquer concepção de classe no Maracanã. Quero dizer, em nenhum outro lugar eu abraçaria um homem que eu nunca tinha visto antes."

Nos últimos dois anos, as meninas e mulheres jovens têm se reunido pela primeira vez nas arquibancadas do Estádio do Maracanã. Os sociólogos têm dito a revistas femininas que o fenômeno é evidência da mudança do Brasil de um sociedade tradicional para uma sociedade industrial moderna, pelo menos em as cidades. : “Elas realmente vão vibrar em voz alta e deixar tudo sair”, disse um fotógrafo que costuma trabalhar no estádio. “Sabe, quando as coisas ficam ásperas com a situação política, isso ajuda.”

Os estandartes, bandas de samba e bombinhas que usavam fazer parte do futebol e de campanhas políticas foram restritas em partidas de futebol desde 1965, quando o governo militar aboliu os tradicionais partidos políticos e severamente limitou eleições por voto popular. “O governo deveria contratar Pelé como ministro”, disse um repórter político que voou de São Paulo para assistir ao milésimo gol. “Ele sabe como entusiasmar as pessoas.”



👉NOTA DO AUTOR DESTE BLOG👈
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    Como puderam ver, um correspondente internacional do New York Times e da Associated Press, duas das maiores e mais respeitadas instituições jornalísticas do mundo até os dias de hoje, tem por obrigação estar muito bem informado sobre tudo.

Não há qualquer referência para estatística de "gol oficial e não-oficial" no texto do New York Times. Se existisse uma regra/critério ou qualquer nome que queiram dar a "gol oficial/gol Não oficial", 
Joseph Novitski saberia.



Joseph Novitski ( foto acima ) estava no Rio de Janeiro em 19 de novembro de 1969. É bem provável que tenha ido ao Maracanã e viu com os próprios olhos o 1000º gol de Pelé, porque a reportagem foi recebida pelo New York Times no dia seguinte, 20 de novembro, e publicada em 21 de novembro 1969 na página 2. 

Em 1969, a internet ainda não existia, e o meio mais rápido de fazer chegar as notícias do Brasil para a América e Europa era através de telefone ( as chamadas intercontinentais eram caríssimas) ou por telégrafo ( mais barato, mas não tão barato ). 

Por isso é que na maioria dos jornais estrangeiros que já publiquei aqui no blog, a notícia do gol 1000, marcado em 19  de novembro, só chegou às redações dos jornais no dia 20 de novembro, e a maioria foi publicada no dia 21 de novembro. 

O New York Times, um dos mais importantes e respeitados jornais dos EUA e do mundo, enviou o seu correspondente internacional para fazer a cobertura da possível façanha de Pelé naquele mês de novembro de 1969. Pelé marcou o gol mil, o New York Times deu destaque, ao gol-símbolo da vida do Rei do Futebol, como disse o Mestre Armando Nogueira.

Para ser notícia no NYT naquela época, e ainda hoje, tinha que ser uma coisa fora do comum, estrondosa, fantástica. E mais importante que isto tudo, tinha, e tem, que ser notícia VERDADEIRA! 

domingo, 23 de outubro de 2022

👑⚽🎉FELIZ ANIVERSÁRIO REI PELÉ! 82 anos de vida, 64 anos de reinado!!

👑⚽🎉FELIZ ANIVERSÁRIO REI PELÉ! 
82 anos de vida, 64 anos de reinado!!



Tudo já foi dito e escrito acerca do Rei Pelé.
Nos últimos 64 anos, qualquer estrela que surgiu no futebol mundial foi comparada com o Rei, que parou de jogar em 1977, mas que continua a ser A referência.
Como escrevi mais acima, tudo já foi dito e escrito acerca do Rei.
O texto que escrevi em 2017 é completamente atual, nem é preciso mudar uma vírgula.
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FELIZ ANIVERSÁRIO REI PELÉ, PRIMEIRO E ÚNICO!!!



 

segunda-feira, 25 de abril de 2022

1972 - 📰Revista "MANCHETE" | Reportagem sobre o 📕 livro "Aprenda com PELÉ"⚽

📕⚽ APRENDA COM PELÉ
Em 2 de setembro de 1972, a revista "Manchete" publicou 4 páginas sobre o livro "Aprenda com Pelé", onde o Rei explica alguns dos seus muitos "segredos". 

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Nas letras em branco acima à direita o texto diz:
 O drible, a bicicleta, os diversos tipos de passe - de curva, de cobertura, de emergência, pelo radar - a cobrança de faltas e de pênaltys, enfim, todos os segredos do futebol são revelados pelo maior craque de todos os tempos em "APRENDA COM PELÉ", livro que pretende lançar em outubro. Ao longo de 300 páginas, com explicações detalhadas e muitas ilustrações, Pelé prova que futebol também se aprende no colégio - pelo menos quando é ele o professor.




👉Para facilitar a leitura dos leitores que não percebem a língua portuguesa, eu dividi o texto das páginas acimas em cores. Usem o google tradutor.
O texto destacado em amarelo diz:
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Era uma idéia antiga de Pelé. Há muito tempo o craque pensava em escrever um livro sobre futebol, no qual transmitisse aos outros toda a sua técnica, os pequenos e fundamentais segredos que fazem um verdadeiro craque e o distinguem de um perna-de-pau (jogador mediano).

Os segredos de um chute perfeito, de um passe na medida certa, da cobrança de um penalty ou de uma falta fora da área. A idéia agora se concretizou. Nas horas de folga, durante as excursões do Santos FC, Pelé e o preparador físico Júlio Mazzei prepararam um livro de 300 páginas, que consegue ser ao mesmo tempo uma cartilha e um compêndio universitário sobre a arte de jogar futebol.

Em "Aprenda com Pelé" - excessivamente detalhado e com ilustrações de todos os movimentos descritos - o jogador passa em revista todos os movimentos básicos do futebol, como o controle de bola, o amortecimento, o chute, o cabeceio, o drible, o passe. O Professor Júlio Mazzei, que sistematizou o livro, distribuindo os assuntos pela ordem de importância, também faz um apanhado geral de como deve ser um perfeito jogador de futebol, sempre apoiado no exemplo de Pelé.

Sobre o controle de bola, Pelé afirma que, antes de tudo, é preciso haver uma ligação quase sentimental com a bola. "Trate-a com carinho, como se ela fosse muita querida". Em seguida, explica como dominá-la. É necessário que o corpo mantenha o equilíbrio, inclinado para a frente, no que será auxiliado pela posição dos braços, levantados lateralmente à altura dos ombros, mas em completo relaxamento muscular para acompanhar a flexão dos joelhos. Porém, o mais importante nesse mecanismo de controle e a flexibilidade do tornozelo do pé que impulsiona a bola.

Pelé faz uma advertência. O olhar deve estar fixo na bola, como que hipnotizado. Ela ( a bola ) é um foco de equilíbrio, que dirigirá todas as mudanças de posições e movimentos. Um desvio de olhar pode implicar na perda do controle de bola. De qualquer modo, o aprendizado exige muito treino. Uma recomendação básica do autor: "Só de aprende aquilo que se pratica e pensando naquilo que está se aprendendo". Outro conceitos para que as lições sejam mais proveitosas: "Quanto maior a repetição, mais rápido é o índice de aprendizagem" e "Nunca se aprende isoladamente".

Mas nem todos têm condições de comprar material esportivo apropriado ou dispõem de campo para treinar. 
"Não é preciso ter local nem material adequado", afirma Pelé. "Pode-se treinar no quintal, na praia ou em solo arenoso". Um bola de couro não é indispensável, Pelé aprendeu muito chutando bola de meia quando era criança.



Dentro das suas possibilidades, tenha o maior contato possível com a bola. "Não deixe que ela fuja do seu raio de ação que é aproximadamente de 2 metros. Quando for necessário, acaricie-a".

Júlio Mazzei no seu prefácio diz: "Faça dela a sua companhia. A melhor amiga de Pelé é a bola. Com ela, ele conseguiu tudo".

No capítulo dos passes, Pelé faz uma breve consideração sobre a importância desse movimento dentro da filosofia do futebol, que é o espírito de equipe. 
O passe é a forma de conduzir a bola do campo defensivo ao campo ofensivo objetivando o gol. Esse processo envolve os 11 jogadores do time.

"Como existe em jogo só uma bola e só quem a tem pode fazer o gol, o passe é uma fórmula de mantê-la com sua equipe. O gol só pode ser feito por quem tem a posse de bola".

Há várias maneiras de fazer um passe
Mas, segundo Pelé, o lançamento com a parte interna do pé é o mais eficiente: a área de contato com a bola torna-se maior, facilitando a exatidão da sua trajetória. 
Mas o autor adverte que, para distâncias mais longas, deve ser usado o dorso do pé, cujo impacto é mais forte na área de resistência da bola, aumentando o seu impulso. 
A face externa do pé pode ser utilizada para lançamentos em diagonal, bem proveitosos se os ponteiros ( wingers) souberem se deslocar.

Pelé apresenta outras variações, que classifica como passe de emergência, feito com o calcanhar, a coxa ou o peito, e o passe por elevação.

O texto na parte destacada em rosa diz:
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Para executar o primeiro ( passe de emergência ), ele aconselha algumas providências: braços na linha do corpo e movimento giratório, feito com o ombro ao contrário à direção de quem receberá a bola. 
No passe por elevação, deve-se interromper bruscamente o impacto, quando o bico da chuteira tocar a parte de baixo da bola parada.

Pelé ainda cita o passe de curva usado para servir um companheiro cercado de adversário - Carlos Alberto Torres é especialista em utilizá-lo - e o passe pelo radar, ou seja, a entrega da bola a um companheiro no campo, de costas para ele, localizando-o apenas pelo seu grito. Pelé é um dos poucos que conseguiu executá-lo com perfeição. É um passe que requer absoluto conhecimento das dimensões do campo e longa convivência com quem joga ao seu lado.

Pelé encerra este capítulo com uma advertência: "Para fazer um passe, veja antes a colocação de seus companheiros antes de receber a bola. Quem passa não é o homem que está com a bola, mas sim, quem vai recebê-la".




O texto destacado em azul diz:
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Ensinando como amortecer a bola, Pelé se detém mais na chamada matada de peito* ( *amortização da bola com o peito )
Deve haver uma inspiração rápida e expiração imediata no ato do impacto. Ao mesmo tempo, lança-se os braços para a frente, dando contorno de concha ao tórax. Os movimentos tanto valem com os pés plantados no chão ou durante o salto.

Na foto à esquerda, Pelé diz que o dorso do pé é melhor para chutes de longa distância
Na foto à direita, Pelé mostra como "matar" a bola com o peito


Cabeceio
Muita vezes, as leis da Física se confundem com as do futebol. Assim acontece na cabeçada. Explicando seu mecanismo, Pelé lembra que aqui são acionadas as leis da impulsão e gravidade. A primeira corresponde à subida do atleta. Quanto maior a força do impacto dos pés no chão, maior será a elevação. Depois, a lei da gravidade predomina. A habilidade do cabeceador localiza-se exatamente na sua sensibilidade de perceber o momento em que as duas forças se equilibram. Surge aquela paradinha no ar e se o jogador baixar os braços rapidamente, ganhará alguns centímetros sobre o impulso inicial.

Pelé era exímio cabeceador e tinha uma impulsão vertical de 48 polegadas

O cabeceio exige olhos abertos, para acompanhar a trajetória da bola e boca fechada, para evitar acidentes comuns como cortes na língua. De preferência, a cabeçada deve ser dada com a testa, pois a área de impacto é maior e o golpe será mais potente. "É incrível como muitas pessoas não sabem cabecear no nosso futebol, por essa falta de treinamento" - lamenta Pelé. Essa falta de cabeceadores provoca um problema paralelo: como os goleiros são pouco acionados nesse detalhe, não aprendem a sair do gol. E aí estaria o principal defeito dos goleiros brasileiros.


Pelé mostra a importância do chute e do drible. 
E, quanto à cobrança de faltas (free-kick ). volta a insistir na necessidade de um treinamento metódico e permanente. Uma cobrança de falta exige certa malícia do jogador. Se, por exemplo, a falta for do lado esquerdo da área, deve ser chutada com o pé direito e vice-versa. 
Pelé recomenda uma exame das bandeirinhas de corner ou das bandeiras do estádio para se conhecer a direção do vento.

Chama também a atenção dos goleiros. "Há árbitros que não autorizam a cobrança de falta pelo apito, mas sim com um sinal de mão. Isso é comum na Europa e pode apanhar o goleiro desprevenido"

Ele sugere que o chutador explore ao máximo o medo dos homens da barreira.
O chute de Pelé, por exemplo, a 20 metros da baliza sai numa velocidade de 100km/h e demora 5 décimos de segundo para chegar até o goleiro adversário. 
O impacto de chute na barreira é de 70 quilos. Pelé recomenda ainda uma exploração desse obstáculo, como chutar por cima do defensor mais baixo. Na verdade, é quase impossível marcar o gol ultrapassando a barreira, pois entre esta e o travessão sobram pouco mais de 30 centímetros de visão do atacante.

Há uma solução, que é o chute colocado (em habilidade), sem muita força. mas nesse caso, a vantagem da velocidade é anulada, pois o goleiro terá mais tempo para se movimentar.

No último capítulo do livro, Pelé dá instruções sobre como chutar um penalty. 
Há cinco itens a observar: 
a) colocação da bola; 
b) concentração; 
c) decisão; 
d) corrida; 
e) chute.




O local da colocação da bola deve ser cuidadosamente examinado, pois uma pedra na marca do penalty, ás vezes posta pelo goleiro, poderá mudar a direção do chute. A concentração exige total desligamento do atleta de tudo que o cerca - público e adversários. Pelé, pessoalmente, na cobrança de um penalty, tem o hábito de olhar para o céu e pensar em coisas que nada têm a ver como o futebol. As provocações e as guerras de nervos dos adversários são intensas.

A decisão é necessária na corrida e no chute. O batedor de penalty, ao escolher o canto e calcular a potência do chute, não poderá mudar de idéia na hora em que correr para a bola sob o risco de não marcar o gol. E, penalty perdido, é culpa de quem chutou. O goleiro, debaixo das traves, não tem nenhuma responsabilidade. Não está na obrigação de defender o chute. E como sabe que o batedor já escolheu o canto, usa de artifícios para confundir o batedor, como o de oferecer exageradamente um dos lados para o chute, provocando uma completa reviravolta da situação previamente estabelecida pelo atacante.


Pelé aconselha o seguinte esquema: 
"Tire uma linha de 2 metros dos postes laterais. O goleiro ficará com uma área de 4 metros mais ou menos em seu poder, onde poderá efetuar uma defesa. ( A baliza tem 7 metros ). Sobrará aproximadamente 1 metro e meio de cada lado. Nessa região, o chute é indefensável. É só executá-lo. Se for no alto, não há a mínima chance para o goleiro".

O Professor Júlio Mazzei classifica o livro como uma espécie de testamento de Pelé, quando se aproxima o momento em que o jogador abandonará as chuteiras. É um documento que não pode faltar na história do futebol brasileiro.

E finalmente, a parte destacada em verde diz:
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Em futebol, o chute é fundamental, pois é o chute que leva a bola ao gol. 
Posso citar vários estilos de chute, mas o princípio básico de todos é muito simples: a perna mais importante não é a que impulsiona a bola, mas sim a perna de apoio, que permite à outro perna atuar como alavanca. 
- Por exemplo, se o pé de apoio estiver atrás da linha da bola, a tendência é mandar a bola pelo alto. 
- Ao contrário, quando se coloca a perna de apoio na linha da bola, o chute sairá à meia altura ou rasteiro. 
- Quando, por erro, a perna de apoio fica adiante da linha da bola, ela será pressionada contra o chão e o chute sairá sem direção.

A direção é determinada também pela posição do pé e pela colocação do joelho da perna de apoio, no momento em que a bola é atingida. Se o jogador pretende dirigir o chute na linha da direção da sua corrida, o pé e o joelho da perna de apoio devem estar apontados na direção do alvo. 

No chute de voleio, o sem-pulo, quanto mais o joelho subir e a ponta do pé se voltar pra baixo, formando uma linha reta entre o joelho que sobe e o dorso do pé que desce, maior a tendência para que a bola siga à meia altura baixa. 

Na bicicleta, é necessário um extraordinário movimento de coordenação muscular que requer grande agilidade e destreza. 

Na legenda da foto, Pelé diz para cabecear com a testa e de olhos abertos.

Primeiro, uma impulsão. Depois, um falso movimento de uma das pernas, para que a outra perna tenha tempo de ser impulsionada e tocar na bola.
Depois vem a queda, que deve ser amortecida pelo movimento das mãos, do antebraço e em seguida, das costas. É preciso ter uma noção de profundidade e de largura do ângulo, para colocar bem a bola. Tudo deve funcionar como um mecanismo instantâneo, executado depois de observada a posição do goleiros, da baliza e controlada a potência do chute.

O drible é um capítulo à parte
Para desequilibrar o adversário, o jogador precisa estar numa posição de equilíbrio constante. O atleta deve considerar o próprio umbigo como o centro de sua gravidade. Assim, o drible torna-se apenas uma questão de equilíbrio do atleta quando o executa, enquanto procura desequilibrar o adversário. Muitos jogadores se driblam a si mesmos, pois são incapazes de voltar à posição inicialmente imaginada. É tudo uma questão de cisão: o atacante precisa saber que quem toma a iniciativa é sempre ele. 

O defensor já está em desvantagem, porque não sabe se o atacante vai sair para a esquerda ou para a direita. às vezes, o defensor oferece um lado para o atacante sair. Trata-se de uma manobra proposital para tentar roubar a bola na sequência do lance. Portanto o drible é também uma questão de autoconfiança e, para tal, é preciso treinamento, contato permanente com a bola e uma precisão na  colocação dos pés.

O jogador deve se esforçar para andar com os quadris baixos, manter o seu equilíbrio e flexionar bem as pernas. É também necessário manter a atenção constantemente voltada para os movimentos do adversário, e às vezes examinar até os olhos do adversário, como eu faço. O olhar de um jogador revela muito da sua disposição e de suas intenções.

O drible é um recurso que deve ser utilizado, mas não pode tornar-se uma constante. 
"Só se tenta o drible quando não há um companheiro livre para passar a bola. Dar um bom passe a um companheiro livre é muito mais eficiente do que tentar um drible. 
Eu recomendo o passe, mas não recomendo o drible quando é desnecessário".

Link da revista "MANCHETE", 02/09/1972👉 AQUI





sábado, 26 de março de 2022

💰💰💰Na década de 70, o Nápoli da Itália ofereceu 100 milhões de liras para contratar Pelé

💰💰💰O SSC Nápoli quis contratar Pelé, e ofereceu 100 milhões de liras por uma única temporada na Itália.




Pelé jogou cinco vezes contra o Napoli, três em 1968 e duas em 1972, marcando um total de sete gols. Fato que provocou a fixação doentia do presidente napolitano Roberto Fiore pelo craque brasileiro, chegando a lhe oferecer até 100 milhões de liras por jogar uma única temporada no San Paolo, como confessou em sua biografia.


Roberto Fiore, presidente do Nápoles na altura



A oferta milionária foi feita ao craque brasileiro após sua primeira partida disputada em Nápoles, que aconteceria em 5 de março de 1972. O Santos, por conta da suspensão do campeonato paulista, fez uma turnê pela Europa para manter a forma, e com 20 dias de folga pela frente, eles visitaram o Velho Mundo. A equipe branca chegou a Nápoles vinda da Bélgica, onde havia disputado um amistoso contra o Anderlecht dois dias antes.

"O Rei" se encontrou em Nápoles com dois de seus velhos amigos, com quem jogou quando jovem no Brasil, que lhe contaram maravilhas sobre a Série A da época. Beijos e abraços antes de entrar em campo, o camisa 7 do Napoli naquele dia era Angelo Benedicto Sormani, seu antigo companheiro no Santos, e o outro era Altafini, seu colega de seleção. Naquela fria tarde de março, diante de 25.000 espectadores, o árbitro era Pieroni de Roma. 

O Napoli colocou Zoff, Ripari, Pogliana, Zurlini, Vianello, Perego, Sormani, Juliano, Altafini, Montefusco, Improta (que foi substituído por Manservisi no decorrer do jogo). 
O Santos colocou em campo Cejas, Orlando Lelé, Paulo, Oberdan, Zé Carlos, Leo Oliveira, Afonsinho (Nené), Edú, Alcindo, Pelé e Ferreira, ou seja, metade da seleção brasileira. 



O jogo estava no caminho certo para o Santos e Pelé marcou aos 15' do primeiro tempo, então o mesmo número 10 do Santos passou ironicamente por Zoff e acertou desesperadamente um poste como se tivesse perdido um gol na final da Copa do Mundo, incrível ! O craque também selou o segundo gol com um pênalti aos 9' do segundo tempo. Seis minutos depois, Nené marcou o terceiro e o Napoli ficou com três gols contra. Neste momento, o orgulho brasileiro de José Altafini veio à tona com uma dobradinha que infelizmente não serviu para a virada completa. A partida terminou 3 a 2 para os brasileiros. 

Abraços e beijos ainda no final, todos queriam cumprimentar a lenda viva do futebol que respondeu aos aplausos estrondosos dos napolitanos, e principalmente o presidente do Napoli que não duvidou de suas chances de convencer o craque brasileiro. Mas, como todo bom torcedor sabe, Pelé só deixou o Brasil depois de seus melhores anos para jogar pelo Cosmos, da liga americana, e a oferta do Napoli não deu em nada.




O Santos repetiria a experiência de disputar amistosos na Itália quase dois meses depois, e Fiore fez uma última tentativa desesperada de convencê-los. Eles jogaram um em 1º de maio no Cagliari (que terminou 3 a 2 para o Santos com dois gols de Pelé e Riva) e outro no San Paolo em 29 de abril. 
E Pelé disse não de novo.

🔗Reportagem original em italiano 
KODRO MAGAZINE👉 AQUI



terça-feira, 22 de março de 2022

1281 gols em 1363 jogos

1281 gols em 1363 jogos. 
Assim estava publicado no site oficial da FIFA em 29 de setembro de 2013.
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Edson Arantes do Nascimento. Pelé. O Rei . Seja qual for o nome, a memória é a mesma: de um superastro mundial, um ícone do futebol recordista. Acima e além de sua conquista inigualável ao vencer três Copas do Mundo da FIFA™, Pelé era um gênio que estava constantemente reinventando o futebol.

A cada toque de bola, a cada passe, a cada drible, Pelé era capaz de inventar algo novo - algo que os torcedores nunca tinham visto antes. Com um instinto matador na frente do gol, um olho para o passe perfeito e atletismo supremo, o brasileiro era o jogador de futebol perfeito. E se a Seleção veio para encarnar o 'jogo bonito' aos olhos de tantos observadores ao redor do mundo, isso pode ser creditado em grande parte às habilidades de tirar o fôlego de seu mais celebrado camisa 10.

Visto pela primeira vez aos 11 anos pelo ex-internacional brasileiro Waldemar de Brito, ingressou no Santos aos 15 anos e ainda não tinha completado 16 anos quando marcou em sua estreia pela equipe principal em um amistoso contra o Corinthians de Santo André em setembro de 1956, subindo do banco para marcar o sexto golo da sua equipa na vitória por 7 x 1. Uma lenda nasceu.




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Apresentação enfática ao mundo
O mundo viu Pelé pela primeira vez na Suécia em 1958. Ele tinha apenas 17 anos quando disputou sua primeira Copa do Mundo da FIFA, um adolescente que surgiu do nada para iluminar o torneio com suas habilidades deslumbrantes. Costuma-se dizer que foi a força do jogador que deu a Pelé um lugar no time titular para a terceira partida do Brasil na final contra a União Soviética. Ele havia sido afastado por uma lesão no joelho, mas ao retornar da sala de tratamento, seus colegas fecharam as fileiras e insistiram em sua seleção no ataque ao lado de Vava.

O prodígio recompensou seus companheiros de equipe com o único gol contra o País de Gales nas quartas de final - e, ao fazê-lo, estabeleceu um recorde como o artilheiro mais jovem da história da Copa do Mundo da FIFA, com 17 anos e 239 dias. Depois de encontrar seu alcance, ele marcou um hat-trick no segundo tempo aos 23 minutos na vitória do Brasil por 5 a 2 sobre a França nas semifinais.

A essa altura, Pelé era imparável, aliando técnica perfeita com velocidade relâmpago, inteligência e oportunismo, e completou sua primeira Copa do Mundo da FIFA com dois gols esplêndidos contra a Suécia na final. Na primeira, ele teve a audácia de sacar um sombrero , levantando a bola por cima do último zagueiro antes de rebater a bola no voleio. Seu segundo, no minuto final, foi uma cabeçada em loop sobre o goleiro. O jogador sueco Sigge Parling confessou mais tarde que "depois do quinto gol, senti vontade de aplaudir".

No apito final, o goleiro da Seleção Gilmar teve que consolar o menino maravilha, que foi carregado para fora do campo em lágrimas nos ombros dos companheiros. "Senti como se estivesse vivendo em um sonho", lembrou Pelé, e de muitas maneiras ele era, um jogador diferenciado por seu talento extraordinário. Nos anos que se seguiram, ele só melhorou. 
Ele marcou 127 gols em 1959, 110 em 1961 e inspirou o Santos a conquistas consecutivas da Copa Libertadores em 1962 e 1963; conquistas que precederam as conquistas consecutivas da Copa Intercontinental.



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Pelé chegou à Copa do Mundo FIFA de 1962 no Chile pronto para incendiar o mundo novamente. Foi o palco perfeito para mostrar seu talento, mas, infelizmente, ele agravou uma lesão na virilha no segundo jogo do Brasil contra a Tchecoslováquia e não reapareceu. Em vez disso, ele assistiu do lado de fora enquanto seus companheiros de equipe recuperavam o título mundial. Pelé já era um homem marcado e o mesmo destino infeliz o aguardava em 1966 na Inglaterra, onde novamente saiu da final de maca, vítima de um desarme feroz em jogos contra Bulgária e Portugal. Desta vez, porém, o Brasil se juntou a ele na saída de cena mais cedo, caindo no primeiro obstáculo.

O rei é coroado
Pelé teria que esperar até o México 1970 antes de lembrar ao mundo de seus talentos excepcionais. Na primeira Copa do Mundo da FIFA a ser transmitida ao redor do mundo em cores, 'O Rei' brilhou em toda a sua glória, habilmente assistido pelos companheiros de equipe Jairzinho, Tostão, Rivelino, Gerson e Carlos Alberto. Os destaques incluíram sua tentativa de chute do meio-campo contra a Tchecoslováquia, um cabeceamento impressionante que trouxe uma defesa ainda mais impressionante do goleiro inglês Gordon Banks, e o momento inesquecível quando ele passou por cima da bola, deixando-a passar pelo goleiro uruguaio Ladislao Mazurkiewicz, antes atirando estreitamente largo.

Apropriadamente, foi Pelé quem marcou o 100º gol do Brasil na Copa do Mundo da FIFA na vitória por 4 a 1 sobre a Itália na final - um cabeceamento após um salto tipicamente atlético. "Foi uma sensação especial marcar com a cabeça. O meu pai uma vez marcou cinco golos de cabeça num jogo - esse é um recorde que nunca consegui bater"
Foi seu 12º gol em 14 jogos na Copa do Mundo da FIFA e ele continua sendo um dos dois únicos jogadores de futebol a ter marcado em quatro torneios separados.

Além de marcar, fez o sublime lay-off para Carlos Alberto concluir uma jogada de nove passes com o espectacular golo final frente à Itália. Tarcisio Burgnich, o zagueiro da Azzurra com a tarefa nada invejável de marcar Pelé, foi mais tarde citado como tendo dito: "Eu disse a mim mesmo antes do jogo, 'ele é feito de pele e osso como todos os outros'. Mas eu estava errado".

O Brasil ganhou o direito de manter o troféu Jules Rimet depois de ganhá-lo pela terceira vez com indiscutivelmente o maior time de todos os tempos. Pelé tornou-se uma lenda viva. No dia seguinte, o jornal britânico Sunday Times resumiu: 
"Como se soletra Pelé? DEUS."


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Grandeza eterna
Ao longo de sua carreira, Pelé foi um recordista. 
Seu milésimo gol, de pênalti, aconteceu em 1969, diante de uma multidão delirante no Maracanã. 
Ele marcou cinco gols em um jogo em nada menos que seis ocasiões, conseguiu 30 lances de quatro gols e marcou 92 hat-tricks. Em uma partida contra o Botafogo, em 1964, ele acertou o gol oito vezes. 
No total, o grande homem marcou 1.281 gols em 1.363 jogos.

Pelé deixou o que chamou de jogo bonito em 1974, antes de retornar no ano seguinte para jogar pelo New York Cosmos para "levar o jogo do mundo ao público americano". Ele penduraria as chuteiras pela última vez em 1977.

JB Pinheiro, o embaixador brasileiro nas Nações Unidas, foi citado como tendo dito: "Pele jogou futebol por 22 anos, e nessa época ele fez mais para promover a amizade e a fraternidade mundial do que qualquer outro embaixador em qualquer lugar". E quem poderia contradizê-lo? Na Nigéria em guerra, um cessar-fogo foi declarado quando Pelé jogou em Lagos em 1969. O presidente do Brasil o declarou um "tesouro nacional" para impedir qualquer possível transferência para um clube europeu. E na cidade portuária de Santos, 19 de novembro é para sempre o 'Dia do Pelé', para comemorar o aniversário de seu milésimo gol.

Desde que sua carreira de jogador terminou, Pelé usou seu status de embaixador para promover seu país, a ONU e o UNICEF. "Toda criança no mundo que joga futebol quer ser Pelé", disse ele, "o que significa que tenho a responsabilidade de mostrar a eles como ser um jogador de futebol, mas também como ser um homem"
Mas é para isso que servem os deuses, não é?

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

📰New York Times, 19/07/1971 - No seu jogo de despedida da Seleção Brasileira no Maracanã, Pelé havia marcado 1086 gols na carreira..



RIO DE JANEIRO, 18 de julho (AP) —Pele, conhecido como Pérola Negra e considerado o maior dos jogadores de futebol, encerrou hoje sua carreira na Seleção Brasileira diante de uma multidão emocionada e altamente partidária e de uma audiência televisiva internacional.



📰Ele jogou a primeira metade da partida contra a Iugoslávia, depois desatou a chorar quando centenas de admiradores o cercaram.

Depois de uma curta permanência no túnel do árbitro, o homem que marcou 1.086 gols correu pelo campo ao som do hino de seu país e ( da canção ) “Obrigado Pelé” (Obrigado, Pelé), que é um sucesso nacional.

Com as lágrimas ainda escorrendo pelo rosto, Pelé tirou a camisa e a girou no ar enquanto corria ao redor do campo do Maracanã na frente de uma multidão recorde de 130.000 pessoas.




Pelé, cujo nome verdadeiro é Edson Arantes do Nascimento, assistiu ao segundo tempo da área oficial quando o Brasil se recuperou de uma desvantagem de 1-0 e ganhou um empate por 2‐2.

Página da revista "MANCHETE" de 31 de julho de 1971


“É muito impressionante”, disse Pelé, com a voz embargada de emoção. “Eu tentei imaginar o que isso seria. ser assim, mas superou tudo que eu poderia pensar. ”

Fãs de futebol de todo o mundo homenagearam o atleta que completou 110º jogo pela Seleção Brasileira. Mas ele não se foi para sempre. Ele continuará jogando, com o Santos, seu clube profissional, e fará apenas apresentações ocasionais em exibições no exterior.

As autoridades cancelaram as touradas em Sevilha, na Espanha, para que os fãs pudessem assistir à despedida de Pelé na televisão.


Em Londres, o Daily Mirror descreveu Pelé como “o maior jogador de futebol que o mundo já conheceu. Pelé é único, insubstituível. ”

Página da revista "MANCHETE" de 31 de julho 1971


A escolha da seleção iugoslava para a final de Pelé foi considerada uma grande honra para aquele país, disseram autoridades em Belgrado. Uma dezena de jornalistas esportivos iugoslavos acompanharam seu time ao Rio.

O jogo começou devagar, com Pelé recebendo a bola apenas algumas vezes, enquanto seus companheiros tentavam colocá-lo em posição de gol. O Rei tentou um chute no final do primeiro tempo, mas foi bloqueado.

Bilhete do jogo Brasil x Iugoslávia de 18 de julho de 1971

Pelé fez mais três tentativas de gol nos momentos finais do intervalo, mas; não conseguiu marcar um gol.


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Na foto a cima, destacado em amarelo está escrito:
Sobre o Arquivo 
Esta é uma versão digitalizada de um artigo do arquivo impresso do The Times, antes do início da publicação online em 1996. Para preservar esses artigos como eles apareceram originalmente, o The Times não os altera, edita ou atualiza.

Ocasionalmente, o processo de digitalização introduz erros de transcrição ou outros problemas; continuamos trabalhando para melhorar essas versões arquivadas.

Nota do autor: 
Como podem podem ver, o NYT não altera, edita ou atualiza os artigos como foram publicados originalmente.
E, como podem ver, mais uma vez, se estas novas regras de estatísticas de "oficial & não oficial" existissem e fossem aplicadas em 1971, o New York Times certamente saberia. 
Se o NYT não mencionou, nem publicou "oficial & não oficial", é porque não existia.

NEW YORK TIMES, 19 DE JULHO 1971👉 AQUI

domingo, 6 de fevereiro de 2022

FOTO DO DIA: 🏆🏆🏆🏆🏆1962, o ano em que Pelé ganhou tudo o que disputou


 
🏆No ano de 1962, Pelé tinha 6 competições para disputar:
3 no Brasil ( Campeonato Paulista, Campeonato Brasileiro e o Torneio Rio-São Paulo )
e 3 fora do Brasil ( Libertadores da América, Campeonato Mundial Interclubes e a Copa do Mundo FIFA ).
Teve um aproveitamento de 100%, sagrando-se campeão em todas as 5 competições que disputou. 

👉*O Santos FC decidiu não participar do Torneio Rio-São Paulo daquele ano porque estava focado no principal objetivo do clube: ter tempo para treinamentos e estar muito bem preparado para tentar vencer a Copa Libertadores da América pela primeira vez.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

🎇🎈🎉Um FELIZ e PRÓSPERO 2022 para todos!!


👑São os votos do Sir Pelé, The King of Football!

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

SYLVESTER STALLONE «PELÉ ME QUEBROU UM DEDO DA MÃO E RASGOU A REDE»

SYLVESTER STALLONE «PELÉ ME QUEBROU UM DEDO DA MÃO E RASGOU A REDE»



Sylvester Stallone, 75 anos, ator norte americano e uma figura incontornável da história recente de Hollywood, recordou um episódio ocorrido com Pelé há 40 anos.




Tudo aconteceu durante as gravações do filme ‘Fuga para a vitória’ (1981), que além do Rei, também contou com a participação de antigas glórias do futebol mundial, como o inglês Bobby Moore ou o argentino Osvaldo Ardiles.


No filme em questão, Pelé e companhia formam uma equipa de futebol num campo de concentração nazista e derrotam um combinado de jogadores alemães, enquanto preparam uma fuga arriscada.

Nessa equipe de prisioneiros, Sylvester Stallone era o goleiro, particularmente pouco talentoso. Durante as gravações, o ator lesionou-se. E explicou porquê.





«Quando fui convidado a participar no filme pensei: jogar futebol não deve ser assim tão difícil, vou aceitar. Depois, a produção entregou-me uma bola com que se jogava nos anos 40 do século passado e não imaginava que fosse tão pesada, parecia que tinha chumbo por dentro», começou por recordar Stallone.



Depois, o ator conheceu Pelé e um dos diálogos com o brasileiro ficou-lhe para sempre na memória.
«Já tinha ouvido falar de Pelé e quando fomos apresentados disse-lhe que ia ser o guarda-redes dos prisioneiros».
Ele respondeu: «À sério? Você já alguma vez jogou na baliza?».
«Disse-lhe que não.»
E ele avisou-me: «Você fica entre os postes, eu vou fazer uma série de arremates e você não vai conseguir defender nenhum».



«Pensei que era brincadeira. 
Só que na primeira vez que ele arrematou ouvi um barulho: a bola ia com tanta força que rasgou as redes. 
Segundos depois, disparou pela segunda vez, mas nessa ocasião consegui tocar na bola com a mão e… ouvi um estalo. 
O Pelé tinha acabado de me partir um dedo», finalizou.



Nota do autor: na minha opinião, o melhor filme sobre futebol de todos os tempos.
Vi o filme em 1982, cinema lotado. Quando Pelé empatou o jogo com aquele gol de bicicleta, o cinema inteiro gritou gol, inclusive eu. Parecia que estávamos num estádio de futebol. 

Retirado👉 DAQUI

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