Vi gravações de Pelé incontáveis vezes.
Vi Pelé de perto poucas vezes, com a mesma emoção na primeira e em todas as outras.Como pode um profissional se manter como o melhor da sua área 33 anos depois de parar? Como alguém consegue se transformar em adjetivo? Só sendo Pelé.
Entre tantas coisas que a gente lembra quando fala em Pelé, tenho uma muito especial. Copa de 70, Brasil e Tchecoslováquia.
Lançamento de Gérson e Pelé não domina a bola no peito. Ele cola a bola no peito. E ainda faz o gol! Como alguém pode fazer isso?, perguntava pra si mesmo um garoto de oito anos.
Não tem resposta. Pelé ganhou mais um súdito.
Cléber Machado - Narrador – TV Globo – São Paulo (SP)
Luiz Roberto Serrano
Presidente da Associação Resgate Santista – São Paulo (SP)
José Macia (Pepe)
Ex-jogador do Santos FC – Santos (SP)
Cada cidade brasileira devia ter uma estátua do nosso Rei Pelé.
Barbara Gancia
Colunista – Folha de S.Paulo e Band News FM – São Paulo (SP)
Patrícia Poeta
Apresentadora – Fantástico – TV Globo – Rio de Janeiro (RJ)
Escolher um rei dentre todos /
Que pelo tempo jamais açoitado /
Reinasse no trono de Cronos? //
Forjaria num molde de bronze / Um tipo atlético, de meia altura
A reunir num habilidade de onze / Negra efígie de larga cintura
Poeta, compositor, escultor / plástico e ágil como pantera / Usasse em sua arte maior / Objeto sem reparo, uma esfera // Que no ápice da própria história / bradasse entre todos, e de pé / um belo clamor de esperança //
Que olhasse por nossas crianças
Se a mim fosse dada essa glória / moldaria, decerto, Pelé;
Ugo Braga
Editor de Esportes – Correio Braziliense – Brasília (DF)
Renato Maurício Prado
Colunista – O Globo / Comentarista SporTV – Rio de Janeiro (RJ)
Milton Leite
Narrador – SporTV / PFC – São Paulo (SP)
Em um contra-ataque, ele recebeu a bola antes do meio-campo, olhei para os lados e percebi que o estádio todo já estava de pé.
Odir Cunha
Jornalista e escritor
São Paulo (SP)
Jair Bala
Ex-jogador do Santos F.C.
Belo Horizonte (MG)
Hélio Alcântara
Editor – Grandes Momentos do Esporte – TV Cultura (São Paulo – SP)
Não há como compará-lo a ninguém e o mundo inteiro sabe disso.
Foram muitas conquistas e grandes jogadas ao longo da sua vitoriosa carreira.
Agora, “aquele” passe para Carlos Alberto fechar a conquista do tri, no México, foi fantástico. A bola foi colocada num espaço vazio e encontrou os pés do capitão.
Outro fator positivo para Pelé foi cuidar da saúde, não se envolver em polêmicas e nem em baladas.
Por isso e muito mais, chega aos 70 anos com vida saudável e muita energia positiva. Exemplo para muitas gerações.
Pessoa Junior
Editor de Esportes – Correio da Paraíba (João Pessoa – PB)
José Roberto Torero
Escritor, cineasta e colunista – UOL – São Paulo (SP)
Benjamin Back
Colunista Lance! / Estádio 97 – 97 FM – São Paulo (SP)
Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro
Presidente do Santos F.C.
Nem todas as palavras e palavrões são capazes de descrever o significado de Pelé em nossa vida de alvinegro praiano. Tive o privilégio de ver Pelé em campo, de falar com ele no Guarujá e até de receber uma camisa autografada. Sei que vieram de seus pés minhas maiores alegrias e na semana de seu aniversário de 70 anos só posso dizer, com simplicidade: Muito obrigado, Rei do Futebol.
Alceu Toledo Junior
Diretor de Redação do site Waves (São Paulo – SP)
Alceu Toledo Junior
Diretor de Redação do site Waves (São Paulo – SP)
Tive a felicidade, ainda garoto, de ver os últimos atos de Pelé em campo. Nunca vou esquecer, por exemplo, daquela volta olímpica no Maracanã, na despedida da seleção brasileira.
Já as jogadas e os gols, confesso, vi naquele épico “Isto é Pelé!”, que lotou salas de cinema Brasil afora. Mas o que me marcou, mesmo, foi a simplicidade de Pelé.
O ano era 1972 e o time do Santos veio jogar contra o Ceará, no Presidente Vargas, em Fortaleza.
Eu tinha apenas sete anos e fui escolhido para entregar um exemplar do Anuário do Ceará ao Rei (foto).
Mesmo cercado pelos fãs e pela imprensa, Pelé deu toda a atenção do mundo ao garotinho, que, curiosamente, estaria entrevistando-o 26 anos depois, na Copa da França, com a mesma simplicidade.
É isso. Tanto quanto os gols e as jogadas inesquecíveis, é a simplicidade do Rei que encanta.
Paulo César Norões
Comentarista – TV Verdes Mares/Globo, Sportv e PFC (CE)
Já as jogadas e os gols, confesso, vi naquele épico “Isto é Pelé!”, que lotou salas de cinema Brasil afora. Mas o que me marcou, mesmo, foi a simplicidade de Pelé.
O ano era 1972 e o time do Santos veio jogar contra o Ceará, no Presidente Vargas, em Fortaleza.
Eu tinha apenas sete anos e fui escolhido para entregar um exemplar do Anuário do Ceará ao Rei (foto).
Mesmo cercado pelos fãs e pela imprensa, Pelé deu toda a atenção do mundo ao garotinho, que, curiosamente, estaria entrevistando-o 26 anos depois, na Copa da França, com a mesma simplicidade.
É isso. Tanto quanto os gols e as jogadas inesquecíveis, é a simplicidade do Rei que encanta.
Paulo César Norões
Comentarista – TV Verdes Mares/Globo, Sportv e PFC (CE)
Luiz Zanin
Articulista – O Estado de S. Paulo (São Paulo – SP)
Parabéns Majestade!
Kiko Zambianchi
Cantor e compositor – São Paulo (SP)
Alex Frutuoso
Colunista – A Tribuna – Santos (SP)
Pelé transformou o futebol. O esporte bretão era um antes dele e passou a ser outro após este mineiro mostrar toda sua habilidade, explosão, força física, visão de jogo e faro de gol com a camisa do Santos e depois da seleção brasileira.
Dentro de campo, Pelé foi gênio. Deixou boquiabertos torcedores e adversários. Muitos, certamente, perderam o sono pensando em como marcar o Rei.
São incontáveis os momentos marcantes em sua carreira.
Em minha opinião, o gol contra a Itália na final da Copa de 1970 veio coroar toda sua carreira. Nem Gordon Banks seria capaz de defender aquela cabeçada (ou foi um chute?).
Obrigado, Pelé.
Gilmar Agassi
Editor de Esporte – Folha de Londrina – Londrina (PR)
Dentro de campo, Pelé foi gênio. Deixou boquiabertos torcedores e adversários. Muitos, certamente, perderam o sono pensando em como marcar o Rei.
São incontáveis os momentos marcantes em sua carreira.
Em minha opinião, o gol contra a Itália na final da Copa de 1970 veio coroar toda sua carreira. Nem Gordon Banks seria capaz de defender aquela cabeçada (ou foi um chute?).
Obrigado, Pelé.
Gilmar Agassi
Editor de Esporte – Folha de Londrina – Londrina (PR)
Pelé não é melhor que Dondinho. Mas é melhor que qualquer outro jogador da história do futebol no planeta Terra. Além disso é um exemplo de conduta para todo profissional. É um fenômeno mundial: em Chicago, não paguei a corrida porque o taxista viu uma foto de meus filhos com o Pelé. No salão de minha casa ostento uma foto que tiramos juntos numa churrascaria em Nova Iorque. E só neste 23 de outubro ele me passa à frente. Em 11 de novembro, faço o gol de empate. Nos 70.
Alexandre Garcia
Apresentador – Bom Dia Brasil – TV Globo – Brasília (DF)
Milly Lacombe
Colunista – Revista TPM – São Paulo (SP)
pode-se usar muitos adjetivos. Penso que ele foi e continua sendo único. Pelé é bambambã!
Márcio Bernardes
Jornalista – Rádio Transamérica FM
São Paulo (SP)
Dadá Maravilha
Ex-jogador e Comentarista
Alterosa Esporte – TV Alterosa (MG)
Difícil, em uma vida inteira, destacar apenas um momento de um astro tão completo, que possuía o domínio de todos os fundamentos do futebol.
Chutes tanto com a direita como com a esquerda, dribles e lançamentos com tamanha perfeição, tudo com a extrema simplicidade que só ele poderia executar!
Algo que me marcou muito e que trago em minha memória é uma demonstração ímpar de sua grandiosidade, quando em um amistoso na Colômbia, o árbitro foi sumariamente afastado da partida pela torcida, após ter expulsado Pelé!
E assim, o Rei pôde voltar ao jogo.
Daniel Crocco
Administrador de Empresas – São Paulo (SP)
Chutes tanto com a direita como com a esquerda, dribles e lançamentos com tamanha perfeição, tudo com a extrema simplicidade que só ele poderia executar!
Algo que me marcou muito e que trago em minha memória é uma demonstração ímpar de sua grandiosidade, quando em um amistoso na Colômbia, o árbitro foi sumariamente afastado da partida pela torcida, após ter expulsado Pelé!
E assim, o Rei pôde voltar ao jogo.
Daniel Crocco
Administrador de Empresas – São Paulo (SP)
Leopoldo Siqueira
Alterosa Esporte – TV Alterosa (Belo Horizonte)
Na Copa de 58 na Suécia, um menino negro genial, encantou o mundo mostrando o melhor do futebol brasileiro, sepultando de vez a nossa síndrome de cachorro vira-lata, descrita por Nelson Rodrigues como a nossa incapacidade de se fazer grande diante das potências mundiais. Naquele momento o mundo descobriu Pelé e, de tabela, descobriu o Brasil.
Leanderson Lima
Editor de Esportes – A Crítica de Manaus (AM)
Leanderson Lima
Editor de Esportes – A Crítica de Manaus (AM)
Edenílson Leandro
Editor de Esportes – Jornal A Notícia – Joinville (SC)
Marcelo Barreto
Editor-Chefe – SporTV – Rio de Janeiro (RJ)
Nunca fui torcedor do Santos, se assim considerarmos o sujeito que vibra, chora, discute, toma sol e chuva, fica sem sono por sua equipe.
Mas já perdi a conta de quantas vezes vibrei, me emocionei, discuti e tomei sol, chuva ou sereno por causa do “glorioso alvinegro praiano”.
E por quê?
Para ver Pelé e seus súditos.
Tive o privilégio de acompanhar, na adolescência, a maturidade da carreira do Rei.
E fazia questão de vê-lo em ação: nos duelos contra meu clube e, quando podia, em jogos contra os outros.
Por Pelé frequentei arquibancadas e, sem perceber, agi como santista, sem ser santista.
Pelé e Santos (porque havia também Gilmar, Mauro, Zito, Mengálvio, Coutinho, Pepe…) para mim sempre simbolizarão o Futebol.
Não há como não admirá-los, mesmo que meu time de coração tenha outro símbolo.
Só mesmo a magia do setentão Pelé para provocar esta irrevogável contradição.
Antero Greco
Colunista O Estado de S. Paulo / ESPN Brasil – São Paulo (SP)
Em 1958, no auge dos meus quase 14 anos de idade, ouvi pelo rádio lá na minha cidade natal de Conceição de Ipanema/MG, os jogos do Brasil na Suécia. Foi quando se deu a estréia do Pelé, ainda menino, assombrando o mundo com suas jogadas mágicas.
Quando marcou o seu primeiro gol então, foi alegria geral da galera que se reunia no “Bar do Inhozinho” para vibrar com o Brasil. Outro momento que marcou muito foi nas eliminatórias para a Copa de 70, no Maracanã, quando ia aos jogos do Brasil. Naquela oportunidade o Pelé já consagrado e deu um show ao lado de Tostão, Jairzinho, Gérson e companhia.
Foi inesquecível.
Júlio Deodoro
Superintendente – GazetaEsportiva.Net – São Paulo (SP)
Quando marcou o seu primeiro gol então, foi alegria geral da galera que se reunia no “Bar do Inhozinho” para vibrar com o Brasil. Outro momento que marcou muito foi nas eliminatórias para a Copa de 70, no Maracanã, quando ia aos jogos do Brasil. Naquela oportunidade o Pelé já consagrado e deu um show ao lado de Tostão, Jairzinho, Gérson e companhia.
Foi inesquecível.
Júlio Deodoro
Superintendente – GazetaEsportiva.Net – São Paulo (SP)
– “Olha o Pelé”! “Esse que é o Pelé”?
Portanto, já era famoso, antes de ser consagrado. Na minha opinião, o fato mais marcante, entre centenas na carreira do superastro do futebol mundial, foi o gol da vitória do Brasil sobre o País de Gales, na Copa do Mundo da Suécia/1958.
Eu era um adolescente, nem pensava em ser jornalista. Foi uma grande emoção. Chorei.
Leonardo de Brito
Colunista – Jornal da Cidade de Bauru – Bauru (SP)
Horas depois de enviado o convite, lá estava a resposta do Rei, aceitando. Só eu, o presidente Luís Álvaro e mais uns quatro sabíamos do “sim”. E decidimos manter o segredo: passamos o fim de semana com a boca fechada. Aí, foi aquela imagem inesquecível: ele desceu do helicóptero, trouxe o Robinho, fez festa e foi pro vestiário.
Todos queriam fotos. Eu também, por que não? E ele tirou a foto comigo, sorrindo. Ao sair, passou a mão em minha cabeça e o Cássio Barco, da nossa equipe, flagrou o momento. Parece que Pelé está me abençoando.
E é claro que está. É São Pelé. Rei Pelé.
Um rei escolhido pelos súditos.
Ele não quis ser Rei. Fomos nós que quisemos ser súditos.
Arnaldo Silvano Hase Junior
Coordenador de Comunicação do Santos FC
Marcelo Martelotte
Técnico do Santos F.C.
Caro Pelé, não preciso tê-lo visto jogar para te chamar de Rei. No entanto, este súdito lhe agradece, pois sua raríssima habilidade com a bola nos pés ajudou a colocar o Santos no degrau mais alto do futebol mundial. Mil e noventa e uma vezes obrigado.
Caio Ruscillo
Comentarista da Rádio Santista – Santos (SP)
Caio Ruscillo
Comentarista da Rádio Santista – Santos (SP)
Ricardo Peres
Cantos e compositor – Santos (SP)
“Muita gente conhece a história do Pelé no Santos, mas não como tudo começou. Em uma segunda-feira de 1956. Ganhamos do São Paulo, em pleno Pacaembú, por 4 a 0, na véspera. Então, chegamos cedo, lá pelas 8h, em um botequim perto da Vila. Íamos receber o bicho pela vitória e treinar. Mas o treino atrasou, porque nosso vestiário estava lotado. O Modesto Roma e o Athié Jorge Cury mandaram chamar todo mundo que eles conheciam, só para ver o tal menino que o Valdemar de Brito trouxe. Teve discurso, aquilo tudo, depois foram todos embora… O time ficou reunido, conversando ainda sobre o jogo e o neguinho lá, num canto do vestiário, todo acanhado. Chamei ele, mostrei a ele o armário do lado do meu, pedi pro Rochinha, nosso roupeiro, providenciar chuteira, meião e tudo mais. Eu e ele subimos para o gramado. Resumindo, fui o cara que levou o Rei para pisar pela primeira vez em seu palácio: a Vila Belmiro. Foi comigo também que ele trocou os primeiros passes. Isso me marca até hoje.
Cássio Nogueira, ex-jogador (anos 50) e ex-diretor de futebol (anos 70/80) do Santos F.C.
Cássio Nogueira, ex-jogador (anos 50) e ex-diretor de futebol (anos 70/80) do Santos F.C.
De todas as declarações dele, uma que nunca me esqueço é a feita depois do milésimo gol e talvez a que mais valeu críticas a ele: pediu ao país para se lembrar das nossas crianças. Àqueles que viram o ato como demagógico, por favor, olhem nas ruas e irão ver que,infelizmente, 40 anos depois, a situação mudou muito pouco. Parabéns aos 70 anos do Sr. Edson Arantes do Nascimento. Já ao Pelé…bem, mito não tem idade. Será sempre eterno.
Mauro Naves
Repórter – TV Globo (São Paulo – SP)
A simples presença daquele cara, o maior de todos no esporte mais popular do planeta, é inexplicável. Só mesmo quem ama o esporte para entender.
Estevam Ciccone
Repórter – Rádio Bandeirantes – São Paulo (SP)
Marco Antonio Rodrigues
Comentarista – SporTV / PFC – São Paulo (SP)
Ali pude ver a majestade reinar – e me tornei um santista de corpo e alma. Hoje, eu meus filhos (14 e 17 anos) temos cadeira cativa e estamos sempre na Vila.
Roque Mendes
Publicitário – Diretor de Operações da Agencia G Nova
Carlos Ferreira
Editor de Esportes – O Liberal – Belém (PA)
Bob Faria
Comentarista – SporTV/PFC – Belo Horizonte (MG)
Adílson Barros
Repórter – GloboEsporte.Com – Santos – SP
Eu e o repórter Nelson Urt ligamos, então, para seu quarto e deixamos recado na secretária eletrônica. Quando voltamos do treino, o Rei havia dado retorno e marcado uma entrevista para o dia seguinte.
Fomos até lá e encontramos Pelé ainda acordando de um cochilo após o almoço. Ele nos atendeu, com a simplicidade habitual, ainda calçando os sapatos, e concedeu uma entrevista bombástica. Disse que sentia vergonha dos escândalos do governo Collor, em suas viagens pelo mundo, e corajosamente propôs o impeachment do presidente, num momento em que essa ideia era ainda uma hipótese para lá de remota.
A reportagem provocou uma imensa repercussão e, tempos depois, o impeachment de Collor viria a se tornar realidade.
Um golaço de Pelé fora de campo.
Gilvan Ribeiro
Editor de Esportes – Diário de São Paulo – São Paulo (SP)
Eu tinha 9 anos e chorei muito ao vê-lo ajoelhar no centro do campo e abrir os braços, pois já sabia naquele momento que estava presenciando um fato histórico: nunca mais haveria um jogador como aquele na face da Terra. Em 2004 tive o prazer de encontrá-lo pessoalmente. Foi sensacional tambem. É por isso que desde garoto coleciono itens do Rei, inclusive adquirindo raridades no exterior. Depois, tive a oportunidade de conhecer fãs dele em viagens que fiz pelos EUA e Europa. Acredito que o Rei deveria ter um reconhecimento maior do que tem no Brasil, assim como possui no exterior.
Walter da Costa Thiago
Proprietário da London Calling – (São Paulo – SP)
Assim como eterno é Pelé.
Weber Caldas
Editor de Esportes – A Gazeta / Notícia Agora (Vitória – ES)
Pita
Ex-atleta do Santos Futebol Clube
Nasci no Recife em 1960 e tive o privilégio de acompanhar os últimos anos da trajetória de Pelé, tendo inclusive a oportunidade de vê-lo jogar contra os times da cidade, Náutico e Santa Cruz.
E mesmo sendo ainda muito criança também me rendi à genialidade do Rei. Isso aconteceu, primeiro, por empolgação, por ouvir o tratamento que a ele era dispensado pelos cronistas esportivos. Depois, já entendendo um pouco melhor de futebol, pude compreender do que se tratava, realmente. Estava consolidada a imagem do mito. Uma imagem do bem, do atleta perfeito, do homem que melhor soube combinar habilidade com objetividade nos gramados. Salve Pelé…
E mesmo sendo ainda muito criança também me rendi à genialidade do Rei. Isso aconteceu, primeiro, por empolgação, por ouvir o tratamento que a ele era dispensado pelos cronistas esportivos. Depois, já entendendo um pouco melhor de futebol, pude compreender do que se tratava, realmente. Estava consolidada a imagem do mito. Uma imagem do bem, do atleta perfeito, do homem que melhor soube combinar habilidade com objetividade nos gramados. Salve Pelé…
Stênio José
Editor de Esporte – Diário de Pernambuco (Recife – PE)
Editor de Esporte – Diário de Pernambuco (Recife – PE)
Hiltor Mombach
Editor de Esportes – Correio do Povo
Porto Alegre (RS)
Pelé, 70 anos!
Pelé, 36 títulos!
Pelé, 1281 gols!
Pelé, 6662 dias com a camisa do Santos!
Tanta história virou matemágica: Pelé e o Santos inventaram o dois elevado ao infinito!
Plinio Marchetti, Santista.
Pelé, 36 títulos!
Pelé, 1281 gols!
Pelé, 6662 dias com a camisa do Santos!
Tanta história virou matemágica: Pelé e o Santos inventaram o dois elevado ao infinito!
Plinio Marchetti, Santista.
Maria Lydia Flandoli
Âncora do Jornal da Gazeta e Em Questão / TV Gazeta – São Paulo (SP)
Armando Tadeu Rodrigues Oliveira
Santista, Santos (SP)
Nasceu Pelé. Quis o destino que ele brilhasse de branco. Então, Pelé as combinou de tal maneira que produziu uma coisa só, a cor alvinegra.
A partir de então, não há como dissociar o branco do preto, assim como não há como dissociar o Santos do Pelé, assim como não foi mais possível dissociar o futebol da arte.
Pelé foi o milagre e o Santos é o símbolo vivo e pujante desse milagre. Parabéns Pelé, obrigado, porque o símbolo desse milagre, meu Santos querido, é minha maior emoção e meu maior orgulho.
André Bio, Torcedor Santista.
(Depoimento selecionado)
Sérgio Boneka
Músico e compositor (São Paulo – SP)
Aquilo que o mundo inteiro viu ir pra fora, eu vi ele fazer.
Negreiros
Ex-atleta do Santos F.C.
Manoel Maria
Ex-jogador do Santos
Zito
Ex-atleta do Santos F.C.
Dalmo
Ex-jogador do Santos
Ouvi pelo rádio e fiquei impressionado com aquele placar exagerado. Anos depois, o Rei se tornou personagem bem mais próximo com a conquista da Copa de 70, quando a cor invadiu as telas da TV e sua genialidade ficou mais nítida para todos.
Gerson Nogueira
Editor do Diário do Pará – Belém (PA)
Mais tarde, como jornalista, tive a chance de marcar meu gol de placa com Pelé, numa entrevista especial. Me atendeu com um misto de simplicidade e categoria, dignos nos nobres, como sempre fazia nos gramados.
Por isso sempre foi e será genial.
O Rei!
Jorge Buery
Editor de Esportes – TV Gazeta – Vitória (ES)
De arrepiar. Pelé foi tratado como um verdadeiro Deus.
Clodoaldo
Ex-atleta do Santos Futebol Clube
Gastão Moreira
Apresentador – São Paulo (SP)
Mohamed Abdalla Kilsan
Representante Comercial – São Paulo (SP)
Mauro McFly
Publicitário e Santista
“Toda vez que a figura de Pelé se liga ao Peixe, o momento é especial.
E que mais me emociona no Rei é essa ligação inédita que se formou entre um atleta sem igual e as cores, os símbolos e a paixão que o identificam. Pelé é Santos, parece querer dizer o próprio jogador, sempre que pode.
Pelé é Santos desde os gols de estréia no time, na seleção e nas Copas, até os momentos em que quase choro ao vê-lo com o filho e os netos no camarote da Vila, vibrando com o seu time.
Parabéns, Pelé! Vida longa, meu Rei!”
Marcos Fonseca
Jornalista – São Paulo (SP)
E que mais me emociona no Rei é essa ligação inédita que se formou entre um atleta sem igual e as cores, os símbolos e a paixão que o identificam. Pelé é Santos, parece querer dizer o próprio jogador, sempre que pode.
Pelé é Santos desde os gols de estréia no time, na seleção e nas Copas, até os momentos em que quase choro ao vê-lo com o filho e os netos no camarote da Vila, vibrando com o seu time.
Parabéns, Pelé! Vida longa, meu Rei!”
Marcos Fonseca
Jornalista – São Paulo (SP)

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