FILME PELÉ ETERNO

FILME PELÉ ETERNO
A prova definitiva de quem é o melhor jogador de sempre

sábado, 4 de outubro de 2014

Despedida de Pelé - Parte 1 - Estádio Vila Belmiro

A revista já avisava: olhem bem, está acabando.

Antes de se despedir do futebol, Pelé fez 5 despedidas:
Duas pela Seleção Brasileira,
uma do estádio do Pacaembu onde reinou absoluto por 18 anos entre 1956 e 1974,
uma pelo Santos no estádio da Vila Belmiro e uma pelo Cosmos. 
Todas, sem exceção, recheadas de emoção e com estádios superlotados. 
Sem ordem cronológica, vamos mostrar as 5 despedidas do Rei do futebol,
começando pelo Estádio Vila Belmiro, casa do Santos Futebol Clube...


Hoje é 2 de outubro. O  último jogo oficial de Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, em gramados brasileiros, o último jogo disputado pelo Santos. Em 2 de outubro de 1974, quando tinha 34 anos, ele fez aquela que parecia ser sua despedida oficial dos gramados (no ano seguinte, jogaria nos Estados Unidos com feras como Franz Beckenbauer no Cosmos).

Pelé, que doava seu salário a entidades carentes e começava a administrar negócios próprios, demonstrava que queria encerrar sua carreira ao final de seu contrato com o Peixe, em outubro daquele ano. Naquele período, sua média de gols era de 0,45 por partida, algo fraco, em se tratando do maior jogador de todos os tempos. Eram as últimas rodadas do primeiro turno do Campeonato Paulista, e o alvinegro da Vila Belmiro fazia uma campanha mediana. Pelé fizera somente dois gols em dez partidas do certame. 

E aquela quarta-feira, 2 de outubro, parecia perfeita para uma despedida do tamanho devido para tamanha sumidade futebolística. No domingo anterior, aconteceu seu último jogo no Pacaembu. Estádio abarrotado, mas ele deixou o campo aos 32 minutos de jogo, por sentir uma contusão. Ficava, então, a preocupação: conseguiria Pelé fazer sua despedida três dias depois? "Jogo nem que seja de muleta", garantiu o Rei. O que se viu, então, foi uma comoção nacional para a partida Santos x Ponte Preta - quer dizer, para a despedida dele.



Os ingressos esgotaram no mesmo dia em que foram postos à venda. Ônibus e carros saíam de todas as partes do país rumo à Baixada Santista. Vendedores ambulantes vendiam feito água. Mais de 250 jornalistas de todo o Brasil e do mundo deslocaram-se para cobrir este momento histórico. Ficava no ar um temor de um incidente igual ao de meses antes, quando um alambrado da Vila Belmiro cedera por superlotação. Mas a vontade de acompanhar a despedida de Pelé dos gramados brasileiros era maior que tudo. Da Torcida Jovem até seu companheiro de Seleção Brasileira, Nílton Santos, todos foram homenageá-lo. A movimentação era tanta, mas tanta, que o Rei se esquivou dos jornalistas até a hora fatal. Milhares já se colocavam em frente ao portão de sua casa, forçando-o a pular o muro lateral para despistá-los e conseguir ir na casa da sogra, indo dali para a concentração com a equipe santista. 




Com tudo isso acontecendo, ele até se esqueceu de comparecer a uma entrevista para uma revista ao lado do cantor e compositor Chico Buarque, que saíra do Rio de Janeiro de manhã cedo rumo a Santos. Mas Chico nem deu bola, como dissera: "o momento era dele".


Às 18 horas e 20 minutos, foram abertos os portões da Vila Belmiro. Num piscar de olhos, não restava lugar mais nem para minúsculas moscas, tamanha era a lotação do estádio, gerada pela importância do fato. Duas horas depois, Pelé subia pela última vez o corredor do vestiário para defender o alvinegro da Baixada pela derradeira oportunidade. Um sorriso tímido para as câmeras, nenhuma declaração na entrada em campo. O agradecimento à torcida, o recebimento das homenagens e deu. A bola ia rolar. E a bola rolou. Mas ninguém dava muita importância pro jogo em si. Santos e Ponte Preta não era o que importava. Pelé era o que importava. E ele jogava visivelmente no sacrifício. Porém, por vontade própria, pois este momento era impossível de ser perdido. Aos 15 minutos, a bola é cruzada. Ele cabeceia e Carlos, à época com 18 anos, pratica grande defesa. Mais um pouco e o arqueiro brasileiro na Copa de 1986 entraria para a história por tomar o último gol do Rei, da mesma forma que Andrada, do Vasco, que levou o milésimo gol em 1969, no Maracanã.


Mas oito minutos mais tarde, não dava mais. Pelé estava totalmente sem condições de seguir jogando. Então, dirige-se ao centro do campo, pega a bola, ajoelha-se no gramado e levanta os braços dizendo "obrigado, Deus"
Pelé foi o único jogador que paralisou um jogo de futebol oficial para fazer a sua despedida

Chegava, então, ao fim a trajetória do maior jogador de futebol da história da humanidade nos campos do país para o qual dera três títulos mundiais e um sem número de alegrias. Jornalistas e torcedores invadiram o campo. Ele tira a camisa molhada, ergue-a e inicia uma volta olímpica, livrando-se dos microfones e de tapinhas nas costas. A apoteótica despedida do Rei na casa onde fez seu nome e sua história. Na seqüência, ele voltou ao vestiário, se arrumou e deixou o estádio Urbano Caldeira num carro do Corpo de Bombeiros escoltado pela Polícia Militar. Junto, milhares e milhares de fãs apaixonados gritando "Pelé! Pelé! Pelé!".




Em entrevista à Rádio Gazeta de São Paulo, ao final do cortejo, o Rei abriu o coração: "Acho que não há mérito nenhum a gente procurar fazer o melhor. Dar o melhor de si em qualquer que seja a sua afinidade. Foi isso que eu procurei fazer durante minha carreira". Seus números não deixam dúvidas sobre o incontestável título de Atleta do Século que recebeu. Nos 18 anos em que defendeu o Santos, foram 1088 gols em 1114 partidas, média de 0,97 gol por jogo - ou seja, ele marcava praticamente um gol a cada partida. Contando apenas os títulos importantes, foram 25 no clube paulista: 10 campeonatos estaduais, quatro torneios RJ/SP, 6 campeonatos brasileiros (que na época chamava-se Taça Brasil, que Pelé venceu 5 e uma Taça de Prata), uma Recopa Mundial, duas Libertadores e dois Mundiais Interclubes.



A propósito: a partida do Santos contra a Ponte Preta, pelo primeiro turno do Campeonato Paulista de 1974, seguiu em frente. Gilson substituiu o Rei. Aos 30 minutos do primeiro tempo, Cláudio Adão marcou Peixe 1 a 0. Aos 11 minutos da segunda etapa, a Ponte preta fez gol contra, com Geraldo, o segundo dos mandantes. Na seqüência, um apagão interrompe o jogo por meia hora. Reiniciado, termina com vitória do Santos por 2 a 0. Mas não importava mais quanto acabara a partida. O que ficara mesmo, para sempre, era a despedida de Pelé dos gramados brasileiros. Nunca mais eles receberam uma expressão individual sequer semelhante.


A ficha técnica do jogo histórico é esta:
Santos (2): Cejas; Wilson, Vicente, Bianque e Zé Carlos; Léo e Brecha; Cláudio Adão, Da Silva, Pelé (Gílson) e Edu.
Ponte Preta (0): Carlos; Geraldo, Oscar, Zé Luiz e Walter; Serelepe e Serginho; Adílson, Waldomiro, Waltinho (Brasília) e Tuta.
Árbitro: Emídio Marquez Mesquita




Moeda de prata comemorativa da despedida de Pelé em 1974.






















VÍDEO 

39 anos depois, o árbitro da despedida de Pelé volta ao Estádio da Vila Belmiro

sábado, 27 de setembro de 2014

Pelé parou a guerra

Retirado de Almanaque do Esporte

A GUERRA QUE PAROU PARA VER PELÉ JOGAR

Era uma vez, um jovem rapaz negro, que sozinho parou uma guerra. Em um continente onde seus antepassados não conheciam o significado da palavra paz, ele chegou, e com a ponta de sua chuteira, mandou a guerra embora. Parece mentira, não é? Pois isso realmente aconteceu. Conheça agora essa fantástica história.
Era o ano de 1969, e o Santos realizaria uma excursão pela África com a intenção de promover o fantástico time que possuía. Em todos os cantos do mundo, numa época que ainda não existia a globalização, o nome de Pelé já era conhecido, e todos  queriam conhecer o rei do futebol.
Pelé

A delegação do time do Santos saiu do Brasil ruma à antiga nação do Congo Belga, hoje conhecida por República Democrática do Congo, com o pensamento de divulgar a marca Santos e com a certeza de que mais uma vez Pelé encantaria o mundo com gols e jogadas espetaculares. Porém, não esperavam que chegando lá encontrariam uma cidade tomada por tanques e rebeldes. A nação estava imersa numa guerra civil.
Mapa da região que estava em conflito. Em destaque, as capitais e palco dos jogos: Kinshasa e Brazzaville.


Em 1969 a nação que hoje se chama República Democrática do Congo  era conhecida apenas por Congo, ou Congo Belga e estava sofrendo com uma guerra civil onde os militares, comandados pelo major Marien Ngouabi, tentavam se manter no poder após um golpe de Estado ocorrido em 1968.
Marien Ngouabi

Os rebeldes tentavam depor Marien com outro golpe de Estado. E Marien respondia violentamente, executando todos aqueles que eram contra seu regime. Claramente, o país estava mergulhado numa guerra civil sem fim.
Diante desse clima hostil e violento, a delegação do Santos desembarcou no país africano. Porém, para chegar até o local do jogo, precisaria atravessar as ruas de Kinshasa, que mais se parecia com uma campo de guerra.
Exército atravessando as ruas de Kinshasa

O time do Santos, que na época era considerado o melhor time do mundo, e tinha o melhor jogador do planeta (assim como o Barcelona hoje), estava em Kinshasa, e teria que atravessar o Rio do Congo para poder jogar em Brazzaville, palco do jogo amigável. Todos naquele país, ao ouvirem essa notícia, não perderiam por nada aquele jogo. Mas seria impossível existir jogo naquelas condições. Foi quando uma grande comoção popular para que a guerra civil parasse, e para que Pelé entrasse em campo, chegou aos ouvidos de toda a nação.
Os rebeldes declararam que cessariam fogo por alguns dias, com uma condição: de que, ao invés de uma única partida entre a equipe de Pelé e a seleção local, em Brazaville, fossem realizadas mais duas partidas adicionais em Kinshasa. A princípio os jogadores santistas não concordaram devido à agenda lotada de compromissos e viagens; mas não tiveram escolha e aceitaram realizar as três partidas. Nesse momento, na região de fronteira entre Brazzaville e Kinshasa, os exércitos das duas partes envolvidas na guerra escoltaram a delegação santista até o hotel e depois, até o estádio onde seria feito o jogo, demonstrando o clima de paz que agora cercava aquele país.
Time do Santos que enfrentou a Seleção do Congo naquele que seria um dos maiores desafios de suas vidas

A partir daquele momento, não se ouvia mais tiros, nem explosões de bombas. Só se ouvia os gritos e o ensurdecedor barulho da fanática torcida africana, que, enlouquecida pelos dribles de Pelé e companhia, cantavam e dançavam sem parar.
O resumo dos jogos foi o seguinte: em Brazzaville, contra a seleção do Congo no dia 19 de janeiro de 1969, o Santos venceu por 3 a 2. Diz a lenda, que nesse jogo, os jogadores da seleção do Congo abusaram da violência contra os santistas, e o árbitro da partida fingia que nada acontecia. Pelé, cansado dos pontapés, sentou em campo, sendo imediatamente imitado pelos seus companheiros. Sem saber o que fazer, o árbitro parou o jogo. E logo foi surpreendido com um bilhete trazido da arquibancada que dizia: “O Santos de Pelé está aqui para dar um espetáculo. Eu estou aqui para assistir o espetáculo. Se você não aplicar as regras do jogo, vai sair preso do estádio”. Quem escreveu e enviou o bilhete ao árbitro foi ninguém menos que Marien Ngouabi, o presidente do Congo.
As duas esquadras, Santos e Seleção do Congo. O estádio lotado ao fundo demonstrou o clima de paz que reinava na região. Os jogadores abraçados simbolizando a paz entre os homens.

Dois dias depois, em Kinshasa, contra a seleção “B” do Congo, no dia 21 de janeiro de 1969, venceu novamente, por 2 a 0. E finalmente, ainda em Kinshasa, no dia 23 de janeiro de 1969 encerraria sua excursão dessa vez com uma derrota por 3 a 2 para uma equipe local, que se chamava Leopards. Exaustos pelo calor e sufocados pelo porte físico dos africanos, o último jogo encerrou a festa com uma vitória dos africanos, mas acima de tudo, com uma vitória da PAZ. Foi uma semana de paz, em um lugar onde muitos não sabiam o significado dessa palavra. Infelizmente, após a partida da delegação santista de volta pra casa, a guerra recomeçou.
Era o momento de selar a paz: Pelé e autoridades do Congo

E demonstrou que o esporte é humanidade. Que o esporte ultrapassa fronteiras. Que o esporte, representado pelo Rei do futebol, é acima de tudo paz, e não violência. Como Pelé mesmo disse, foi um dos seus maiores gols de placa.
Segue agora um vídeo com depoimentos de quem estava lá: Lima, Edu, Manoel Maria e Abel. Os verdadeiros heróis daquela partida. Vale a pena assistir(quem não entender a língua portuguesa, acione as legendas no vídeo):

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Pelé, o Atleta do Século XX (por 3 vezes)

Todos sabem, e quem ainda não sabe passa a saber:
Pelé foi eleito o Atleta do Século XX.
Repito: Pelé foi eleito o ATLETA DO SÉCULO XX.
3 vezes.


Para ser galardoado com um título desta dimensão, 
o Rei Pelé não concorreu apenas com simples colegas de profissão
 como Maradona, ou Cruyff, ou Di Stefano, ou Messi ou qualquer outro.

Até porque não existe na história do futebol, com exceção de Pelé,
um jogador que tenha marcado 1282 gols
e ganho 3 Copas do Mundo.
Pelé, entre outros recordes, ainda detém os seguintes recordes:
92 hat-tricks!!!(3 gols em um único jogo de futebol) e
31 pokers!!! (4 gols em um único jogo de futebol).

Voltando ao assunto, Pelé concorreu para ser o melhor de todos os tempos 
com os maiores atletas de todas as modalidades do século XX.

É isto que todos aqueles que tentam minimizar ou diminuir a obra inigualável de Pelé na história do futebol não conseguem perceber...ou aceitar: o Rei Pelé é único, insuperável e inigualável.

JORNAL L'EQUIPE

A primeira vez que Pelé ganhou o título de Atleta do Século foi em 15 de maio de 1981, em Paris.

Em 15 de maio de 1981, a seleção de futebol do Brasil venceu a da França por 3 a 1 no Parc des Princes, em Paris, mas ninguém ligou muito para o resultado. Desde antes do jogo, as atenções estavam voltadas para um só astro no gramado. Recepcionado por dezenas de crianças, Pelé entrou em campo para receber o troféu de Atleta do Século de todos os esportes, conquistado numa promoção do jornal francês “L’Equipe”. De terno claro, Edson Arantes do Nascimento fez seguidamente com os dedos o “V” da vitória e foi ovacionado pelo público que lotou o estádio.

Ao receber o pesado troféu num palanque armado no gramado, posou para fotos e depois deu uma volta olímpica. Em suas mãos, a escultura representando um jogador de futebol com os dois braços erguidos simbolizava o seu triunfo. Pelé tinha feito seu último jogo pelo Cosmos, dos Estados Unidos, dois anos antes, mas comprovou seu carisma arrastando repórteres, jornalistas e torcedores após o apito final.

Ele esperou quase um ano para a cerimônia. O resultado da votação feita com jornalistas das 20 mais influentes publicações de esporte do mundo foi divulgado num sumplemento especial do “L’Equipe” de 12 de julho de 1980. Pelé obteve 178 votos, ficando à frente do atleta americano Jesse Owens (169 votos) e do ciclista belga Eddy Merchx (99).
 Internacional.


COMITÊ OLÍMPICO INTERNACIONAL


No fim de 1999, o Comitê Olímpico Internacional
após uma votação internacional entre todos os Comitês Olímpicos Nacionais associados, também elegeu Pelé o "Atleta do Século".

( O detalhe é que Pelé nunca participou em Jogos Olímpicos, pois na sua época, só amadores
podiam representar a seleção olímpica de futebol do Brasil, e como todos sabem, Pelé aos 15 anos já era jogador de futebol profissional, mas entre tantos campeões olímpicos nas mais variadas modalidades, foi eleito o melhor de todos os atletas pelo COI)



AGÊNCIA REUTERS

Trinta anos depois do milésimo gol, Pelé foi eleito como a personalidade esportiva do século, 
pela agência de notícias Reuters, em uma eleiçao que envolveu 54 editores e jornalistas de 35 países. "Ele é o jogador número um do Brasil. Além de ser um cavalheiro, um gênio. Pelé é o perfeito esportista", disse o jornalista Jeremy Walker, do Yomiuri Shimbun, de Tókio.
Pelé venceu com 146 pontos, seis pontos a mais do que o segundo lugar, o pugilista Muhammad AliO terceiro lugar, o velocista Carl Lewis, recebeu 94 pontos. Os outros atletas norte-americanos que completam a lista dos cinco mais votados foram o jogador de basquete Michael Jordan e o atleta medalha de ouro Jesse Owens. "Pelé foi um jogador fora de série e continua sendo reconhecido em todo o mundo. Ele sempre foi o grande embaixador do futebol", disse Andreas Jaros, da austríaca Sportmagazine.
Os jornalistas que participaram da eleiçao Reuters Sports Personality of Century explicam as qualidades que fazem de Pelé o atleta do século. Eles dizem que o atleta tem que ser mundialmente reconhecido e uma liderança no esporte. "O vencedor tem que ser alguém que ocupe as páginas dos livros de história do futuro", disse Ori Lewis, do Jerusalem Post.
  O histórico de Pelé - 12 gols em quatro Copas do Mundo - e a sua habilidade natural como jogador foram citadas pela Reteurs como as principais qualidades do eleito.
Cada jornalista votou em cinco esportistas de uma lista feita pela Reuters com cem nomes. Para cada primeiro lugar, o atleta citado recebeu cinco pontos. Ayrton Senna também foi lembrado e ficou em 14ºlugar.
Categoria esportes mecânicos:
Alain Prost (Fórmula 1, França - Tetracampeao do Mundo)
Categoria esportes com bola:
Mulheres: Steffi Graf (Tênis, Alemanha - 22 títulos de Grand Slam)
Homens: Michael Jordan (Basquete, Estados Unidos - Bicampeao Olímpico)
Categoria atletismo:
Mulheres: Nadia Comaneci (Ginástica, Romênia - Campea Olímpica de Montreal 1976)
Homens: Carl Lewis (Atletismo, Estados Unidos - Nove medalhas de ouro olímpicas)
Categoria esportes náuticos:
Mulheres: Dawn Fraser (Nataçao, Austrália - Três vezes campea olímpica)
Homens: Mark Spitz (Nataçao, Estados Unidos - 28 recordes mundiais, nove medalhas olímpicas)
Categoria esportes de inverno:
Mulheres: Annemarie Moser-Proll (Esqui alpino, Austria - Campea Olímpica de descida em 1980)
Homens: Jean-Claude Killy (Esqui alpino, França - Campeao Olímpico de descida em 1968)
Categoria futebol:
Pelé: (Brasil - Tricampeao do Mundo)
Categoria esportes de combate:
Mohammed Ali (Boxe, Estados Unidos - Tricampeao do Mundo)
Veja a lista dos quinze primeiros colocados:
1)Pelé (Brasil) - Futebol
2)Muhammad Ali (EUA) - Boxe
3)Carl Lewis (EUA) - Atletismo
4)Michael Jordan (EUA) - Basquete
5)Jesse Owens (EUA) - Atletismo
6)Don Bradman (Austrália) - Cricket
7)Eddy Merckx (Bélgica) - Ciclismo
8)Pierre de Coubertin (França) - criador das Olimpíadas modernas
9)Jack Nicklaus (EUA) - Golfe
Mark Spitz (EUA) - Nataçao
Paavo Nurmi (Finlândia) - Atletismo...
12)Nadia Comaneci (Romênia) - Ginástica Olímpica
13)Pete Sampras (EUA) - Tênis
14)Emil Zatopek(Tchecoslováquia) - Atletismo
Ayrton Senna (Brasil) - Automobilismo

Em qualquer lista de melhores de todos os tempos do esporte em geral,
o nome Pelé estará sempre presente, não importa quem seja o Atleta do Século XXI:-)

sábado, 6 de setembro de 2014

Kate Moss, Fergie (cantora do Black Eyed Peas) e Sharon Stone no baile da AmFar 2013 em homenagem a Pelé




Na noite de homenagem à lenda do futebol brasileiro Pelé, uma verdadeira chuva de estrelas fez-se notar. 

A atriz Sharon Stone (de vermelho) e a top-model Kate Moss (ao centro) foram algumas das celebridades no baile de gala da fundação amfAR – criada por Elizabeth Taylor que se dedica à pesquisa na luta contra a SIDA –, que decorreu na sexta-feira 5 de abril de 2013, em São Paulo. 


























“Estou muito feliz por ser homenageado devido a uma boa causa”, disse o antigo jogador quando recebeu o prêmio na festa que serviu para angariar fundos. 

Também a cantora dos Black Eyed Peas, Fergie, que está grávida, mereceu reconhecimento pela sua dedicação na luta contra a doença.

Antes da noite de gala, Pelé e Kate Moss fizeram uma sessão de fotos para a revista Vogue do Brasil


sábado, 30 de agosto de 2014

FILME Os Trapalhões e o Rei do Futebol (1986)





Os Trapalhões, o melhor grupo de humoristas da história da TV brasileira,
também são os campeões de bilheteria nos cinemas do Brasil.
Dos 10 filmes brasileiros mais vistos em todos os tempos, 6 são dos Trapalhões.

Os dez filmes brasileiros mais vistos*

• 1. Dona Flor e seus Dois Maridos, de Bruno Barreto (1976) - 10.735.524 
• 2. A Dama do Lotação, de Neville d'Almeida (1978) - 6.509.134 
• 3. O Trapalhão nas Minas do Rei Salomão, de J.B. Tanko (1977) - 5.786.226 
• 4. Lúcio Flávio, O Passageiro da Agonia, de Hector Babenco (1977) - 5.401.325 
• 5. Os 2 Filhos de Francisco, de Breno Silveira (2005) - 5.319.677 
• 6. Os Saltimbancos Trapalhões, de J. B. Tanko (1981) - 5.218.478 
• 7. Os Trapalhões na Guerra dos Planetas, de Adriano Stuart (1978) - 5.089.970 
• 8. Os Trapalhões na Serra Pelada, de J. B. Tanko (1982) - 5.043.350 
• 9. O Cinderelo Trapalhão, de Adriano Stuart (1979) - 5.028.893 
• 10. O Casamento dos Trapalhões, de José Alvarenga (1988) - 4.779.027
*por número de espectadores

Pelé, que foi o goleiro no filme, com Renato Aragão.
O filme Os Trapalhões e o Rei do Futebol não está nesta lista, mas foi visto por aproximadamente 3.650.000 espectadores.

Na trama, os amigos Cardeal (Renato Aragão), Elvis (Dedé Santana), Fumê (Mussum) e Tremoço (Zacarias) trabalham como faxineiros e roupeiros do Independência Futebol Clube. Devido às disputas de poder entre os dirigentes  (os saudosos excelentes atores José Lewgoy e Mílton Moraes), o técnico da equipe é demitido. 

Por acidente, o escolhido para assumir o cargo é Cardeal. Para surpresa de todos, com o seu louco esquema tático, o time começa a vencer, o que não agrada a alguns dirigentes da equipe. Com a ajuda do repórter esportivo Nascimento (Pelé) e de Aninha (a estonteante Luíza Brunet, como era chamada no trailer), que trabalha no bar do clube, Cardeal e seus amigos lutam contra a desonestidade dos dirigentes.



O filme foi bastante criticado na época, por trazer alguns gestos que não convinham a um filme infantil. Mesmo assim, o filme é uma divertida comédia do grupo. 
O filme está mesmo aqui abaixo.

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